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Gravação de telejornal realizada por estudantes de Jornalismo é acompanhada por grupo de alunos do ensino médio

A ideia foi mostrar aos quinze discentes do Colégio Madre Tereza, de Itatiba, um pouco do que eles encontrarão em uma universidade

Um grupo, composto por quinze alunos e alunas do segundo ano do ensino médio técnico em Publicidade e Propaganda do Colégio Madre Tereza, de Itatiba, acompanhou, no último dia 14 de abril, na Cave do espaço Manacás, a gravação do TJ PUC, jornal televisivo realizado pelos estudantes do terceiro semestre do curso de Jornalismo. A ideia foi mostrar aos discentes do ensino médio um pouco do que eles encontrarão em uma universidade.

De acordo com a docente responsável pela atividade, Profa. Ma. Amanda Maria Artioli Pezzo, uma ação como essa “brilha os olhos dessa meninada, pois mostra a eles um pouquinho daquilo que, não só o ambiente universitário vai oferecer enquanto formação, mas também do que eles vão encontrar no mercado de trabalho, porque a gente tenta reproduzir nessa disciplina, que é Telejornalismo Prático, exatamente aquilo que é feito no mercado, com uma semelhança muito grande com o que é realizado nos telejornais das grandes emissoras e, como eles estão estudando na área de comunicação, ao entrarem em um ambiente de estúdio, com uma equipe técnica trabalhando, com a realização de alguns rituais para se fazer a gravação de um jornal, com certeza, acabam sendo estimulados em se empenharem em seus estudos atuais e futuros”.

De acordo com a docente responsável pela atividade, Profa. Ma. Amanda Maria Artioli Pezzo, uma ação como essa “brilha os olhos dessa meninada, pois mostra a eles um pouquinho daquilo que, não só o ambiente universitário vai oferecer enquanto formação, mas também do que eles vão encontrar no mercado de trabalho”.

Sobre a atividade em si, Amanda explica que a preparação para que o telejornal fosse realizado já estava acontecendo há três meses, com a organização das pautas e reportagens, preparação para os links e montagem dos roteiros. “O jornal foi realizado com muito cuidado e, até o último minuto, foram acontecendo ajustes, com modificações nos movimentos de câmera, enquadramentos, para que chegássemos no dia de hoje com todo mundo empenhado e a adrenalina lá em cima”, explica.

A importância do trabalho em equipe
“Eu acho que o que fica é a importância do trabalho em equipe, que é fundamental, afinal, colocar um telejornal no ar é um trabalho de engrenagem, em que todas as etapas, pessoas, processos, precisam estar afinados, com cada um sabendo de suas responsabilidades para que o resultado final seja muito bom, e, ao cabo, é só celebração. Foi isso o que os alunos e alunas de Jornalismo fizeram aqui e puderam mostrar aos estudantes do Madre Tereza. Por isso, eu acho que os nossos alunos e alunas do curso de Jornalismo levam uma lição bastante importante desse momento de responsabilidade com o material que produziram, tanto em termos de conteúdo, quanto de formato”.

Sobre o uso da Cave, Amanda ressalta que o local proporcionou a possibilidade de se trabalhar em um outro formato, com uma dimensão em 360°, e “assim, gente pôde fazer uma edição de jornal mais moderna, com os apresentadores caminhando e explorando mais o estúdio, o que torna o jornal mais amplo, e essa é uma novidade para a disciplina que a gente espera aperfeiçoar cada vez mais a partir de agora, em especial, porque é um espaço multifuncional e diversas ações diferentes podem ser realizadas aqui”.

Segundo o professor dos estudantes visitantes, Gabriel Rosso, “a ideia (da visita) surgiu de uma conversa minha com eles, com o intuito de tentar entender as ambições e projeções deles para o futuro, para que eu pudesse começar a dá-los um panorama do que vem por aí, até porque eles estão estudando bastante pro vestibular e precisavam ter uma noção concreta do que é uma faculdade, a vida acadêmica”.

Entendendo o que o futuro reserva
Segundo o professor dos estudantes visitantes, Gabriel Rosso, estes se encontravam “bastante animados e ansiosos com a visita à PUC-Campinas e a ideia desta surgiu de uma conversa minha com eles, com o intuito de tentar entender as ambições e projeções deles para o futuro, para que eu pudesse começar a dá-los um panorama do que vem por aí, até porque eles estão estudando bastante pro vestibular e precisavam ter uma noção concreta do que é uma faculdade, a vida acadêmica, e eu tenho certeza de que acompanhar a gravação do jornal foi algo muito enriquecedor para eles, que são adolescentes ainda, mas logo, logo, em um período pós-vestibular, terão autonomia em suas decisões ao se tornarem jovens adultos e passarão a entender o que o futuro lhes reserva e eu tenho certeza de que isso que eles viram aqui hoje irá impactá-los positivamente em sala de aula”.

“Como muitas das decisões acadêmicas que eles precisarão tomar acontecerão muito cedo em suas vidas, quanto antes eles estiverem em contato com a universidade será mais fácil pra eles entenderem quais são as possibilidades que eles terão ao longo de sua formação como pessoas e poderão tomar decisões mais assertivas sobre o seu próprio futuro”, encerra o professor.



Daniel Bertagnoli
26 de maio de 2026