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Os dados do Boletim Econômico PUC-Campinas, referente aos meses de julho e agosto de 2008 sobre o emprego da Região Metropolitana de Campinas (RMC) mostram que o saldo de emprego deste ano é 25% superior ao de 2007, gerando até o momento 9.563 novos postos de trabalho. A cidade de Campinas mantém a liderança com 36% das vagas na região. Paulínia ocupou o segundo lugar na pesquisa com 11% e Sumaré em terceiro com 9% do saldo de empregos. O Boletim ainda registra uma tendência de queda, nos últimos três meses, nos preços dos alimentos. No mês de setembro, a cesta básica de Campinas apresentou um custo médio de R$ 207,81. Em agosto, o custo havia ficado em R$ 209,44 e, em julho, a cesta básica teve o custo de R$ 213,34. A íntegra das pesquisas sobre Emprego na RMC e sobre Cesta Básica pode ser conferidas no Portal PUC-Campinas – //www.puc-campinas.edu.br/imprensa/boletim_economico/

Empregos na RMC
A principal razão para o desempenho positivo da RMC se deve as atividades no setor do comércio varejista e de serviços de apoio à atividade produtiva. Outro dado relevante é que 50% das vagas oferecidas foram geradas por microempresas e 25% por pequenas empresas.

Os dados elaborados pelo Boletim revelam ainda que 68% das pessoas admitidas tinham ensino médio completo e apenas 16% o superior completo. Sendo a contratação de jovens até 24 anos continua sendo a porcentagem mais alta de 72%. Pessoas com idade entre 40 e 65 anos representam 6% das contratações. A média salarial da região ficou em R$ 861,00, ficando 21% superior a média nacional. O município de Hortolândia apresentou a maior média com R$ 1.208,00.

O Boletim Econômico PUC-Campinas – Acompanhamento de Emprego da RMC é realizado pela professora Eliane Navarro Rosandiski do Centro de Economia e Administração (CEA) da PUC-Campinas.

Cesta Básica de Campinas
Em setembro de 2008 a redução do custo da Cesta Básica foi de 0,78%. Esta tendência também foi apurada pelo DIEESE, que registrou nos preços dos alimentos nas principais capitais da região sudeste no último mês. Apesar da tendência de queda, desde janeiro de 2008 o custo da cesta básica de Campinas já registra alta de 2,76%. Nos últimos 12 meses, o custo da cesta básica em Campinas cresceu 26,50%

Os dados do levantamento indicaram que em setembro o custo da cesta básica foi equivalente a 50,07% do salário mínimo. Em agosto, o custo havia sido equivalente a 50,47%. Assim, essa redução implicou num pequeno aumento do poder de compra do trabalhador campineiro.

De acordo com estudo, a batata e o tomate foram os principais itens responsáveis pela redução no custo da cesta básica no mês de setembro. Outros itens que contribuíram para a redução do custo da cesta básica foram a farinha de trigo, óleo de soja e o leite tipo C. O café em pó e o feijão também apresentaram redução nos preços.

O Boletim Econômico PUC-Campinas – Cesta Básica de Campinas é realizado pelo professor Cândido Ferreira da Silva Filho do Centro de Economia e Administração (CEA) da PUC-Campinas. A pesquisa é uma atividade de extensão que acompanha a evolução dos preços de 13 produtos de alimentação e o gasto mensal de um trabalhador para adquiri-los.



Portal Puc-Campinas
22 de outubro de 2008