
Estudantes de Cibersegurança e Sistemas de Informação encerram participação na disciplina “Vida Universitária e Desenvolvimento Integral”
O módulo contou com dez encontros presenciais, além de atividades autônomas focadas na imersão dos novos alunos e alunas
Os estudantes ingressantes dos cursos de Cibersegurança e Sistemas de Informação, ambos da Escola Politécnica (POLI), encerraram, na última semana, o ciclo de visitas guiadas e aulas da disciplina “Vida Universitária e Desenvolvimento Integral (VIDA)”.
- Os encontros contaram com visitas guiadas à Biblioteca – Unidade 1…
- …e ao Centro de Estudos Africanos e Afro-Brasileiros (CEAAB).
O módulo contou com dez encontros presenciais, além de atividades autônomas focadas na imersão dos novos alunos e alunas. A ementa do componente curricular, que traz como proposta inserir o estudante na rotina acadêmica, também apresenta as dimensões constitutivas da formação superior.
Ao longo das aulas, foram discutidas a importância da autonomia, do protagonismo e da responsabilidade do estudante em sua trajetória de formação pessoal, profissional e como agente de transformação social.
Os encontros contaram com visitas guiadas ao Centro de Estudos Africanos e Afro-Brasileiros “Dra. Nicéa Quintino Amauro” (CEAAB), onde os estudantes foram recebidos pela Comendadora Edna Almeida Lourenço; ao Tamurá; à Coordenadoria Geral de Atenção à Comunidade Interna (CACI); ao Centro de Cultura e Arte (CCA); ao Mescla; à Biblioteca – Unidade 1; e ao prédio da Reitoria, onde a visita foi encerrada.
- Os espaços Mescla…
- …e Tamurá também foram visitados.
O gerente de Cooperação Internacional do Departamento de Relações Externas (DRE), Evandro Marcelino Martins, também ministrou uma palestra aos ingressantes apresentando todas as possibilidades de intercâmbio existentes na Universidade; o Escritório de Estágios e Carreiras da PUC-Campinas disponibilizou informações importantes aos alunos e alunas; e, no terceiro dos dez encontros houve o plantio de uma muda de ipê-amarelo ao lado do Manacás, representando o marco inicial de suas trajetórias.

De acordo com a Profa. Ma. Zuleica Queiroz Guimarães Manente, a disciplina é fundamental para ambientar e inspirar a trajetória dos estudantes
Fundamental para ambientar e inspirar a trajetória dos estudantes
Pela primeira vez ministrando a disciplina na POLI, a Profa. Ma. Zuleica Queiroz Guimarães Manente, do corpo docente da Faculdade de Relações Públicas, integrante da Escola de Linguagem e Comunicação (ELC), destaca o valor desse processo de transição. Segundo ela, a disciplina é fundamental para ambientar e inspirar a trajetória dos estudantes, apresentando a amplitude de oportunidades oferecidas pela PUC-Campinas, como programas de pesquisa e extensão, estágios, projetos e eventos que aceleram a inserção no mercado de trabalho.
“Para mim, foi um desafio muito gratificante. Como atuo na área de relações públicas, trago o olhar da comunicação, do relacionamento e do diálogo para a sala de aula. Vivenciar a realidade das engenharias e trabalhar com os seus alunos e alunas expandiu a minha visão sobre as diferentes jornadas acadêmicas e me reforçou o fato de que a interdisciplinaridade enriquece demais a formação dos nossos estudantes”, pontua Zuleica.

Para o coordenador do Curso de Cibersegurança, Prof. Me. Isaías de Queiroz Ramos, a disciplina “VIDA” desempenha um papel fundamental no processo de integração dos estudantes ao ambiente universitário.
Importante estratégia de integração institucional
Para o coordenador do Curso de Cibersegurança, Prof. Me. Isaías de Queiroz Ramos, a disciplina “VIDA” desempenha um papel fundamental no processo de integração dos estudantes ao ambiente universitário. “Ao ingressarem na Universidade, os alunos e alunas trazem como principal referência a sua experiência no ensino médio e, muitas vezes, ainda não conhecem, plenamente, as oportunidades e possibilidades oferecidas pela vida acadêmica universitária”.

O coordenador do Curso de Sistemas de Informação, Prof. Me. Ivan Granja, lembra que, para os alunos ingressantes, a disciplina “VIDA” não se trata apenas do projeto pedagógico do curso e as informações práticas que o envolvem, mas também “diz respeito a todos os tipos de oportunidades que a PUC-Campinas oferece, a sua estrutura além do curso e aos diferenciais do período correspondente à Universidade”.
Ele diz ainda que “a disciplina contribui para uma adaptação mais rápida e consciente ao ensino superior, apresentando aspectos acadêmicos, profissionais, culturais e sociais que fazem parte da formação universitária. Além de favorecer o desenvolvimento da autonomia e do protagonismo estudantil, a disciplina auxilia na construção do sentimento de pertencimento à comunidade acadêmica e, para os estudantes, essa transição torna-se mais acolhedora e estruturada, reduzindo inseguranças e fortalecendo o seu engajamento com o curso e com a Universidade”.
Para a Escola Politécnica e para a PUC-Campinas, ele ressalta que “a disciplina representa uma importante estratégia de integração institucional, contribuindo para a formação integral dos alunos e alunas, para o fortalecimento dos vínculos com a Universidade e para a permanência dos estudantes”.
O coordenador do Curso de Sistemas de Informação, Prof. Me. Ivan Granja, lembra que, para os alunos ingressantes, a disciplina “VIDA” não se trata apenas do projeto pedagógico do curso e as informações práticas que o envolvem, como locais, laboratórios, prédios, ferramentas e outros, mas também “diz respeito a todos os tipos de oportunidades que a PUC-Campinas oferece, a sua estrutura além do curso e aos diferenciais do período correspondente à Universidade”.

O integrador acadêmico de graduação da Escola Politécnica, Prof. Dr. Everton Dias de Oliveira, que participou do plantio da muda de ipê-amarelo, explica que esta é “um símbolo da recepção aos estudantes à Escola Politécnica, sendo, inclusive, uma tradição que representa o início de uma trajetória marcada pelo crescimento contínuo, pela construção do conhecimento e pela contribuição futura à sociedade”.
Um marco vivo da passagem pela Universidade
O integrador acadêmico de graduação da Escola Politécnica, Prof. Dr. Everton Dias de Oliveira, que participou do plantio da muda de ipê-amarelo, explica que esta é “um símbolo da recepção aos estudantes à Escola Politécnica, sendo, inclusive, uma tradição que representa o início de uma trajetória marcada pelo crescimento contínuo, pela construção do conhecimento e pela contribuição futura à sociedade”.
Ele continua dizendo que “assim como a muda necessita de tempo, dedicação e condições adequadas para se desenvolver e florescer, o aluno ou aluna ingressante inicia uma jornada de aprendizado que exige esforço, disciplina, curiosidade científica e perseverança diante dos desafios acadêmicos, e o ipê-amarelo, reconhecido por sua resistência e pela beleza de sua floração, simboliza a capacidade de transformação e excelência que se espera ao longo da formação universitária, refletindo o amadurecimento intelectual e pessoal do estudante”.
“Dessa forma, cada árvore plantada torna-se um marco vivo da passagem dos alunos e alunas pela Universidade, representando, não apenas o começo de sua formação na Escola Politécnica, mas também o seu compromisso com o desenvolvimento sustentável, a produção de conhecimento e o impacto positivo que poderá gerar na comunidade ao longo de sua vida profissional e cidadã, a partir da formação humano-integral característica de nossa Universidade”, esclarece Everton.
- Os estudantes de Cibersegurança e Sistemas de Informação em frente ao lugar de plantio do ipê-amarelo.
- Os alunos e alunas momentos antes do plantio, com a placa que foi colocada junto a árvore para a sua identificação.
- O prédio da Reitoria da Universidade também foi um dos locais visitados pelo grupo de estudantes.
Tudo o que a PUC-Campinas tem a oferecer
Para o ingressante do Curso de Cibersegurança, Rayan Mateus Cabral da Silva, participar da aula de “VIDA” foi “uma experiência incrível” e “conhecer os espaços da PUC-Campinas de um jeito diferente, passando pelo Manacás, pelo Tamurá, pela Praça de Alimentação, pelo Mescla e até pela Reitoria, além da árvore que plantamos, que representa o nosso curso, me fez enxergar a Universidade com outros olhos e eu vou levar isso comigo até o final da graduação”.
Leticia Michica de Melo, do Curso de Sistemas de Informação, comenta que gostou muito da disciplina “VIDA”, pois ela a ajudou no sentido de conseguir se localizar dentro da Universidade, descobrindo “espaços e oportunidades que eu não conhecia”. Sobre a disciplina, ela encerra dizendo que “é uma matéria muito importante para os calouros, pois mostra tudo o que a PUC-Campinas tem a nos oferecer”.







