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Cerca de 60% das contratações, entre agosto e setembro deste ano, foram de jovens com até 24 anos

Entre os meses de agosto e setembro deste ano foram criados cerca de 10 mil novos postos de trabalho na Região Metropolitana de Campinas (RMC). O saldo de emprego em 2007 já supera em 22% o saldo de 2006. As cidades de Campinas e Indaiatuba juntas geraram mais da metade dos empregos da RMC. Esses são alguns dos pontos destacados pela pesquisa Emprego na RMC que integra o Boletim Econômico PUC-Campinas e é realizada pela professora da Faculdade de Economia Eliane Navarro Rosandiski. A íntegra da pesquisa pode ser consultada no Portal PUC-Campinas, no link Imprensa – www.puc-campinas.edu.br/imprensa.

De acordo com a pesquisa, o resultado positivo da RMC deveu-se ao desempenho das atividades terciárias de comércio e de serviços de alojamento, alimentação e reparação. Na indústria os maiores destaques foram os segmentos de material elétrico, de comunicações e de transportes. Cerca de 44% do saldo de vagas foram oferecidas pelas microempresas. E, os jovens com até 24 anos de idade foram os mais privilegiados pelas empresas, respondendo por 60% das contratações. O salário médio, continuou em elevação, atingindo o valor de R$ 801,00. E a cidade de Hortolândia, novamente, apresentou a maior média salarial, com R$ 1.137,00.

O levantamento sobre o emprego utiliza as informações obtidas a partir do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (CAGED) do Ministério do Trabalho e Emprego e visa mapear as características do emprego formal gerado na RMC e sinalizar para as tendências do mercado de trabalho. Ou seja, identificar, a partir dos resultados observados no mercado de trabalho, os segmentos de atividade econômica e/ou municípios mais dinâmicos no processo de desenvolvimento regional.



Portal Puc-Campinas
21 de novembro de 2007