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Estudantes da Escola Politécnica realizam plantio de Ipês-amarelos

Tradição da Escola Politécnica (POLI) une integração, responsabilidade ambiental e simbolismo no começo da Graduação

Os estudantes do 1º semestre dos Cursos da Escola Politécnica (POLI) da PUC-Campinas participam, desde o dia 26 de março, de um momento simbólico que marca o início de suas trajetórias acadêmicas: o plantio de mudas de Ipês-amarelos.

A ação, que já se consolidou como tradição da POLI, vai além de um gesto ambiental e propõe uma reflexão sobre o crescimento pessoal e coletivo ao longo da graduação. De acordo com a Profa. Me. Laís Almeida de Souza, Integradora Acadêmica de Graduação e docente da Faculdade de Engenharia Ambiental, a proposta busca criar uma conexão entre o desenvolvimento da árvore e a jornada universitária. “A ideia é que os alunos, ao ingressar aqui na Escola Politécnica, tracem uma linda jornada. Assim como o ipê, que no início vai precisar de muitos cuidados, a gente quer que eles entendam que o começo da graduação também exige esforço, inclusive coletivo”, explicou.

Ela destacou ainda o valor simbólico do plantio. “É um ato que representa deixar uma marca na Universidade. Quando eles passarem por aqui no futuro, vão lembrar que fizeram parte de algo maior. Pedimos que eles adotem essa muda, cuidem dela até que cresça de forma independente, assim como será a trajetória deles daqui a alguns anos”, complementou.

A experiência

Thomas Krause (à esquerda) e Lucas Gomes Zacarias (à direita).

Para os estudantes, a experiência reforça o sentimento de pertencimento e expectativa em relação ao futuro. No primeiro semestre do Curso de Engenharia de Software, Thomas Krause aprovou a iniciativa. “Achei muito legal poder fazer essa ação com a natureza e acompanhar o crescimento da árvore, assim como o nosso crescimento dentro do curso. É interessante ver isso acontecendo ao mesmo tempo”, comentou.

Já o aluno Lucas Gomes Zacarias ressaltou o simbolismo da escolha do Ipê-amarelo. “É uma árvore que representa força e resiliência, algo que a gente espera também do curso. Essa ideia de plantar algo que vai crescer junto com a gente é muito significativa. Toda vez que voltarmos aqui, vamos lembrar que, assim como a árvore, também estamos evoluindo”, afirmou.



Jean Spaduzano
30 de março de 2026