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Dados do Boletim Econômico PUC-Campinas, referentes ao período de janeiro a agosto de 2008, mostram que a importação cresceu 38,6%, enquanto a exportação 7,6%, em relação ao mesmo período do ano anterior. Dessa maneira, o saldo da região continua ampliando seu déficit, que já ultrapassa a cifra de US$ 3,2 bilhões, um aumento de 115, 4%.

Esses são alguns dos dados revelados pelo Boletim Econômico PUC-Campinas – Acompanhamento do Comércio Exterior da RMC, realizado entre janeiro a agosto deste ano, pelo professor Adauto Roberto Ribeiro do Centro de Economia e Administração (CEA) da PUC-Campinas. A íntegra da pesquisa pode ser conferida no Portal da Universidade – www.puc-campinas.edu.br/imprensa.

A importação cresceu em todos os setores: bens de capital, bens intermediários e bens de consumo. A expansão da produção e da capacidade produtiva na região tem influência direta nessa constatação. No campo da exportação, o combustível foi o produto que mais se destacou, nesse período teve um aumento de 734%.

Campinas é uma das cidades, onde a diminuição da exportação foi expressiva. O município exportou a menos 4,7% e expandiu as importações em 65,5%. Até mesmo o principal produto fornecido pela cidade (telefones celulares) apresentou a queda de 23,1% na pauta exportadora.

O acompanhamento comprovou que o MERCOSUL se mantém como o principal mercado externo da RMC, absorvendo 31,6% dos produtos da região. A Argentina se firma como o principal mercado para os bens exportados de Campinas, o envio de produtos para o país sul-americano supera os encaminhados para os Estados Unidos e Venezuela.

No âmbito das importações, a Ásia continua como um dos principais fornecedores para a RMC, o aumento em relação ao ano passado chegou 42,5%. No município de Campinas o fornecimento externo da China cresceu 370%.



Portal Puc-Campinas
8 de outubro de 2008