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“Economia de Francisco” reúne pesquisadores e estudantes para debate sobre economia solidária e inclusiva

Evento faz parte de uma ação proposta pelo Papa Francisco para discutir a desigualdade e riscos ambientais

Foi realizado, na manhã de 6 de novembro, na PUC-Campinas, o primeiro encontro do projeto “Economia de Francisco”. O evento fez parte da proposta liderada pelo Papa Francisco para se pensar uma outra economia possível, solidária, que se paute pela ética, pela justiça social e pela inclusão. O seminário foi organizado pelo Prof. Dimas A. Gonçalves, com os palestrantes, também professores da Instituição, Antonio Carlos A. Lobão, Márcio Tangerino e Izaías Borges.

Com a participação de muitos estudantes, principalmente alunos do Curso de Economia, o seminário foi um de diversos realizados em todo o Brasil, principalmente nas PUCs. “Nos próximos dias 18 e 19, teremos um encontro em São Paulo, no Tuca, da PUC-SP, com representantes de todo o Brasil e de países da América do Sul. Isso é uma preparação para um encontro internacional que ocorrerá no ano que vem em Assis, na Itália”, disse Dimas.

Ele conta que a iniciativa do Papa Francisco vem mobilizando pessoas em todo o mundo e que o objetivo não é apenas apresentar propostas para uma nova economia. “O que o Papa deseja é ouvir e dialogar principalmente com os jovens”, disse.

Dois dos temas que o Papa Francisco salientou na sua proposta foram a desigualdade e os problemas ambientais. Os palestrantes apresentaram uma série de estudos e dados sobre os dois assuntos. O Prof. Izaías de Carvalho Borges, que também é Diretor da Faculdade de Ciências Econômicas, mostrou alguns dados sobre a mortalidade infantil no mundo.

“Morrem 5,5 milhões de crianças por ano vítimas de causas evitáveis, como pneumonia e desnutrição. É alarmante ver esse número sabendo que a agricultura produz o suficiente para alimentar todo o planeta e ainda há sobra”, afirmou.

Ele também disse que a população mundial deve continuar crescendo até 2100 e que, até 2050, a população mundial deve passar de 9 bilhões. O desafio para os próximos 30 anos é conseguir produzir alimentos e garantir água para essa população.

O Prof. Antonio Carlos A. Lobão falou sobre a necessidade de a população agir para enfrentar esses problemas. “Precisamos parar de agir como se fôssemos turistas neste mundo. Nós melhoramos muitas coisas nas últimas décadas, sabemos que é possível melhorar e precisamos continuar trilhando esse caminho”, disse.

O Prof. Márcio Tangerino também criticou a postura de “turista”, apenas de passagem pelo planeta. “Muitas vezes só queremos estar com pessoas que pensam como nós, com a mesmas vontades. Mas temos que perceber que a realidade não se dobra à nossa vontade e que precisamos dialogar mesmo com quem pensa diferente para agir, se queremos melhorar”, disse.

A ideia é que, no próximo ano, seja realizado no CEA (Centro de Economia e Administração) um ciclo de debates com encontros mensais para discutir temas variados ligados à economia e ao meio ambiente.




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