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Atribuições

“Cabe à Pastoral Universitária participar na transformação da universidade de ambiente aparentemente neutro, em ambiente ético; de instrumento de poder em instrumento do Reino de Deus, que é reino de justiça e amor”. (Estudos da CNBB, 56)

Horário missas:

Campus I Terça feira e Quinta feira as 18h45

Campus II Quarta feira as 12h30 e aos Sábados 16h00

Elenco de atividades:

– Prática de Formação: Retiro Universitário;
– Recepção aos alunos ingressantes;
– Programa de Extensão Universitária: Campanha da Fraternidade na Universidade;
– Promoção de debates políticos, acadêmicos, sociais, religiosos, etc.;
– Celebrações de Formaturas;
– Participações em campanhas de reivindicação social e consultas populares;
– Atendimento Pessoal com sacerdotes;
– Celebração de Missas em todos os campi;
– Preparação e celebração dos sacramentos – Batismo, Casamento, Eucaristia e Crisma (turmas de Eucaristia e Crisma no segundo semestre);
– Articulação com Pastorais Universitárias nos níveis regional e nacional;
– Parcerias em atividades com centros acadêmicos, grupos de pesquisa, professores, funcionários e departamentos;
– Participação em comissões e conselhos universitários,
– Articulação com ações, projetos e atividades pastorais da Arquidiocese de Campinas;
– Apoio e participação no GAS – Grupo de Ação Solidária, e a todas as iniciativas e grupos de funcionários, professores ou alunos que vão ao encontro da missão da universidade que tem como foco primeiro, “a formação integral da pessoa humana e a contribuição com a construção de uma sociedade justa e solidária”.
– A principal contribuição da PU é a formação de uma consciência crítica, fundada no evangelho, sobre o alcance e os limites da atividade profissional.
– Ela procura também criar um espaço para a revisão de vida, a reflexão sobre o engajamento cristão na universidade, a oração comunitária e o contato pessoal e gratuito com Deus e com os irmãos e irmãs.

Contato:

Será um grande prazer conhecer a sua opinião e uma satisfação respondê-la.

Campus I – Fone: (19) 3343-7184 ou Campus II – fone: (19) 3343-6812.

Campus I: Contato

 Campus II: Contato

Horários de atendimento nas secretarias: das 8h30 às 17h30, de segunda a sexta-feira.

“As universidades e instituições de ensino superior devem estar a serviço do desenvolvimento da pessoa humana e da sociedade, da transformação das estruturas econômicas, jurídicas e sócio-políticas injustas, da procura de uma sociedade mais participativa e solidária e da criação de uma cultura mais encarnada na vida do povo e da formação de profissionais do ensino e da convivência humana”. (CNBB, Doc.47).

Como Igreja, queremos assumir o processo da evangelizaçãoo inculturada no mundo universitário, através do:

Serviço e participação na transformação da sociedade pelo bem dos pobres colocando o saber, a ciência e a tecnologia a serviço da construção de uma sociedade sem exclusão;

Diálogo com as culturas e outras religiões no respeito e escuta aos interlocutores, no mundo acadêmico pluralista;

Anúncio do evangelho dando a conhecer ao mundo universitário a proposta do Reino de Deus, anunciado por Jesus;

Testemunho da comunhão eclesial vivido no ambiente da Universidade.

Inspirada nos documentos do Vaticano II e buscando respostas aos problemas pastorais trazidos pelo processo de urbanização intensiva, experimentado por Campinas ao longo dos anos 60 e 70, foi criada em 07 de março de 1973, a primeira e até agora única “paróquia ambiental” da arquidiocese, a Paróquia Universitária Santo Tomás de Aquino. O decreto assinado por D. Antônio Maria Alves de Siqueira, dizia que “a referida paróquia será pessoal abrangendo os atuais alunos de ambos os sexos, devidamente matriculados nas diversas faculdades e institutos incorporados ou agregados à Pontifícia Universidade Católica de Campinas, bem como seus professores e funcionários em exercício”.

No dia 14 de março do mesmo ano foi nomeado Mons. Luiz Fernandes de Abreu como seu primeiro pároco. No dia seguinte, em cerimônia que contou com a presença dos cardeais Agnelo Rossi e Vicente Scherer, de vários bispos, do governador do Estado de São Paulo, Dr. Otávio N. Sando Natel, do ex-governador Lucas Nogueira Garuz, do professor Zeferino Vaz, reitor da Universidade Campinas. Mons. Luiz Fernandes de Abreu tomou posse. No mesmo dia era inaugurado o Edifício Paulo VI (Instituto de Ciências Humanas) na então denominada “Cidade Universitária” (hoje Campus I). Na mesma ocasião foi nomeado vigário cooperador, o cônego Fernando Godoy Moreira.

Como “sede” paroquial e matriz foi escolhida a igreja do edifício D. Paulo de Tarso Campos (antiga capela do Seminário da Imaculada).

A 1º de março de 1975, após deixar seu trabalho na CNBB, o Padre José Antônio de Moraes Busch foi nomeado pároco e coordenador geral da Pastoral Universitária.

Com o propósito de “dar a conhecer de forma adequada ao nosso mundo universitário a pessoa de Jesus Cristo e seu evangelho. Entendemos esta missão em termos absolutamente superiores a qualquer espírito de proselitismo”.

Para cumprir este propósito deu importância primordial às aulas de teologia, ministradas em todos os cursos ao longo de quatro anos: 1º ano: reflexão sobre problemas humanos; 2º ano: temas cristológicos e eclisiológicos; 3º ano: doutrina social da Igreja; 4º ano: ética e moral cristã das profissões.

O Padre Busch lançou e desenvolveu o “Ponto de Encontro universitário” como busca criativa de resposta a dois problemas: a) o relacionamento pessoal dentro da universidade, sempre em segundo plano, quando não absorvido pelo relacionamento funcional; b) falta de um “espaço” para colocação em comum da riqueza interior das pessoas no interior da universidade. Iniciado a 25/05/75, e realizado no Colégio Coração de Jesus procurou ser “encontro de pessoas” e “abastecimentos de vidas”. Tinha programação simples: previa, num primeiro momento um encontro informal entre os participantes; em seguida uma celebração destinada à manutenção espiritual, com a liturgia da palavra, com forte preocupação evangelizadora, seguida da Eucaristia.

Além disso, procurou incentivar a formação de grupos universitários de reflexão. Ponto de partida eram os CRU: Cursos de Reflexão Universitária. Com maior grau de dificuldades – horários sobretudo – procurou concretizar encontros de professores.

Criou um serviço de atendimento pessoal, reorganizando a capelania de forma a que os capelães se tornassem auxiliares efetivos não só no atendimento em estilo de aconselhamento mas também na parte sacramental (no caso dos presbíteros): reconciliação e comunhão eucarística. Mas a atuação do 2º pároco deu-se sobretudo a nível institucional, ativando um Conselho pastoral tendo atribuições:

a) Promover estudos que ofereçam subsídios ao Reitor para levar a Universidade à realização dos seus objetivos educacionais, consoantes às dimensões cristãs e às diretrizes pastorais da Igreja;

b) Elaborar e encaminhar ao Reitor planos para a efetivação na Universidade das diretrizes pastorais da Igreja, relativas à educação;

c) Avaliar, à luz dos objetivos educacionais da Igreja, os programas e projetos da Universidade;

d) Organizar programas de colaboração da Universidade com o magistério da Igreja, para a feitura e avaliação de planos pastorais;

e) Opinar sobre requerimento de dispensa, atendendo à liberdade de consciência, da freqüência às aulas de cultura religiosa;

f) Programar cursos e conferências, atribuindo-lhes crédito para suprir a freqüencia mínima às aulas de cultura religiosa, para os fins do artigo 19 e seu parágrafo do seguimento do Conselho Pastoral, bem como outras atividades tendentes à formação cristã dos alunos;

g) Apresentar à Reitoria, através do capelão geral, candidatos a Professor de Cultura Religiosa, para contratação;

h) Propor a abertura de inquérito, quando necessário para a demissão de professor que pregar contra a linha cristã da Universidade, em aula ou fora dela;

i) Estabelecer a programação base, por semestre, da cadeira de Cultura Religiosa, para todas as unidades universitárias;

j) Aprovar o programa de Cultura Religiosa apresentado pelos professores, e que deve obedecer à programação base elaborada pelo Conselho;

k) Indicar, quando solicitado pelos orgãos colegiados, um professor de Cultura Religiosa que representarã o Conselho Pastoral nas reuniões respectivas;

Esta forma de atuação, decisiva em momento de crise da universidade nem sempre criava uma imagem “simpática” da Igreja e de sua presença na Universidade. Na mente dos alunos e professores havia uma identificação entre a administração duramente criticada por seu autoritarismo e centralização, e por isso mesmo sujeita a crises intermitentes.

Na avaliação de seu trabalho, documentada no livro tombo, o Pe. Busch enumera as dificuldades provenientes do fato de ser uma comunidade cristã opcional e do fato de uma atuação em nível institucional ser mais necessária e mais difícil no contexto de uma sociedade cada vez mais pluralista, num mundo já fortemente pluralista como a universidade. Este pluralismo que leva a separar o aspecto pastoral.

A ênfase à formação cristã levou o Pe. Busch a construir a Casa de Encontros Pastorais Ain-Karen. Inaugurada em 1984 tinha toda a infra-estrutura necessária para promover encontros de formação que pudessem dar à PUC sua fisionomia própria. A atuação de cristãos conscientes de sua missão e bem formados – alunos, professores e funcionários – daria consistência à presença evangelizadora da Igreja na Universidade.

A grande realização do Padre Busch foi organizar um trabalho, pode-se dizer, da estaca zero, seja dotando a pastoral universitária de infra-estrutura – secretaria local – seja aglutinando pessoas; isso marcado pela insistência em fazer da universidade “evangelizada” e evangelizadora.

A 26 de março de 1985, o Padre José Arlindo de Nadai era nomeado pároco em substituição ao Pe. Busch. Acumulava a função de coordenador de pastoral da Arquidiocese. O padre Nadai assumia os trabalhos num momento delicado, já referido acima: o desgaste da pastoral vista como demasiado identificada com a Instituição. Isso, talvez, explique as palavras do Padre Nadai no livro tombo: “Na verdade a passagem das funções consistiu na entrega de uma chave da secretaria paroquial e de uma visita à Casa Pastoral do Campus I e de algumas recomendações. Esta situação dificultou enormemente o início do meu ministério pastoral na Puccamp. E não tendo tido nenhuma informação sobre os trabalhos anteriores em andamento (a não ser pela leitura de um relatório que consta deste livro refere-se ao do tombo e que foi divulgado na Puccamp) nem muito menos tido conhecimentos de grupos existentes ou de pessoas envolvidas na Pastoral, nada do que existia anteriormente pôde ser continuado. Nenhuma pessoa se apresentou como pertencente à Pastoral Universitária. Nem mesmo algum padre que ajudasse na Pastoral. Ninguém. É minha solicitação sobre com quem posso contar ? Quais as pessoas ? Que grupos existem ? A resposta foi: “estão nos arquivos ! Ou a secretária sabe !”

A preocupação inicial foi constituir uma equipe de trabalho que assegurasse um atendimento e presença sistemáticas no cotidiano da universidade e se fizesse presente no interior da comunidade da universidade. Todos com tempo parcial e acumulando outras tarefas. Através de reuniões periódicas e sistemáticas a equipe conseguiu agilizar a Pastoral como um todo, dentro de um projeto que privilegiada a formação de grupos por segmentos (estudantil, funcional e professoral); – promoção de debates, conferências, vigílias, celebração em nível mais abrangente de comunidade.

O grande mérito foi inserir a pastoral nos grandes debates que envolviam a vida da sociedade e da Igreja, sobretudo, a Campanha da Fraternidade. As posturas da Igreja nos temas (Constituintes, violência, a própria universidade) que então agitavam a sociedade eram explicitadas e através de representantes qualificados do pensamento católico, debatidas e confrontadas em nível universitário.

Ao mesmo tempo o segmento estudantil vinculou-se à Pastoral Universitária da CNBB. Esta vinculação deu à pastoral da Puccamp metodologia, ampliou horizontes e, sobretudo, desvinculou a atividade pastoral da sua identificação com os orgãos administrativo-pedagógico, nem sempre bem vistos pela comunidade universitária.

Assim avaliava o Padre Nadai seu trabalho: “Tem persistido com altos e baixos, um grupo de professores cristãos que se reúne periodicamente para reflexão e troca de experiências de sua presença, atuação e participação na vida universitária. Este grupo sente por vezes agudamente a necessidade de sua organização nos momentos de crise, por exemplo: greves, etc. É um grupo que apesar de opções políticas e partidárias diferentes concorda no fundamental e se pode ajudar e se esclarecer pessoalmente. Tem de comum sua pertença à Igreja local, desejo de testemunho cristão na universidade; mas no concreto, nem sempre as opções são as mesmas, o que é plenamente justificável e compreensível. Mas se respeitam pois, nenhuma unanimidade é sinal de verdade, digo critério de verdade, podendo até ser falta de imaginação (…) As perspectivas neste momento são promissoras. Há trabalhos sendo desenvolvidos. Há um núcleo de pastoral. Há pessoas organizadas. Há algum tipo de comunidade em gestação. Há pessoas comprometidas. Há sentimento de pertença.”

No dia 17/08/1987, o Padre José Arlindo de Nadai envia carta a D. Gilberto Pereira Lopes solicitando a licença de sua função de pároco por dois anos, para trabalhar na CNBB.

A 20/08/1987 provisão, assinada por D. Gilberto Pereira Lopes, nomeia o Padre Luiz Roberto Benedetti administrador paroquial e coordenador da Pastoral Universitária.

O trabalho do Pe. Benedetti com a equipe constituída pelo Pe. Nadai, procurou consolidar e profundar o trabalho. Sem procurar impor sua linha de trabalho, o Padre Nadai procurou, de maneira diligente e fraterna, dar conta do trabalho que fazia àquele que chegava. E este teve sua tarefa facilitada.

Em seu mandato como administrador paroquial e coordenador da pastoral Universitária procurou consolidar os laços com a Unicamp (facilitada pelo fato de ele ser ligado à pesquisa acadêmica na área de ciências humanas). O grande evento foi a organização da Semana Paulo VI com o tema “Paulo VI: dez anos depois”. Procurou resgatar a significação deste papado para a vida da Igreja e da sociedade. A avaliação foi precedida por uma palestra-depoimento de D. Helder Câmara sobre seu relacionamento com Paulo VI e o papel deste na criação da CNBB.

O Padre Jose Arlindo de Nadai retomou seu cargo ao voltar da CNBB, no final de 1991. A Casa de Encontros Ain Karen estava nas mãos da administração da universidade. Fora tomada da pastoral. O problema foi resolvido em parte com a construção da Capela do Campus I. Além de servir como ponto de referência religiosa, centralizou e deu visibilidade à presença pastoral na universidade. Foi graças ao empenho e perseverança do Pe. Nadai que se conseguiu a construção. Foi decorada pelo artista Cláudio Pastro. Sua construção possibilitou um atendimento mais sistemático da população universitária tanto no atendimento quanto nas celebrações litúrgicas.

Em 1995, o Padre José Arlindo de Nadai assumiu a direção do Instituto de Teologia e Ciências Religiosas. Em seu lugar assumiu como administrador paroquial o Padre Luiz Roberto Benedetti que já trabalhava com o Padre Nadai, como auxiliar na Pastoral Universitária. Com a fixação do local, criou-se um posto de atendimento com secretaria permanente.

No dia 20 de janeiro de 2000 o Padre Paulo Crozera, coordenador de pastoral da arquidiocese, nomeado por D. Gilberto Pereira Lopes assumiu o cargo de pároco, coordenador da Pastoral Universitária e capelão geral da universidade.

Em 27 de fevereiro de 2004, Dom Gilberto Pereira Lopes nomeou a profa. Brenda Maribel Carranza Coordenadora da Pastoral Universitária. Dom Bruno Gamberini, em 21 de fevereiro de 2006, nomeou o Pe. João Batista Cesário  pároco da Paróquia Universitária Santo Tomás de Aquino e Coordenador Geral da Pastoral Universitária da PUC-Campinas.