
Alunos de Cinema e Audiovisual visitam o 36º Festival Internacional de Curtas de São Paulo
A ida à Cinemateca Brasileira ocorreu como remate de uma gincana de produção audiovisual
Cerca de quarenta alunos e alunas do curso de Cinema e Audiovisual da PUC-Campinas realizaram uma visita, no último dia 28 de agosto, ao 36º Kinoforum – Festival Internacional de Curtas de São Paulo, mais especificamente, à chamada “Noite de Kino”, como resultado de uma gincana de produção audiovisual realizada pela organização do evento e cujo desfecho se deu na Cinemateca Brasileira.

O Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo, também conhecido como Curta Kinoforum, foi criado pela produtora Zita Carvalhosa em 1990 e a sua programação tem como eixo central programas de filmes internacionais, latino-americanos e brasileiros e, a cada ano, também inclui uma série de programas especiais, a partir dos próprios filmes inscritos e de parcerias com curadores e festivais do Brasil e de todo o mundo.
Seis dias antes da visita, em 22 de agosto, três estudantes do curso: Luana Moreira Araújo Silva, Marina Felgar de Toledo e Matheus Andrade, foram indicados como representantes da PUC-Campinas para desenvolverem um projeto audiovisual. A partir desse momento, eles realizaram a gravação e edição do projeto, que, ao final, foi intitulado “Desvanecer – Outras Faces da Morte”.
De acordo com o coordenador do curso de Cinema e Audiovisual, Prof. Dr. Caio de Salvi Lazaneo, a produção do Kinoforum realiza o convite a estudantes de cursos de Cinema e Audiovisual de todo o estado de São Paulo para realizarem a “Noite de Kino” e “os nossos três alunos foram até a Cinemateca Brasileira, participaram do sorteio temático e tiveram pouco mais de 48 horas para realizar um curta-metragem. Quando eles voltaram, com o tema já definido, se reuniram com a turma (que é a primeira da história da Universidade) e passaram o final de semana desenvolvendo o curta-metragem em questão (pré-produção, produção e pós-produção). Após ser entregue no dia 25, três dias depois de ter sido iniciado o trabalho, de uma sexta para uma segunda, eles o apresentaram na quinta, dia 28, durante a exibição dos curtas-metragens, para mais de trezentas pessoas, na Tela Externa da Cinemateca Brasileira”, explica Caio.

A Cinemateca Brasileira, maior acervo de filmes da América do sul e membro pioneiro da Federação internacional de Arquivo de Filmes (FIAF), foi oficializada em 1949 como Filmoteca do Museu de Arte Moderna (MAM) de São Paulo, tornando-se Cinemateca Brasileira em 1956, sob o comando de seu idealizador, conservador-chefe e diretor Paulo Emílio Sales Gomes. Compõem o cerne da sua missão o estímulo ao estudo, defesa, preservação, divulgação e desenvolvimento da cultura cinematográfica.
Ele finaliza destacando que “a importância da participação em um grande festival reside em uma prática formativa constante que buscamos na PUC-Campinas para todos os nossos estudantes de Cinema e Audiovisual. Sempre pensando na perspectiva do protagonismo, de os alunos e alunas poderem realizar atividades externas diretamente ligadas à sua área de formação, como produzir um filme em um festival, tal como agora, o curso de Cinema e Audiovisual promove iniciativas muito enriquecedoras para a sua formação, porque expande as redes de contato e os saberes de quem dele faz parte e também oportuna o surgimento de experiências enriquecedoras em relação à carreira cinematográfica”.
Sobre o Kinoforum
O Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo, também conhecido como Curta Kinoforum, foi criado pela produtora Zita Carvalhosa em 1990 e a sua programação tem como eixo central programas de filmes internacionais, latino-americanos e brasileiros e, a cada ano, também inclui uma série de programas especiais, a partir dos próprios filmes inscritos e de parcerias com curadores e festivais do Brasil e de todo o mundo.
Sobre a Cinemateca Brasileira
A Cinemateca Brasileira, maior acervo de filmes da América do sul e membro pioneiro da Federação internacional de Arquivo de Filmes (FIAF), foi oficializada em 1949 como Filmoteca do Museu de Arte Moderna (MAM) de São Paulo, tornando-se Cinemateca Brasileira em 1956, sob o comando de seu idealizador, conservador-chefe e diretor Paulo Emílio Sales Gomes. Compõem o cerne da sua missão o estímulo ao estudo, defesa, preservação, divulgação e desenvolvimento da cultura cinematográfica. Desde 2022, a instituição é gerida pela Sociedade Amigos da Cinemateca, entidade criada em 1962, e que, recentemente, foi qualificada como Organização Social pelo Governo Federal.

