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Estudantes de Engenharia de Alimentos visitam o ITAL

Grupo conheceu laboratórios e plantas-piloto da instituição referência nacional no setor de tecnologia de alimentos

Estudantes do Curso de Engenharia de Alimentos da PUC-Campinas participaram, na segunda-feira, 6 de abril, de uma visita técnica às dependências do Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL), instituição parceira da Universidade e referência nacional no setor de tecnologia de alimentos.

O grupo, formado por estudantes ingressantes e do segundo ano do Curso, acompanhou uma apresentação sobre a instituição e, na sequência, visitou laboratórios e as plantas-piloto de frutas e hortaliças e a de cereais e chocolates, que simulam a realidade industrial.

Para Ana Laura Trindade Sahium, estudante do primeiro ano do Curso de Engenharia de Alimentos, a experiência foi reveladora sobre as possibilidades da carreira. “Foi uma visita muito enriquecedora porque é uma área muito abrangente. Conseguir ver de forma mais localizada onde vamos trabalhar é muito legal. Os laboratórios são muito completos e adorei conhecer a área de pesquisa e desenvolvimento”, afirmou.

Também cursando o primeiro ano do Curso, Adrielle Manthay Romualdo adorou ver de perto temas da sua preferência. “Tudo o que envolve alimentos me deixa extremamente feliz. Gosto muito da área de microbiologia, então ver a engenheira falar sobre processos de meio de cultura, patogênicos e deteriorantes foi incrível”, destacou.

Já para o estudante do segundo ano do Curso de Engenharia de Alimentos, Henrique Lima Martin, a visita ao ITAL é um diferencial. “É o segundo ano que venho e isso é muito bom porque consegui ter mais noção se vou para a parte industrial ou científica. E acho que vou optar pela industrial”, afirmou.

Visão de mercado

Segundo a Coordenadora do Curso de Engenharia de Alimentos da PUC-Campinas, Profa. Dra. Betânia Hoss Lunelli, essa parceria com a ITAL é importante para aproximar os estudantes com a realidade do mercado. Segundo ela, essa vivência, que dá a noção de uma indústria em menor escala, vai do começo ao final do curso.

“A importância de fazer isso no primeiro período é para eles já terem uma ideia de onde podem atuar e ter o conhecimento de uma planta-piloto, que dá essa noção de uma indústria em menor escala. Em algumas dessas plantas eles vão ter aulas práticas ao longo da graduação. E a partir do terceiro período eles têm parte do Projeto Integrador do terceiro período, realizado em parceria com o pesquisador do ITAL. E no quarto período já começam algumas atividades práticas nas plantas-piloto”, destacou.



Jean Spaduzano
7 de abril de 2026