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PUC-Campinas recebe o VII International FoodTech Forum + VI FoodTech Expo

Evento é o principal encontro latino-americano dedicado à inovação e empreendedorismo na indústria de alimentos

A PUC-Campinas recebe, entre hoje e amanhã, dias 27 e 28 de maio, o VII International FoodTech Forum + VI FoodTech Expo, o principal evento latino-americano dedicado à inovação e empreendedorismo na indústria de alimentos e um ponto de encontro com foco nos principais problemas enfrentados pela comunidade global de alimentos e bebidas.

A ideia é discutir como a indústria de alimentos pode enfrentar as grandes transformações com resiliência, colaboração e inclusão. O tema deste ano (o segundo seguido na PUC-Campinas) é “Biotecnologia e Inteligência Artificial na Indústria de Alimentos: Desafios e Oportunidades”.

Da esquerda para a direita, o reitor da PUC-Campinas, Prof. Dr. Victor de Barros Deantoni; o secretário executivo do Ministério da Agricultura e Pecuária, Cleber Oliveira Soares; o diretor de Assuntos Regulatórios e Científicos da Associação Brasileira de Bioinovação (ABBI), Marcos Pupin; o CEO e fundador do Food Tech Hub Latam, Paulo Silveira; a diretora executiva da Associação Brasileira de Óleos Essenciais, Produtos Químicos Aromáticos, Fragrâncias, Aromas e Afins (ABIFRA), Silvia Roizenblatt; e o presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA), João Dornellas.

Promovido pelo Food Tech Hub Latam, um ecossistema que faz a conexão entre os atores da cadeia alimentar com o objetivo de impulsionar o desenvolvimento do setor alimentício, o congresso contou em sua abertura com a participação do reitor da PUC-Campinas, Prof. Dr. Victor de Barros Deantoni; do secretário executivo do Ministério da Agricultura e Pecuária, Cleber Oliveira Soares; do presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA), João Dornellas; do diretor de Assuntos Regulatórios e Científicos da Associação Brasileira de Bioinovação (ABBI), Marcos Pupin; e da diretora executiva da Associação Brasileira de Óleos Essenciais, Produtos Químicos Aromáticos, Fragrâncias, Aromas e Afins (ABIFRA), Silvia Roizenblatt.

Na sequência, aconteceram sete painéis tratando dos mais diversos assuntos dentro do tema proposto, com a participação de representantes de inúmeras empresas, laboratórios, institutos, entidades governamentais e associações de classe do ramo.

Embalagens e startups
Amanhã, pela manhã, acontecerá o Fórum de Embalagem de Alimentos. A oradora principal será a gerente do Escritório de Gerenciamento de Projetos (PMO) e Portfólio, do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) da Nestlé para a América Latina. Na sequência, quatro painéis serão realizados, tratando de diversos assuntos, como o impulsionamento de mudanças no design de embalagens e sobre como projetar embalagens acessíveis e inclusivas.

Por fim, no período vespertino, acontecerá o Food Tech Global Challenge, uma competição em que as startups mais disruptivas do cenário food tech poderão apresentar as suas soluções a líderes, especialistas e grandes players do setor, dentro do ecossistema do International Food Tech Forum, sendo a oportunidade de ganhar visibilidade, realizar conexões estratégicas e conquistar espaço para crescer.

Elo entre a academia e o mercado
De acordo com o reitor da PUC-Campinas, Prof. Dr. Victor de Barros Deantoni, a realização do VII International FoodTech Forum + VI FoodTech Expo é “de grande relevância” para a Universidade, porque “ela atinge diretamente um dos pontos que nós mais temos tratado em nossa Instituição, que é a importância do elo entre a academia e as tecnologias e o mercado de trabalho e, um evento como esse, que atrai pesquisadores do mundo inteiro para ficarem em contato com os nossos alunos e alunas, é justamente uma forma de mantermos essa conexão, a fim de evitarmos que as tecnologias, em especial a inteligência artificial, fiquem cada vez mais distantes da nossa realidade”.

De acordo com o reitor da PUC-Campinas, Prof. Dr. Victor de Barros Deantoni, a realização do VII International FoodTech Forum + VI FoodTech Expo é “de grande relevância” para a Universidade, porque “ela atinge diretamente um dos pontos que nós mais temos tratado em nossa Instituição, que é a importância do elo entre a academia e as tecnologias e o mercado de trabalho”.

Uso das tecnologias para o benefício da humanidade
Ele continua dizendo que o setor de alimentos passa por uma revolução em nossos tempos, sendo o seu maior desafio, produzi-los de “forma mais otimizada, sustentável. E o Papa Leão XIV, em sua encíclica “Magnifica Humanitas” (em tradução livre para o português, “Magnífica Humanidade”), nos provoca a fazer esse tipo de questionamento, para que que nós pensemos que, de fato, todas essas tecnologias que estão surgindo só fazem sentido se forem para ser usadas para o benefício da humanidade”.

Preocupar-se com não ser um espectador
Durante o seu discurso de abertura, professor Victor lembrou que a um raio de poucos quilômetros do Campus I da PUC-Campinas são encontradas diversas outras universidades, grandes empresas e alguns dos maiores centros de pesquisa do país e que, por isso mesmo, é tão importante se discutir temas como a inteligência artificial e a digitalização e o desafio que isso representa para a sociedade.

Sobre os estudantes presentes, ele lembrou que estes, provavelmente, serão aqueles que estarão trabalhando “com estas novas tecnologias daqui a alguns poucos anos e, ao participarem de um evento como o FoodTech, isso só acrescenta a sua formação e vai ao encontro dos princípios de nossa Universidade”. Ao lembrar novamente da encíclica recém-publicada do Papa Leão XIV, ele disse que “quando a tecnologia e os conteúdos ficam muito distantes de nossa percepção, começamos a nos tornar espectadores e, ao parecer que tudo está indo bem, a gente passa a torcer pra que tudo dê certo, mas a gente não faz parte daquilo, e essa é a grande preocupação”.

“Essa nova encíclica faz referência a uma outra encíclica, do Papa Leão XII, “Rerum Novarum” (em tradução livre para o português, “Das Coisas Novas”), escrita no final do século XIX, quando havia o conceito de que a máquina, a indústria, tomaria conta de tudo e que as pessoas não seriam mais necessárias e, agora, uma nova discussão se apresenta, com uma semelhança no posicionamento das duas encíclicas: a de que não se pode pensar em desenvolvimento, sem levar em conta os trabalhadores e a qualidade de vida destes e o real benefício à comunidade. Qualquer tipo de avanço tecnológico só fará sentido se trouxer benefício para a sociedade”, encerra o reitor.

Segundo o CEO e fundador do Food Tech Hub Latam, Paulo Silveira, o evento, na atualidade, é um ponto de encontro da indústria de alimentos para se discutir temas importantes durante todo esse período de transformações tecnológicas.

Unindo a academia à indústria
Segundo o CEO e fundador do Food Tech Hub Latam, Paulo Silveira, o evento, na atualidade, é um ponto de encontro da indústria de alimentos para se discutir temas importantes durante todo esse período de transformações tecnológicas. “A biotecnologia apresenta pra gente as novas formas de produção de alimentos e a inteligência artificial é a grande plataforma de melhoria da eficiência dessa produção e o que a PUC-Campinas tem nos proporcionado pelo segundo ano seguido é essa integração academia-indústria, tão necessária, pois o que a gente precisa cada vez mais trabalhar é para que a pesquisa básica se reverta em produtos e negócios para a sociedade”.

O CEO lembra ainda que a PUC-Campinas conta com uma longa tradição no ramo da inovação, “possui grande infraestrutura e um excelente curso de Engenharia de Alimentos” e que “precisamos juntar cada vez mais a academia e a indústria para que as pesquisas possam ganhar à luz do dia, pois a indústria demanda o pesquisador e é só assim que se move para o futuro e a inteligência artificial é uma plataforma tecnológica que precisa de pessoas qualificadas para operá-la, porque a plataforma em si não resolve nada e a parte humana é importantíssima para que possam surgir coisas novas, eficientes e produtivas”.

“Sem nutrição, não há saúde”
Durante a sua explanação, o secretário executivo do Ministério da Agricultura e Pecuária, Cleber Oliveira Soares, disse que quando o assunto é oportunidade na cadeia agroalimentar brasileira, ele sempre gosta de enxergar o “copo meio cheio” e ressaltou que “quando muitos de nós aqui éramos crianças, uma pessoa com menos de sessenta anos já era considerada idosa. Hoje, certamente, boa parte da plateia tem mais de quarenta anos e nós somos jovens, porque no Brasil, e no mundo como um todo, mudou-se muito a expectativa de vida. É claro que as ciências da área da saúde contribuíram muito com isso, mas, na pecuária, existe uma máxima de que ‘saúde entra pela boca’, pela alimentação, pois sem nutrição, não há saúde”.

Ele lembrou ainda que o expressivo aumento da produção alimentar no Brasil se deu “graças a muita tecnologia. Tecnologia do lado de dentro e do lado de fora da porteira, sendo, neste último caso, na indústria de transformação e na área de ciência e inovação da tecnologia de alimentos. É a ciência quem mostra os caminhos para que equacionemos o paradigma de Thomas Malthus (clérigo anglicano, economista, matemático e iluminista britânico, considerado o pai da demografia) de que a população cresceria em escala geométrica e a produção de alimentos em escala aritmética e, graças à tecnologia de alimentos, nós temos conseguido equacionar essa situação”.

Durante a sua explanação, o secretário executivo do Ministério da Agricultura e Pecuária, Cleber Oliveira Soares, disse que “é a ciência quem mostra os caminhos para que equacionemos o paradigma de Thomas Malthus de que a população cresceria em escala geométrica e a produção de alimentos em escala aritmética e, graças à tecnologia de alimentos, nós temos conseguido equacionar essa situação”.

“Quem tem fome, tem pressa”
Cleber esclarece que é inadmissível nos dias atuais haver cerca de dois bilhões de pessoas em situação de fome crônica no mundo e que existe um déficit de grãos da ordem de um bilhão de toneladas e de 500 milhões de toneladas quando o assunto é proteína animal. “Se transformarmos tudo isso em calorias, o déficit global previsto até 2030 é de cerca de 314 trilhões de quilocalorias e, como diz o ditado: ‘quem tem fome, tem pressa” e é por isso que precisamos unir esforços em iniciativas como o FoodTech. Para reduzirmos essas lacunas. E as ciências da computação e as ciências biológicas, em sentido estrito, é quem farão isso. O presente e o futuro do agro será biodigital, porque tecnologias como a IA generativa, a visão computacional, a robótica, irão reduzir esses gargalos e aumentar a potencialidade da produção biológica”.

Ele finalizou dizendo que “o sistema biológico é autolimitante e serão as ciências computacionais, que nos farão dar o novo salto para seguirmos crescendo e para podermos superar os três grandes desafios da humanidade atual: a segurança alimentar, a segurança energética e a segurança climática”.

A indústria do futuro
O presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA), João Dornellas, disse acreditar que a biotecnologia e a inteligência artificial já demonstraram como será a indústria do futuro, inclusive disponibilizando soluções concretas que já estão transformando a realidade e a eficiência dos negócios.

“A biotecnologia e a inteligência artificial, na atualidade, não são apenas ferramentas pontuais, mas já formam uma nova plataforma de inovação para a cadeia de alimentos, acelerando soluções concretas e a passagem da ciência para a aplicação industrial e para o mercado consumidor através da qualidade das matérias-primas, do desenvolvimento de ingredientes, do processamento manufatureiro, da rastreabilidade e da logística”, comenta Dornellas.

O presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA), João Dornellas, disse acreditar que a biotecnologia e a inteligência artificial já demonstraram como será a indústria do futuro, inclusive disponibilizando soluções concretas que já estão transformando a realidade e a eficiência dos negócios.

Mantendo a competitividade no setor
“Para nós, da indústria brasileira de alimentos, esta agenda de inovação estratégica é fundamental pra que possamos manter a competitividade do setor. Há três anos, o Brasil passou a ser o maior exportador de alimentos industrializados do planeta e, há muito tempo, eu digo que, além de ser o celeiro do mundo, o Brasil tinha de ser o supermercado do mundo, ou seja, fabricar, transformar e agregar valor em nosso território, gerando renda e emprego, e a agenda de inovação apresentada aqui hoje é estratégica para manter a competitividade dos nossos produtos. Nós temos terra, temos gente, temos recursos naturais e conseguimos atender, com excelência, as exigências regulatórias, religiosas e sanitárias do mundo todo e com qualidade, porque não existe segurança alimentar sem alimento seguro. E em um ambiente global complexo, com guerra de tarifas, como agora, fica muito claro que quem ganha essa guerra é quem tem capacidade para oferecer produtos de qualidade e estes nascem da tecnologia e da inovação e, por isso, o Food Tech é fundamental para nós”, esclareceu o presidente da ABIA.

Revolucionando a indústria de alimentos
O diretor de Assuntos Regulatórios e Científicos da Associação Brasileira de Bioinovação (ABBI), Marcos Pupin, comentou que, há muitos anos, se qualquer pessoa quisesse consumir uma manga, por exemplo, teria de esperar pela época de produção dessa fruta em específico e que, na atualidade, as pessoas possuem o “privilégio de poder prová-la o ano todo e isso acontece por conta da tecnologia”. Ele continuou salientando que “a convergência entre a biotecnologia e a inteligência artificial na indústria de alimentos é o futuro” e que a promoção da bioinovação é “necessária”.

“Usarmos os recursos biológicos e renováveis para desenvolver novos produtos, processos e modelos de negócio mais sustentáveis, eficientes e competitivos, em especial com a chegada da inteligência artificial, deve gerar um grande aumento da produção em um espaço cada vez menor. A combinação entre biotecnologia e inteligência artificial está revolucionando a indústria de alimentos, desde o desenvolvimento de novos ingredientes e proteínas alternativas até a otimização de processos produtivos, redução de desperdícios e maior rastreabilidade nas cadeias”, explicou Pupin.

O diretor de Assuntos Regulatórios e Científicos da Associação Brasileira de Bioinovação (ABBI), Marcos Pupin, comentou que “usarmos os recursos biológicos e renováveis para desenvolver novos produtos, processos e modelos de negócio mais sustentáveis, eficientes e competitivos, em especial com a chegada da inteligência artificial, deve gerar um grande aumento da produção em um espaço cada vez menor”.

A maior biodiversidade do planeta
Ele ressaltou ainda que “nós estamos vivendo uma mudança estrutural na forma como produzimos e consumimos alimentos e, dentro desse contexto de mudança, aparecem as biossoluções, em que produtos biológicos são utilizados como catalisadores para viabilizar a manufatura de base biológica, o que inclui enzimas e microoganismos, combinando ciência, inovação e sustentabilidade”.

“É preciso lembrar que a maior biodiversidade do planeta está aqui no Brasil, um país que tem uma base científica instalada e um crescente ecossistema de inovação, mas, para transformarmos esse potencial em realidade, precisamos avançar em pontos-chaves, como a implantação de um bom ambiente regulatório, previsibilidade, incentivos à inovação e integração entre ciência, indústria e tecnologia digital. A combinação entre biotecnologia e inteligência artificial não é uma tendência, mas, sim, um dos principais vetores de transformação da indústria de alimentos e da economia como um todo”, esclareceu o diretor da ABBI.

Buscando a naturalidade
A diretora executiva da Associação Brasileira de Óleos Essenciais, Produtos Químicos Aromáticos, Fragrâncias, Aromas e Afins (ABIFRA), Silvia Roizenblatt, encerrou os discursos de abertura dizendo que a inserção da biotecnologia e da inteligência artificial na indústria de alimentos já é uma realidade e lembrou que aquilo que o consumidor mais quer em seus produtos é a naturalidade. Por isso, ela disse que “a indústria precisa de sustentabilidade, de precisão, de pureza e de escala e a tecnologia oferece essa solução. Na minha área, a demanda do consumidor é cada vez maior por ingredientes e aromas naturais e essa demanda é impulsionada pelo movimento Clean Label (em tradução livre para o português, “Rótulo Limpo”, que se refere à tendência de criar produtos com ingredientes naturais, minimamente processados e fáceis de entender). Só para se ter uma ideia, a demanda global por aromas naturais tem aumentado e, hoje, mais de 40% das novas bebidas lançadas já os utilizam”.

A diretora executiva da Associação Brasileira de Óleos Essenciais, Produtos Químicos Aromáticos, Fragrâncias, Aromas e Afins (ABIFRA), Silvia Roizenblatt, encerrou os discursos de abertura dizendo que a inserção da biotecnologia e da inteligência artificial na indústria de alimentos já é uma realidade e lembrou que aquilo que o consumidor mais quer em seus produtos é a naturalidade.

“O consumidor pede, mas, nós sabemos que processos de extração natural tradicional ou de síntese química tradicional já não são mais suficientes e, é por conta de tais demandas e dos desafios encontrados que, muitas vezes, a indústria não consegue mais entregar volume, preço e estabilidade, que são tão importantes para o mercado. Aromas como o de baunilha, de frutas cítricas, de frutas vermelhas ou de especiarias sofrem com o impacto de variações climáticas; de sazonalidade; de baixo rendimento; da cadeia agrícola, que é instável; e, obviamente, isso tudo acarreta em alto custo, então, a solução é a biotecnologia, que é muito importante para trazer a solução necessária para equacionarmos essa conta”, explicou Silvia.

Aliando a biotecnologia à inteligência artificial
Ela diz ainda que aliar a biotecnologia à inteligência artificial na indústria de aromas é muito importante para se descobrir novas moléculas e identificar e interpretar outras tantas, prevendo as suas notas, e também para realizar cruzamentos de dados, projeção de rotas metabólicas e melhora de rendimento. “O que era feito antes por tentativa em erro, hoje traz um enorme grau de precisão e de forma muito preditiva. O processo de fermentação de precisão (processo de produção no qual moléculas biológicas específicas são fabricadas utilizando microrganismos), por exemplo, traz escala, padronização, sustentabilidade e pureza por conta das moléculas específicas, da rastreabilidade em virtude do processo mais controlado, da inovação de rotas, de moléculas difíceis de serem extraídas e de menor dependência do clima e da sazonalidade”, comenta.

Ela encerrou dizendo que a biotecnologia e a inteligência artificial não são o futuro, mas o presente, e as empresas que se utilizarem delas e os profissionais que tiverem esse conhecimento e o aplicarem na indústria, irão diminuir em muito todos os desafios com relação à escassez de alimentos no mundo”.



Daniel Bertagnoli
27 de maio de 2026