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Documentários da Faculdade de Jornalismo podem ser vistos na TV Câmara

Os Projetos Experimentais dos graduados pela PUC-Campinas serão exibidos no programa “Direto da Universidade”

Oito documentários produzidos por ex-alunos da Faculdade de Jornalismo da PUC-Campinas, como resultado de trabalhos de conclusão de Curso, foram selecionados para exibição na TV Câmara como parte do programa “Direto da Universidade”, apresentado pelo jornalista André Aranha. A transmissão faz parte de um convênio entre a Faculdade e a emissora, e as exibições ocorrerão ao longo do mês de março, às segundas-feiras e quartas-feiras, às 7h30 e 22h30, e às sextas-feiras e sábados, às 7h30 e 19h30.

Para o diretor do Centro de Linguagem e Comunicação, Lindolfo Alexandre de Souza, a oportunidade é importante para valorizar as produções acadêmicas e aumentar a visibilidade dos trabalhos realizados por profissionais recém-formados pela Instituição.

O diretor de Comunicação da Câmara Municipal de Campinas, Dario Djota Carvalho Jr., explica que as exibições dos projetos das universidades do município fazem parte de um trabalho de valorização da produção cultural, acadêmica, esportiva e informativa de interesse da população. “A TV insere em sua grade produtos de qualidade elevada, tanto do ponto de vista técnico como de conteúdo”, afirma Djota.

O diretor de Comunicação também ressalta o alcance das produções transmitidas em sinal de TV aberta, que cobre cerca de 400 mil residências da cidade e vai além dela, chegando a diversas cidades da RMC ou além. “Em geral, os comentários são elogios sobre a boa qualidade dos documentários e videorreportagens, mas também aparecem opiniões de espectadores se dizendo surpresos pela escolha de conteúdos dos TCCs, que muitas vezes abordam temas incomuns em uma televisão aberta”, diz Djota.

A primeira produção apresentada foi “Ekeruá: resistência e cultura”, das ex-alunas Gabriela Cadamuro, Giulia Cieri, Lorena Curtolo, Luiza Morais Rossi e Nicole Januzzi. O trabalho aborda a cultura indígena na aldeia de Ekeruá, localizada no município de Avaí, Interior do Estado de São Paulo, e tem como propósito dar visibilidade para a luta desse povo por sobrevivência em meio a um cenário urbano e civilizado no estado mais populoso e industrializado do Brasil.

Os próximos documentários apresentados serão:

A sustentabilidade e a moda – Novos jeitos de produzir e consumir

Por: Bianca Mariano, Luana Onelli e Mariana Laurindo
Orientação: Cecilia Toledo

A reportagem visa explicar o que é moda sustentável e mostrar como instituições e pessoas estão ajudando e tentando se ajustar a essa nova maneira de consumir. O foco são as histórias das pessoas envolvidas em projetos sustentáveis e pessoas que decidiram consumir de um jeito mais consciente.

Tiros na Catedral – 1 ano depois

Por: Sarina Gonçalves da Silva, Tamires Pisciotta e Yasmin Rachid
Orientação: Carlos Alberto Zanotti

Relata o que se sucedeu um ano após o massacre no dia 11 de dezembro de 2018 na Catedral Metropolitana de Campinas. Foram realizadas pequenas reportagens audiovisuais no formato vertical para o aplicativo WhatsApp com o tema escolhido. Os vídeos são divididos em 5 partes, contando a história da família das vítimas, dos sobreviventes, e ouvindo fontes oficiais.

Divulgando os meninos de Dom Bosco em Campinas

Por: Isabela Winckler e Marla Santos
Orientação: Cecilia Toledo

O projeto é a elaboração e aplicação de um plano de Comunicação para a ONG Salesianos Cooperadores, de Campinas, com um vídeo institucional e um conjunto de ações, como postagens nas redes sociais e contato com famílias da escola onde está sediada a ONG, visando ao crescimento do número de voluntários na comunidade do entorno da instituição.

Influenciadores digitais: os bastidores da vida real

Por: Ana Victória Vidal Salgado e Luiza Bouchet
Orientação: Cecilia Toledo

Série de reportagens sobre Influenciadores Digitais, com objetivo de destrinchar em três episódios esse novo ofício da internet, abordando em cada um deles as diferentes questões que este tema traz, como, por exemplo, a classificação dos influenciadores digitais, a formação desses novos profissionais e os investimentos em novos cursos e como eles lucram com essa nova ocupação. Por fim, mostra profissionais que deixaram suas carreiras “tradicionais” para serem influenciadores digitais, apresentando os bastidores e desmistificando a ideia de “vida perfeita”.

Pratas da Casa – Ontem e hoje da base de Guarani e Ponte Preta

Por: Rafael Augusto Camargo e Vitor de Andrade Burgareli
Orientação: Carlos Gilberto Roldão

O vídeo retrata como era, nas décadas de 1970 e 1980, o trabalho de base no futebol campineiro, que se transformou em referência e em um dos principais “celeiros” para a revelação e utilização de seus craques na equipe principal, propiciando a construção de uma fase que está marcada na memória dos amantes do futebol da época, com momentos de glórias e conquistas.

Donas de si (Domésticas? Desmitificadas)

Por: Amanda Furlan, Anna Bonin, Luiza Lanna, Rayssa Almeida e Victória Bolfe
Orientação: Cyntia Andretta

Ao completar quatro anos da Lei Complementar Nº 150, é possível observar que ela está, em muitos casos, dificultando a vida da empregada doméstica, que agora se tornou diarista de diferentes casas. Diante dessa realidade, este documentário pretende mostrar domésticas que reivindicam os seus direitos, seja por meio de diálogo e/ou negociação com os patrões, seja mesmo buscando a justiça, apresentando também em que medida essas trabalhadoras têm outros tipos de participação na sociedade.

Se(r)mentes de Marielle

Por: Gabriela Brumatti, Letícia Marchezim Fabrin, Mariana Maciel Gomes e Marina Menegatto
Orientação: Ivete Cardoso Roldão

Este documentário pretende contar histórias de mulheres que se encontraram como líderes na ocupação do MST “Marielle Vive”, seja levantando as reivindicações dos moradores e estudando para resolvê-las, seja realizando alguma atividade que contribua para o seu desenvolvimento. É mostrada a história delas até chegar no “Marielle Vive” e a trajetória de um ano do acampamento em Valinhos sob a ótica dessas mulheres.



Marcelo Andriotti
2 de março de 2020