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PUC-Campinas tem um dos maiores percentuais de pesquisadoras bolsistas do país

Ranking foi elaborado com dados fornecidos pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior

A PUC-Campinas tem um dos maiores percentuais de pesquisadoras beneficiadas com bolsas entre as universidades brasileiras, segundo dados da CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior).  O levantamento foi realizado pela Revista Quero, especializada na área de educação e em rankings universitários.
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As cinco primeiras aparecem com percentuais muito próximos. A PUC-Campinas é a 5ª e tem 67,7% de mulheres entre seus pesquisadores bolsistas. A instituição que lidera o ranking é a Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), com uma taxa de 71,4% de representatividade feminina entre as bolsas oferecidas para pesquisas. Em seguida, aparece a Universidade do Estado da Bahia (UNEB), com mulheres representando 70,3% das bolsas de pesquisa.
Fecham a lista a Faculdade de Apucarana (FAP) e a Universidade do Vale do Itajaí (Univali). A presença de mulheres entre estudantes que possuem bolsas para pesquisa na graduação dessas universidades é de 69,2% e 68,6%, respectivamente.
Segundo a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), 60% das bolsas pagas pelo órgão são destinadas a pesquisas realizadas por mulheres.

“Mais da metade dos nossos pesquisadores são mulheres. A maior parte dos bolsistas do CNPq de iniciação científica, de mestrado e pós-doc são mulheres. O que eu vejo é que elas ganharam espaço nesses últimos anos, com muita competência e responsabilidade. Vejo uma boa perspectiva para elas na área de pesquisa”, disse a Pró-Reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da PUC, Profa. Dra. Alessandra Borin Nogueira.
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Ela analisa o setor de pesquisa no Brasil e avalia que ainda há áreas em que a presença feminina precisa crescer. “Ainda temos desafios, vemos poucas mulheres nas áreas mais ‘duras’, como chamamos, como as ciências, tecnologia, matemática, engenharias, mas isso vem melhorando”, afirma.
Além da área de pesquisa, a Pró-Reitora também chama a atenção para o aumento do número de mulheres em cursos de especialização, procurados principalmente por quem quer se aprimorar profissionalmente. “Também nos cursos de especialização e pós-graduação na nossa universidade, a maioria são mulheres. Elas estão vendo que são capazes, podem e estão fazendo a parte delas”, afirmou.



Marcelo Andriotti
5 de março de 2020