
Estudantes da Arquitetura e Urbanismo realizam atividade prática de equilíbrio em verdadeiras esculturas ao ar livre
Atividade foi desenvolvida com os alunos e alunas do primeiro ano do Curso
Os alunos do primeiro semestre de Arquitetura e Urbanismo da PUC-Campinas, no componente curricular Geometria da Arquitetura, vivenciaram, na prática, os desafios iniciais da formação por meio de uma atividade que une teoria, experimentação e execução.
Orientados pelo Prof. Dr. Fábio Muzetti e pelo Prof. Dr. Caio Ferreira, os estudantes tiveram a missão de construir verdadeiras esculturas, usando madeira, linha e tecido. Eles trabalharam com diferentes etapas, que vão desde pequenos protótipos até a construção em escala maior. Ao final, os alunos ainda produzem um relatório em vídeo, analisando o que funcionou e o que precisaria ser ajustado no projeto.
O Prof. Dr. Fábio Muzetti, decano da Escola de Arquitetura Artes e Design (EAAD), ressalta que a proposta da disciplina também está ligada à prática real da profissão. “Entendemos que projeto completo é obra acabada. Então eles veem no dia a dia como é executar e passam por todas as etapas até a construção”, afirma.
Para o professor Caio Ferreira “a proposta é fazer com que os estudantes experimentem, já no primeiro ano, todas as etapas do processo arquitetônico: da concepção à execução, eles passam por um caminho muito próximo do que será a prática profissional, entendendo como os materiais se comportam e como organizar o processo construtivo”.
Desafio para os estudantes
Para a aluna Luana Gusmatalla, a experencia foi desafiadora. A estudante explicou que a atividade envolve o estudo das chamadas estruturas tensionadas, em que o tecido, quando bem tensionado, é capaz de sustentar a estrutura mesmo sem reforços tradicionais. Nesse contexto, compreender o comportamento dos materiais se torna essencial. “Cada tecido tem sua propriedade, então precisamos testar, explorar e entender como ele reage para manter a estrutura em pé”. Além disso, afirmou que a troca com alunos veteranos e a realização de testes constantes foram fundamentais para o desenvolvimento do projeto.
Com muitos desafios, a experiência é vista como enriquecedora. A aluna Gabriela Campos constatou: “Foi uma experiência com altos e baixos, mas muito diferente e importante, porque nunca tínhamos feito algo assim antes. Conseguimos aprender bastante”.










