
Oficina de Jogos Digitais em Libras promove inclusão e aprendizado
Atividade reuniu estudantes de Design de Games e jovens surdos atendidos pelo CEPRE/Unicamp para uma experiência prática de criação de jogos digitais
O curso de Design de Games da PUC-Campinas promoveu, no dia 29 de setembro, a Oficina de Jogos Digitais em Libras, no Laboratório de Jogos Digitais (H15), no Campus I. Realizada em parceria com o Centro de Estudos e Pesquisas em Reabilitação “Prof. Dr. Gabriel Oliveira da Silva Porto” (CEPRE), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a atividade integrou a programação do Setembro Surdo, período dedicado à conscientização sobre a comunidade surda, que tem como marco o Dia Nacional do Surdo, celebrado em 26 de setembro.
A oficina contou com a participação de jovens surdos atendidos pelo CEPRE/Unicamp, que vivenciaram uma tarde de interação e aprendizado por meio dos jogos digitais. Com o auxílio de intérpretes de Língua Brasileira de Sinais (Libras), professores e monitoras, os participantes colaboraram na construção de um jogo digital, acompanhados por estudantes do curso de Design de Games da PUC-Campinas.
A iniciativa proporcionou aos universitários uma experiência prática de aplicação dos conhecimentos adquiridos em sala de aula, além de estimular a troca de experiências com os participantes surdos. A atividade também contribuiu para aproximar a formação acadêmica de situações reais de desenvolvimento de jogos, considerando a acessibilidade e a inclusão como aspectos importantes do processo criativo.
A parceria entre a PUC-Campinas e o CEPRE/Unicamp é desenvolvida por meio da curricularização da extensão, que aproxima a Universidade da comunidade e permite aos estudantes aplicar seus conhecimentos em ações com impacto social.
Além de ampliar o repertório dos futuros profissionais de Design de Games, a oficina reforçou a importância de desenvolver experiências digitais que favoreçam a participação de diferentes públicos. A proposta também criou um espaço de convivência, colaboração e aprendizado mútuo entre os jovens surdos e a comunidade universitária.
