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Estudantes do primeiro ano desenvolvem soluções para desafios reais

Disciplina Práticas Empreendedoras da PUC-Campinas estimula a criatividade e a visão de negócios desde o primeiro semestre, resultando em propostas inovadoras para desafios sociais e de mercado.

O espírito empreendedor tomou conta da PUC-Campinas no dia 5 de dezembro, durante a apresentação dos pitches da disciplina Práticas Empreendedoras, realizada pelos alunos do primeiro ano dos cursos de Graduação da Universidade.

Os estudantes apresentaram seus projetos inovadores, demonstrando criatividade e a capacidade de aplicar conhecimentos acadêmicos na solução de problemas reais, com foco em sustentabilidade e impacto social.

Segundo a Profa. Me. Fabiana Pastana, docente da Escola de Ciências da Vida e assessora pedagógica da Pró-Reitoria de Graduação, a disciplina, logo no início da trajetória acadêmica, visa não apenas apresentar o universo da inovação e do empreendedorismo, mas também promover uma formação mais completa e conectada com o mercado. “O componente curricular Práticas Empreendedoras mostra as várias possibilidades de mercado, o que o estudante está aprendendo e como pode aplicar o conhecimento fora da universidade. Isso o coloca mais próximo do mercado de trabalho, pois aprende a empreender, a ter ideias, usar a criatividade e elaborar projetos”, afirmou.

A Profa. Me. Vânia Bitencourt Serrasqueiro, da Escola de Economia e Negócios, destacou que os estudantes têm a oportunidade de vivenciar os conceitos do empreendedorismo de forma imersiva. “Com o apoio do Mescla e a possibilidade de assistir aos pitches de empresas já incubadas na universidade, a experiência torna-se ainda mais envolvente. Logo nas primeiras entregas, percebemos o envolvimento do grupo e a vontade de fazer sempre mais”, afirmou.

“É muito gratificante ver o quanto que eles conseguem evoluir nessa disciplina, que é breve, mas permite chegar a um protótipo, um pré-projeto, e compreender toda a estrutura necessária para ingressar no Mescla ou empreender”, complementou a Profa. Me. Laís Almeida de Souza, da Faculdade de Engenharia Ambiental da PUC-Campinas.

 Jornada completa

O Pitch de Práticas Empreendedoras reforça o compromisso da PUC-Campinas em integrar teoria e prática, preparando os estudantes desde o primeiro semestre para os desafios e oportunidades do mercado de trabalho e do empreendedorismo.

Todo o processo de design thinking contou com o apoio do Mescla, por meio de mentorias. Os estudantes aprenderam sobre temas como definição de público-alvo, criação de personas e elaboração do modelo de negócios.

Por meio de desafios individuais e em grupo, os alunos desenvolveram, em sala de aula, habilidades essenciais para a identificar oportunidades, criar soluções inovadoras e aprimorar suas competências empreendedoras. Ao final do processo, cada grupo apresentou um pitch de cinco minutos para avaliação.  Durante a apresentação, os estudantes vivenciaram na prática o desafio de apresentar e defender uma ideia inovadora diante de uma banca avaliadora.

Segundo o Prof. Dr. Tomas Sniker, que participou da banca, a disciplina não apenas apresenta aos estudantes as diversas possibilidades que a universidade oferece, mas também fornece conteúdos teóricos e técnicos que poderão ser aplicados em seus próprios projetos.

“Essa etapa é muito importante, pois nos permite ter um termômetro dos projetos desenvolvidos ao longo do semestre e orientá-los quantos aos próximos passos. Isso é essencial para que o estudante compreenda o que pode realizar dentro da PUC-Campinas em relação à inovação e ao  empreendedorismo”, explicou.

Experiência e aprendizado

Para os estudantes que participaram dos pitches de Práticas Empreendedoras, a experiência contribuiu significativamente para a formação, como explica o estudante de Engenharia da Computação, Maike Júnior dos Santos Vargas. “Melhorou muito a minha habilidade com pesquisas e me ajudou a enxergar esse lado mais humano, que vou precisar na minha área de trabalho no futuro.”, disse.

“Foi um projeto muito interessante. É uma disciplina que nos aproxima da realidade, muitas vezes difícil de enxergar. Ela nos mostra e nos direciona para o mundo real”, afirmou Leonardo Fonseca de Oliveira, estudante de Engenharia de Software.

Maria Clara Chiede Pucci, estudante de Engenharia de Software, também fez um balanço positivo da disciplina. “Primeiramente, gostaria de agradecer pela oportunidade de cursar essa disciplina de empreendedorismo. Acho que é uma matéria muito boa para que, ao nos formarmos ou mesmo durante a graduação, possamos desenvolver algo. Adorei a oportunidade que tive”, afirmou.

“Assim como em todo projeto em grupo, o processo foi desafiador, já que cada um tem seu jeito de pensar. Fomos alinhando as ideias, reunindo um pouco do que cada integrante gostou, e acabou dando certo no final”, complementou Hadassa Júlia Monteiro Nalin, estudante de Engenharia Civil.



Jean Spaduzano
15 de dezembro de 2025