<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"><channel><title>PUC-Campinas | Clipping Eletr&#244;nico</title><link>http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/clipping.asp</link><description>Clipping Eletr&#244;nico - Departamento de Comunica&#231;&#227;o, PUC-Campinas</description><language>pt-br</language><docs>http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/clipping.asp</docs><generator>Feeder Setor Internet</generator><managingEditor>webmaster@puc-campinas.edu.br</managingEditor><webMaster>webmaster@puc-campinas.edu.br</webMaster><image> <title>PUC-Campinas | Clipping Eletr&#244;nico</title>	<url>http://www.puc-campinas.edu.br/img/puc_color_med.gif</url>	<link>http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/clipping.asp</link>	<width>150</width>	<height>60</height>	<description>Clipping Eletr&#244;nico - Departamento de Comunica&#231;&#227;o, PUC-Campinas</description></image><item>	<title>		<![CDATA[ Alunos da rede p&#250;blica ter&#227;o b&#244;nus de at&#233; 15% na Fuvest ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2011-03-31 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=58915 ]]>	</link>	<author>O Estado de São Paulo</author>	<description>		<![CDATA[ 	SÃO PAULO - A Universidade de São Paulo (USP) aprovou na tarde desta quinta-feira, 31, mudanças em seu Programa de Inclusão Social (Inclusp). Agora, alunos que cursaram o ensino fundamental e médio na rede pública ganham até 15% de bônus na nota do vestibular. As outras alterações, às quais o Estado teve acesso, ainda não foram decididas e devem ser rediscutidas em outra reunião, ainda sem data marcada. As propostas foram elaboradas por um grupo de trabalho nomeado pela pró-reitoria de graduação com base em avaliações dos últimos vestibulares e sugestões dos departamentos.<br /><br />O grau de dificuldade da Fuvest deve aumentar, porque a USP quer elevar a nota mínima na primeira fase de 22 para 27 pontos - ou 30% das 90 questões de múltipla escolha. Paralelamente, a universidade deseja alterar outro critério de convocação para a segunda fase, chamando entre dois e três alunos por vaga, de acordo com a média geral obtida pelos candidatos da carreira, variando entre 30 e 60 acertos em média.<br /><br />Inclusp. A principal mudança aprovada até o momento se refere ao Inclusp. O bônus para alunos da rede pública será obtido por meio do desempenho na primeira fase da Fuvest - até então, o bônus chegava a 12%, formado por 3% pelo fato de ser da rede pública, 6% por meio da nota na primeira fase e outros 3% pelo desempenho em prova aplicada aos alunos do 3.º ano da rede pública, chamada Programa de Avaliação Seriada da USP (Pasusp).<br /><br />A avaliação é que esse modelo atual não foi bem-sucedido, pois não aumentou a presença dos estudantes da rede pública na USP. No ano passado, o número de oriundos da escola pública aprovados em primeira chamada caiu para o menor patamar desde 2007: 25,6% do total.<br /><br />Com a mudança do Inclusp, não haverá mais bônus automático de 3%. Alunos que fizeram o fundamental e médio na rede pública poderão obter até 15% ao fazer a primeira fase no 2.º ano (bônus de 5%) e 3.º ano (10%), numa avaliação seriada - ou seja, o Pasusp seria estendido ao 2.º ano. Quem cursou o ensino médio na rede pública e o fundamental na particular poderia obter até 8% de bônus, mediante desempenho na nota da primeira fase. O mesmo vale para quem terminou o ensino médio e está no cursinho.<br /><br /><B>PRINCIPAIS PROPOSTAS<br /><br />Vagas para a 2ª fase</B><br />A ideia é que sejam aprovados para a segunda etapa de dois a três candidatos por vaga, e não mais três para todas as carreiras, como é hoje.<br /><br /><B>Nota da 1ª fase</B><br />O desempenho na primeira etapa voltaria a contar na nota final, com o mesmo peso das provas da segunda.<br /><br /><B>Diminuição de questões</B><br />Uma das propostas pede a redução do número de questões da prova do segundo dia da segunda fase - de 20 para 16.<br /><br /><B>Alterações no Inclusp</B><br />A ideia é estender o Pasusp ao 2º ano do ensino médio e dar até 15% de bônus para quem cursou o fundamental e o médio na rede pública.<br /><br /><B>Mudança de carreira</B><br />Candidatos que não foram aprovados após a 3ª chamada de matrícula poderiam escolher outro curso.<br /><br /><B>Aumento da nota mínima</B><br />O mínimo de pontos necessários para chegar à segunda etapa passaria a ser 27, e não mais 22.  ]]>	</description></item><item>	<title>		<![CDATA[ ONU quer reduzir &#224; metade transmiss&#227;o do v&#237;rus da Aids via rela&#231;&#227;o sexual ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2011-03-31 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=58916 ]]>	</link>	<author>O Estado de São Paulo</author>	<description>		<![CDATA[ 	Relatório divulgado pela Organização das Nações Unidas alerta que os avanços no combate à epidemia de aids conquistados até agora são frágeis e insuficientes. Para garantir que resultados nessa área se ampliem e se consolidem, a entidade acredita que seja preciso um esforço mundial e uma mudança na estratégia adotada atualmente.<br /><br />Embora o número de pacientes em tratamento tenha aumentado de forma significativa e o registro de mortes e de novas infecções tenha caído, o documento mostra que há muito ainda o que caminhar. Em 2010, 6 milhões de pessoas recebiam remédios para controlar a doença. Um número bem acima dos 5,2 milhões registrados em 2009, mas aquém do necessário. Para cada paciente que inicia terapia com drogas antiaids, outras 2 são infectadas pelo HIV.<br /><br />O documento, preparatório para discussão de alto nível da ONU sobre aids, marcada para junho, em Nova York, mostra que, passados 30 anos do início da epidemia, estratégias precisam ser mais ousadas para atingir meta também pretensiosa: zero de novas infecções, zero mortes provocadas pela doença, zero discriminação.<br /><br />O secretário-geral Banki-Moon, em seu comunicado, defende a adoção de uma política mais focada, eficiente e sustentável.<br /><br />"O relatório apresentado pelo secretário-geral faz alertas importantes sobre as lacunas que ainda temos a preencher. A mobilização e comprometimento dos mais altos níveis políticos dos países são de fundamental importância", disse o coordenador residente da ONU no Brasil, Jorge Chediek. A presidente Dilma Rousseff é convidada especial do secretário geral para reunião de junho. "O Brasil sem dúvida tem muito a contribuir durante a assembleia", completou.<br /><br />Entre as metas traçadas pelo relatório estão redução de 50% na transmissão sexual do HIV, redução de 50% das mortes por tuberculose entre pessoas com aids e assegurar tratamento para 13 milhões de pessoas. Para que esses objetivos sejam alcançados, o secretário defende uma mobilização de impacto, formada por cinco diretrizes: uma revolução na prevenção de aids, baseada principalmente nos jovens, a revitalização da campanha de acesso universal ao tratamento e prevenção até 2015, a promoção da saúde e dos direitos humanos de mulheres e meninas e garantia que países se comprometam para cumprimento de estratégias e ações no campo da aids.<br /><br />"Novos investimentos são imprescindíveis. Mas o importante é que eles sejam aplicados de forma eficiente", afirmou o representante do Programa das Nações Unidas para Aids (Unaids) no Brasil, Pedro Chequer. A ONU reconhece que o aumento dos recursos para a área não será tarefa fácil, sobretudo diante dos problemas enfrentados no Japão e dos reflexos que isso pode provocar na economia de outros países. "Nossos argumentos também são econômicos. O investimento no combate à aids poupa gastos significativos. A experiência no Brasil é um exemplo disso", observa Chequer.<br /><br />O documento alerta ser imprescindível trazer uma lógica para a aplicação dos recursos. "A trajetória dos custos da aids é totalmente insustentável. É preciso centralizar recursos em ações sabidamente efetivas", afirma o documento. O trabalho mostra, por exemplo, que embora determinados grupos tenham risco acrescido para contaminação pelo HIV, como trabalhadoras do sexo, homens que fazem sexo com homens e usuários de drogas, os recursos investidos em prevenção para tais populações é bem menor do que o destinado para população em geral.<br /><br /><b>Deficiências</b><br />26% das grávidas em países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento fizeram teste para HIV em 2009<br />34% dos jovens demonstraram conhecimento sobre o HIV em 2009<br />26% dos países com programa de prevenção desenvolvem estratégias para profissionais do sexo ]]>	</description></item><item>	<title>		<![CDATA[ Universidades p&#250;blicas recorrem de liminar e barram treineiros ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2011-03-31 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=58917 ]]>	</link>	<author>O Estado de São Paulo</author>	<description>		<![CDATA[ 	Se estudantes que ainda não concluíram o ensino médio têm obtido êxito na efetuação da matrícula no ensino superior privado, conforme o Estado relatou ontem, a estratégia não costuma ter sucesso quando o adolescente é aprovado em vestibulares de universidades públicas e tenta, por mandado de segurança, garantir sua vaga. Isso porque, mesmo quando a liminar é concedida, as instituições federais e estaduais conseguem impedir a permanência desses alunos.<br /><br />Só no último ano, por exemplo, 200 estudantes prestaram o vestibular da PUC-GO e, aprovados, conseguiram liminar para começar uma graduação. Seus advogados agiram nas "brechas" da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), como o artigo que diz que o acesso aos níveis superiores se dará "conforme a capacidade do aluno".<br /><br />No mesmo período, cinco alunos com ensino médio inconcluso tentaram efetuar matrícula na Universidade Federal de Goiás (UFG). Dos cinco mandados de segurança, apenas uma liminar foi concedida e cassada após a intervenção da Procuradoria Federal. "A lei é clara, então entro com recurso cabível em todos os casos. Com a liminar, o aluno chega a fazer a matrícula, mas perde o direito à vaga assim que sai a suspensão", explica o procurador Everaldo Rocha Bezerra Costa.<br /><br />Procedimento semelhante é feito na Universidade de Brasília (UnB). Quando o aluno é aprovado no vestibular antes de concluído o ensino médio e consegue efetuar a matrícula por força de liminar, já há jurisprudência para que a decisão seja revertida.<br /><br />O procurador federal Davi Diniz explica que as exceções acontecem apenas quando a revogação da liminar tarda a sair. "Se o estudante já está à beira de se formar, é antieconômico não deixá-lo terminar o curso."<br /><br />Em outros Estados, a situação é parecida. No último ano, por exemplo, a Advocacia-Geral da União (AGU) impediu que uma candidata aprovada na Fundação Universidade Federal do Piauí (Fufpi) efetivasse sua matrícula na Licenciatura em Química. O mesmo aconteceu na Universidade Federal da Bahia, na Universidade Federal de Uberlândia e no Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes).<br /><br />Na Universidade Estadual de Alagoas (Unael), dois estudantes haviam conquistado, em primeira instância, o direito de frequentar os cursos de Direito e Ciências Biológicas. Mas um desembargador suspendeu a decisão. O ponto central da defesa da AGU é o respeito ao artigo 44 da LDB, que limita a graduação a candidatos que tenham concluído o ensino médio ou equivalente e tenham sido classificados em processo seletivo.<br /><br /><b>Acesso negado<br />DAVI DINIZ<br />PROCURADOR FEDERAL</b><br /><br />"A jurisprudência já tem a posição de que o aluno não pode fazer uma graduação sem concluir o ensino médio. Por isso, a decisão é revertida no tribunal."  ]]>	</description></item><item>	<title>		<![CDATA[ Cirurgia bari&#225;trica para diabetes tem novas regras ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2011-04-01 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=58922 ]]>	</link>	<author>Folha de São Paulo</author>	<description>		<![CDATA[ 	A Federação Internacional de Diabetes (IDF, na sigla em inglês) divulgou pela primeira vez um documento com diretrizes para a realização da cirurgia bariátrica em pacientes com diabetes.<br /><br />O relatório traz regras mais precisas e rígidas para fundamentar a opção de tratamento via redução de estômago. Entre elas, há a recomendação de exames pré-operatórios mais sofisticados (de retina e de avaliação da função do fígado, por exemplo).<br /><br />O documento considera a cirurgia uma opção para diabéticos com IMC (índice de massa corporal) entre 30 e 35.<br /><br />No entanto, essa indicação para pessoas com obesidade leve só vale em casos excepcionais, quando o diabetes não é controlável clinicamente e há risco cardíaco.<br /><br />O texto afirma que a prioridade da cirurgia continua sendo para pacientes com obesidade mórbida (IMC acima de 40), ou moderada (acima de 35) com doenças relacionadas, como o diabetes.<br /><br />No Brasil, o Conselho Federal de Medicina estabelece que a cirurgia só é indicada para esses dois casos.<br /><br />O texto "The IDF Taskforce on Epidemiology and Prevention" foi apresentado na segunda, no Congresso de Intervenção para Terapia do Diabetes Tipo 2, nos EUA, que terminou anteontem.<br /><br />O documento foi redigido por 20 endocrinologistas, cirurgiões e especialistas em saúde pública de diversos países, incluindo o Brasil.<br /><br /><b>OUTROS MARCADORES</b><br />Para Bruno Geloneze, coordenador do laboratório de metabolismo e diabetes da Unicamp e um dos autores do texto, a questão do IMC é a menos importante.<br /><br />"O documento discute todas as questões ligadas à cirurgia, focadas no paciente. É mais do que falar "baixou o IMC" e afunilar a discussão."<br /><br />Saulo Cavalcanti, endocrinologista e presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes, diz que a cirurgia deve ser considerada um tratamento complementar.<br /><br />"É uma arma a mais para quem não consegue controlar a doença. Não é mágica para a cura, e só o endocrinologista pode indicá-la."<br /><br />Segundo Geloneze, é preciso aprimorar a seleção de pacientes com obesidade leve candidatos à cirurgia. "Vamos ter que achar outros marcadores, além do IMC."<br /><br />De acordo com Ricardo Cohen, presidente da Sociedade de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, a recomendação da IDF levará as sociedades médicas a discutir as regras.<br /><br />"Queremos que o IMC não seja mais critério para a cirurgia. É preciso tratar o doente como um todo, não só pelo peso. Há diabéticos não obesos que poderiam se beneficiar da operação."<br /><br />Ele lembra que há pacientes com diabetes que engordam apenas para poder fazer a cirurgia e, com isso, pioram o prognóstico da doença.<br /><br />O texto da IDF estabelece também quais são as cirurgias eficazes e quais são experimentais. Novas técnicas, agora, terão que mostrar, por meio de estudos, benefícios iguais ou superiores aos das cirurgias clássicas. ]]>	</description></item><item>	<title>		<![CDATA[ CNPq vai criar comiss&#227;o contra fraude ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2011-04-01 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=58918 ]]>	</link>	<author>Folha de São Paulo</author>	<description>		<![CDATA[ 	Após a acusação de fraude em 11 estudos do químico da Unicamp Claudio Airoldi, divulgada pela Folha, o CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) anunciou um novo comitê que investigará casos como esses.<br /><br />Até agora, o CNPq, principal órgão federal de apoio à pesquisa, não avaliava essas denúncias. "Resolvemos indicar um comitê temporário para auxiliar na criação de uma comissão de integridade científica, para quando casos assim vierem à tona", disse o presidente do órgão, Glaucius Oliva.<br /><br />No Brasil, as investigações estão hoje a cargo das instituições onde ocorrem supostos casos de má conduta.<br /><br />O CNPq também decidiu que o professor será afastado de suas funções no comitê de assessoramento de química do órgão federal até que a investigação seja concluída.<br /><br />As acusações envolvem manipulações de dados de ressonância magnética, em estudos sobre as características de certas moléculas. A editora multinacional Elsevier, em cujas revistas saíram as 11 publicações, diz que três cientistas independentes concluíram que os dados teriam sido manipulados.<br /><br /><b>DEFESA</b><br />Ex-colega de graduação de Airoldi, Rogério Meneghini, químico e coordenador científico do Projeto SciELO, defende o acusado.<br /><br />"Ele [o autor] tem cerca de 400 publicações. As investigações estão no início. Ele pode estar sendo vítima de um grupo concorrente. O que é fraude e o que é interpretação errada dos dados por descuido? Essas coisas estão muito próximas", afirmou.<br /><br />Meneghini também criticou a maneira como o caso foi tratado na imprensa.<br /><br />O outro principal acusado no caso, Denis Guerra, hoje na Universidade Federal de Mato Grosso, voltou a defender Airoldi e reafirmou a sua própria inocência.<br /><br />"Queria ressaltar que não houve fraude. Um pesquisador da Unicamp ou da USP não tem a menor necessidade de fraudar dados. Ainda mais um pesquisador como o Airoldi, com 40 anos de carreira", declarou ele.<br /><br />O químico da Unicamp se recusou a falar com a Folha, Declarou que vai apresentar seus argumentos durante a sindicância aberta pela universidade. A previsão é que a Unicamp conclua a investigação dentro de um mês. ]]>	</description></item><item>	<title>		<![CDATA[ Governo envia para o Congresso projeto para criar novo minist&#233;rio ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2011-04-01 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=58920 ]]>	</link>	<author>Folha de São Paulo</author>	<description>		<![CDATA[ 	DE BRASÍLIA - A presidente Dilma Rousseff enviou ontem ao Congresso projeto de lei que cria a Secretaria da Micro e Pequena Empresa.<br /><br />Com status de ministério, a criação do órgão é promessa de campanha de Dilma.<br /><br />A decisão de mandar um projeto de lei (que precisa ser aprovado), e não uma medida provisória (de validade imediata), se deu pelo fato de o governo avaliar que a criação do ministério, apesar de importante, não é urgente.<br /><br />A Folha apurou que Dilma quer evitar o excesso de MPs, além de jogar os gastos para o segundo semestre. Entre os cotados para assumir a pasta está Alessandro Teixeira, secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio.<br /><br />Também serão consumadas nomeações e indicações para três agências reguladoras, entre eles a do ex-ministro Pedro Brito (Portos) para a Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários). ]]>	</description></item><item>	<title>		<![CDATA[ Governo j&#225; avisa que vai adiar trem-bala ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2011-04-01 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=58921 ]]>	</link>	<author>Folha de São Paulo</author>	<description>		<![CDATA[ 	O governo já admite informalmente aos interessados no leilão do trem-bala que vai adiar por 90 dias o processo, marcado para o próximo dia 11.<br /><br />O adiamento será feito para que mais grupos apresentem propostas e também para fazer ajuste no edital.<br /><br />O governo já não conta com o trem-bala para a Copa, em 2014, e considera improvável que ele funcione para a Olimpíada de 2016.<br /><br />A Folha apurou que a tendência hoje é pelo adiamento do leilão. Falta uma reunião, prevista para a semana que vem, entre a presidente e os técnicos do governo que tratam do assunto. Os técnicos defendem adiar o leilão.<br /><br />O governo estima que o projeto que ligará Campinas-SP-RJ custará R$ 33,1 bilhões (preço de 2008).<br /><br />Pelo menos dois grupos de empresas, liderados por fornecedores espanhóis e alemães, que não estavam dispostos a entrar, informaram que vão apresentar proposta, mas que precisam de tempo.<br /><br />O edital tem diversas exigências que devem ser atendidas pelos concorrentes e o custo para apresentar proposta é estimado entre R$ 10 milhões e R$ 20 milhões.<br /><br />E, além disso, o governo não se responsabiliza pelas informações de seus estudos prévios. O que vai valer são os valores apresentados pelos competidores.<br /><br />Será o segundo adiamento do leilão do projeto. O primeiro ocorreu em novembro, quando o governo só tinha a garantia de participação de um consórcio, liderado por empresas da Coreia do Sul.<br /><br />Pelo cronograma original, o projeto já deveria estar em obras. Mas elas só devem começar um ano depois do leilão, pela previsão otimista.<br /><br /><b>SINAIS</b><br />Desde o início do ano, o governo vinha dando sinais de que pretendia adiar o leilão. Tem contado a favor do adiamento o engajamento das grandes construtoras nacionais, que no ano passado não haviam aprofundado os estudos e agora estão em negociações com fabricantes para formar consórcios.<br /><br />O período de 90 dias também deverá fazer com que algumas mudanças no edital pedidas pelos empresários sejam efetivadas. Os investidores querem algumas garantias, como de fornecimento de energia e de uma banda de telecomunicações exclusivas, além de isenções em impostos de importação, entre outros tributos.<br /><br />A ideia de desobrigar os participantes de fazer estação no Campo de Marte, em São Paulo, pode ser estudada. A prefeitura e o governo paulista preferem a estação em um lugar mais central.<br /><br />O governo, contudo, não deverá dar mais garantias e recursos que os previstos -considerados insuficientes pelos interessados. ]]>	</description></item><item>	<title>		<![CDATA[ Interior concentra escolas estaduais com bom n&#237;vel ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2011-04-01 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=58919 ]]>	</link>	<author>Folha de São Paulo</author>	<description>		<![CDATA[ 	As poucas escolas estaduais paulistas com bom nível de ensino estão fora da capital, aponta exame do próprio governo.<br /><br />Entre os mais de 3.500 colégios com nono ano do ensino fundamental, apenas cinco estão no patamar considerado ideal pela Secretaria da Educação, com nível de países como a Finlândia (líder de rankings internacionais).<br /><br />Todos estão no interior. No ensino médio, quatro escolas atingiram o nível ideal, nenhuma na capital. A cidade também fica fora se considerado o grupo de 20 melhores escolas do Estado em cada nível.<br /><br />Os dados estão em levantamento da Folha, com base no desempenho dos colégios no Idesp, índice oficial que considera a atuação dos alunos em exames de português e matemática, além da quantidade de aprovados.<br /><br />A meta é que até 2030 a rede seja equivalente aos países desenvolvidos, objetivo já alcançado pela escola Rizzieri Poletti, em Cândido Rodrigues (352 km da capital).<br /><br />Para a vice-diretora Vera Maria Momesso, turmas pequenas, com até 30 alunos, são um dos seus pontos fortes. "Falam que a escola é como se fosse particular."<br /><br /><b>SURPRESA</b><br />Professora da Faculdade de Educação da PUC-SP, Neide Noffs se disse surpresa com o desempenho da capital. "Mas percebo que no interior há melhor acompanhamento da educação, até por serem cidades menores."<br /><br />O governo Geraldo Alckmin (PSDB) diz que ainda analisa os dados. Segundo a pasta da Educação, o que já está definido é a necessidade de ampliar o número de professores concursados.<br /><br />Hoje, quase metade do corpo docente não é efetivo, o que aumenta a rotatividade, problema agudo na capital. O governo nomeou neste ano 9.000 docentes e promete chamar mais 25 mil.<br /><br /><b>MENOS BÔNUS</b><br />Com os novos efetivos, o governo espera reverter a queda das notas dos alunos do final do fundamental e do médio, situação antecipada pela Folha no mês passado.<br /><br />Devido aos recuos, a proporção de escolas que receberam bônus por desempenho caiu de 90% para 75%, assim como o valor gasto (R$ 655 milhões para R$ 340 milhões). O pagamento é proporcional à nota no Idesp. Quem atinge a meta pode receber até 2,4 salários adicionais.<br /><br />A Apeoesp (sindicato dos docentes) protestou. "Milhares estão indignados com os valores irrisórios. Há casos de profissionais que receberão R$ 0,48. É a gota-dágua."  ]]>	</description></item><item>	<title>		<![CDATA[ Sobe para 32% o n&#250;mero de alunos da rede p&#250;blica na Unicamp ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2011-03-31 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=58925 ]]>	</link>	<author>Terra</author>	<description>		<![CDATA[ 	A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) divulgou nesta quinta-feira que o número de estudantes da rede pública que ingressaram na universidade cresceu com o vestibular de 2011. São 1.111 alunos que cursaram todo o ensino médio em escolas públicas, o que equivale a 32% dos estudantes matriculados neste ano, contra 1.003 em 2010 (29,4%).<br /><br />O índice de 2011 está entre os maiores dos últimos anos e reverte a tendência de queda que vinha se verificado desde 2009, quando a participação havia caído abaixo de 30%. O maior número absoluto de matriculados oriundos da rede pública havia ocorrido anteriormente em 2009, com 1.033 matriculados. Em números relativos, o maior índice ainda é o de 2005, com 34,2%.<br /><br />Os números também aumentaram entre os inscritos no vestibular. Foram 14.277 candidatos da rede pública, ou 27%, em 2011, contra 13.503, ou 26,4% dos inscritos, no ano anterior.<br /><br />Segundo a universidade, os dados apontam o impacto no Programa de Ação Afirmativa e Inclusão Social (PAAIS), que bonifica os candidatos da rede pública na nota final. Os dados são preliminares e serão analisados mais detalhadamente, em um estudo completo da Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest)  ]]>	</description></item><item>	<title>		<![CDATA[ Brasil fica em 31&#186; lugar entre 44 pa&#237;ses em dom&#237;nio de ingl&#234;s ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2011-03-31 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=58929 ]]>	</link>	<author>Último Segundo</author>	<description>		<![CDATA[ 	O Brasil ocupa a 31ª posição, entre 44 países, em termos de proficiência (habilidade) em inglês entre adultos. É o que diz o EF English Proficiency Index (EPI), primeiro índice que compara a habilidade em inglês de adultos de diversos países, divulgado pela instituição internacional Education First (EF).<br /><br />Elaborado com base em testes de inglês feitos por 2 milhões de pessoas adultas na faixa etária de 16 a 30 anos, no período de 2007 a 2009, o EF EPI mostra que os quatro países que compõem o chamado grupo do Bric (Brasil, Rússia, Índia e China) têm desempenho similar, com classificações próximas no ranking. A China ocupa o 29º lugar em habilidade em inglês de adultos, Índia o 30º e Rússia o 32º.<br /><br />O índice destaca, porém, que entre os países da América Latina, a posição do Brasil foi melhor, superando inclusive o Chile e a Venezuela. A Argentina, embora não apareça no infográfico de notas oferecido pela organização, está bem a frente, em 16º lugar. De acordo com a pesquisa, o Brasil ficou na 6ª colocação no continente.<br /><br />O vice-presidente da EF Englishtown para a Europa e Américas, Julio De Angeli, informou que o Brasil “não está bem posicionado. É considerado um país com uma baixa habilidade em inglês, mas que pode melhorar”.<br /><br />De Angeli avaliou que na América Latina como um todo, a classificação dos países foi ruim pelo fato de o idioma espanhol ser usado na região para o comércio, a diplomacia e em viagens. “As regiões que dividem um idioma comum não ajudam no desenvolvimento do inglês”, disse.<br /><br />Outro ponto destacado pela pesquisa é a correlação positiva entre inclusão escolar e o nível de inglês dos diversos países. “Aqueles países que conseguem ter mais crianças e jovens na escola por mais tempo têm uma correlação mais positiva”. Afirmou que o Brasil cresceu muito entre 1985 e 2001 em nível de escolarização.<br /><br />Os primeiros lugares do ranking em habilidade no idioma inglês entre adultos são ocupados pela Noruega, Holanda, Dinamarca e Suécia. A Argentina, classificada na 16ª posição, tem uma habilidade considerada moderada. Já a Tailândia, Turquia e Cazaquistão detêm as últimas posições, ocupando respectivamente o 42º, 43º e 44º lugares. ]]>	</description></item><item>	<title>		<![CDATA[ Brasileiro amplia capacidade de compra com h&#225;bitos incomuns ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2011-03-31 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=58924 ]]>	</link>	<author>R7.com</author>	<description>		<![CDATA[ 	Uma pesquisa do Instituto Data Popular mostra que 20% da classe C e 24% da classe D usam o cartão de crédito de parentes e amigos para fazer compras.<br /><br />Esse tipo de compra pode levar a problemas com as finanças pessoais, principalmente se os gastos ultrapassarem o orçamento. Além disso, especialistas explicam que é bom evitar o cheque especial e o cartão de crédito, que têm juros altos, de até 200% ao ano.<br /><br />O endividamento do brasileiro com prestações cresceu nos últimos anos, segundo levantamento da LCA Consultores. Passou de 14,6% em 2003, para 22,2% no ano passado.<br /><br />Mas os economistas não veem esses dados como um problema para a economia. Isso porque, apesar de as pessoas estarem comprometendo maior parte da renda com empréstimos, a inadimplência continua baixa no brasil.<br /><br />A classe média é cada vez mais foco do comércio, visto que é um grupo de consumidores crescente no país.<br /><br />Mais de 19 milhões de brasileiros migraram para a classe C em 2010 e esse grupo passou a representar a maior parcela da população do país. A pesquisa O Observador 2011, encomendada pela Cetelem BGN, empresa do grupo financeiro BNP Paribas, mostra que a classe média tem agora 101 milhões de pessoas. <br /><br />Com a renda aumentando e o desemprego em queda, no ano passado o consumidor passou a comprar itens que permitiram que ele subisse na escada social. Veículos, eletrodomésticos e até a casa própria fizeram com que essa fatia da população de menor renda passasse a ser considerada classe média. <br /><br />As classes sociais utilizadas no estudo são as definidas pelo CCEB (Critério de Classificação Econômica Brasil), que leva em conta itens como posse de eletrodomésticos, carros e pela quantidade de banheiros na casa, por exemplo. <br /><br />Em 2009, a pesquisa mostrou que a classe C representava 49% da população brasileira, e naquele ano mais de 30 milhões tinham passado das classes D e E para a C. No mesmo período, os que subiram para as classes A e B somavam quase 1 milhão. ]]>	</description></item><item>	<title>		<![CDATA[ MEC vai investir R$ 600 milh&#245;es em escolas integrais ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2011-03-31 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=58923 ]]>	</link>	<author>R7.com</author>	<description>		<![CDATA[ 	Até o fim de 2011, o MEC (Ministério da Educação) vai investir R$ 600 milhões em 15 mil escolas integrais espalhadas por todo o país. O dado foi confirmado nesta quarta-feira (30) pelo coordenador-geral de ações complementares do ministério, Leandro da Costa Fialho, durante evento em São Paulo.<br /><br />Essas instituições participam do programa Mais Educação, gerenciado pelo governo federal. O MEC repassa os recursos para as escolas investirem em aulas extras, que estendem o período escolar entre duas ou três horas. Assim, o aluno passa sete horas por dia na sala de aula. A meta é atender 32 mil escolas pelo Mais Educação até o final da gestão de Dilma Rousseff, em 2014.<br /><br />Fialho explica que a verba não faz parte do grupo de repasse obrigatório do governo federal. Ou seja: o dinheiro que sai do caixa do MEC não é aquele que está guardado para fornecer transporte e comida às redes públicas de ensino, ou mesmo para pagar o Fundeb (Fundo da Educação Básica). Esses R$ 600 milhões são “transferências voluntárias” com as quais as instituições vão pagar equipamentos e pessoal deste projeto específico.<br /><br />Cada colégio vai gastar, em média, R$ 39 mil, diz o coordenador-geral. Para receber, a instituição que se cadastrou no programa precisa colocar, no mínimo, cem alunos nas atividades. Não há limite no número de estudantes; todos podem participar. Entre as inscritas, foram escolhidas escolas cujas notas no Ideb 2007 e 2009 (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) ficaram abaixo da meta do governo.<br /><br />O objetivo do ministério é passar a conta para as prefeituras. Fialho comenta que, quando a escola entra no programa, o município coloca isso no Censo Escolar e amplia a sua fatia no Fundeb. Assim, o governo federal dá um “empurrão” para a comunidade, mas quer evitar que as entidades fiquem “viciadas” e tentar fazê-las caminhar com as próprias pernas.<br /><br />- A gente conta com uma política social que vai se autofinanciar.<br /><br />Elena Duro, representante da Unicef Argentina (Fundo das Nações Unidas para a Infância) diz que a educação integral é uma tendência na América Latina, essencial para “fortalecer os direitos humanos das crianças”. Ela estima que cada país deveria investir entre 6% e 8% do PIB (Produto Interno Bruto) para universalizar o sistema. Atualmente o Brasil investe apenas 5% do PIB em educação, mas a meta é chegar a 7% em 2014, segundo o PNE (Plano Nacional de Educação).<br /><br /><br /><b>Como funciona</b><br />As instituições de ensino decidem como vão usar a verba e fazem a proposta para o MEC. Antes de repassar, o município precisa estar de acordo com o projeto, e o prefeito assina um termo de autorização. A lista de gastos contempla cerca de R$ 5.000 “livres de custeio”, que servem para eventuais emergências, conta o coordenador-geral.<br /><br />- Imagina se a escola inscreve 50 alunos na aula de natação, mas aparecem outros. Eles precisam ter um dinheiro para comprar mais sungas.<br /><br />As matérias extras não são necessariamente tradicionais, como português e matemática, mas sim, atividades que desenvolvam o “potencial humano” do estudante; podem ser um esporte, como natação, ou a criação de um jornal ou rádio escolar.<br /><br />A contratação de pessoal fica a cargo de cada gestão. Os diretores se responsabilizam por encontrar os monitores (tutores que vão cuidar dos alunos durante as aulas extras). Cada um recebe cerca de R$ 300 como ajuda de custo, e trabalha entre 12 e 15 horas por semana. São contratados entre cinco e seis voluntários, um para cada atividade.<br /><br /><b>Dinheiro x necessidade</b><br />Segundo Cleuza Repulho, diretora da Undime (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação) na região Sudeste, o dinheiro ainda é o grande entrave da educação integral no Brasil. Ela diz que há dificuldades para os municípios financiarem a educação, “principalmente aqueles muito pequenos”.<br /><br />Cleuza é secretária de educação em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo. Na cidade, explica, 9.000 estudantes têm aula durante o dia inteiro. Desses, 2.000 estudam em 11 colégios atendidos pelo Mais Educação, e outros 7.000 estão em 37 colégios que fazem parte do Tempo Escola, programa similar do governo municipal. Para cobrir os custos, a prefeitura está desembolsando em 2011 R$ 10 milhões, e a expectativa é que o projeto cresça 20% ao ano. ]]>	</description></item><item>	<title>		<![CDATA[ Audi&#234;ncia em Campinas discute os rumos do TAV ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2011-04-01 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=58927 ]]>	</link>	<author>Cosmo </author>	<description>		<![CDATA[ 	A Câmara de Campinas sedia nesta sexta-feira (01/04) audiência pública, a partir das 18h30, para discutir a implantação do Trem de Alta Velocidade.<br /><br />O prefeito de Campinas, Hélio de Oliveira Santos, fará a abertura do evento, que contará ainda com Hamilton Bernardes Júnior, prefeito de Pedreira; Edson Dias Gonçalves, presidente do Conselho de Trânsito e Transporte, e a deputada estadual Ana Perugini.<br /><br />As palestras serão ministradas por Sérgio Marasco Torrecillas, secretário de Transporte de Campinas; Gerson Bittencourt, deputado estadual; Carlos Zarattini, deputado federal; e Edson Aparecido, secretario de Desenvolvimento Metropolitano do Estado de São Paulo; Hamilton Bernardes Jr., que é o presidente do Conselho de Desenvolvimento da RMC; e Jurandir Fernandes, secretário de Transporte Metropolitano.<br /> ]]>	</description></item><item>	<title>		<![CDATA[ For&#231;a-tarefa n&#227;o impede onda de explos&#245;es a caixas ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2011-04-01 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=58928 ]]>	</link>	<author>Cosmo </author>	<description>		<![CDATA[ 	A Polícia Militar e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) criaram no último dia 15 deste mês uma força-tarefa para coibir a onda de explosões e assaltos a caixas eletrônicos registrados em Campinas e região. Desde o início da operação, mais seis caixas eletrônicos foram alvos de assaltantes na região.<br /><br />Um dia após o anúncio da força-tarefa, bandidos explodiram um caixa eletrônico instalado em um supermercado do bairro Vida Nova 2, na região Oeste de Campinas. Durante o ataque levaram pelo menos R$ 25 mil. No dia 17 de março, duas porções de emulsão explosiva, espécie de gel para uso em trabalhos em pedreiras, foram encontradas em um caixa eletrônico instalado em um posto de gasolina da Avenida Minasa, via que liga a Rodovia Anhanguera ao bairro Matão (Sumaré), que faz limite com Campinas.<br /><br />Já no dia 25 de março, bandidos roubaram dinheiro de um caixa eletrônico instalado na Câmara dos Vereadores de Hortolândia durante a madrugada.<br /><br />Americana também foi alvo desse tipo de ação no dia 27 deste mês. Uma quadrilha invadiu a empresa KSB, no Jardim Alvorada, e estourou um caixa eletrônico do Banco Santander. O montante levado não foi divulgado. Um Gol foi deixado no local.<br /><br />Durante a madrugada do dia 28, bandidos tentaram levar o dinheiro de um caixa eletrônico do banco Itaú da Rua Luís Otávio, na Chácara Primavera, região Noroeste de Campinas. Por algum motivo, a quadrilha abortou a ação.<br /><br />A última ação em caixas eletrônicos ocorreu na Rodovia Anhanguera, em Valinhos, na madrugada do dia 30. Bandidos explodiram o caixa instalado no km 84 da rodovia, pista sentido Interior/Capital, que era do banco Bradesco e ficava no posto Saci. Segundo informações passadas pela Polícia Civil, cinco homens chegaram em um carro modelo Gol, vermelho, desceram, renderam um vigilante e colocaram os explosivos. <br /><br />Na maioria das ocorrências desse tipo, os assaltantes utilizam explosivos e maçaricos para abrir os caixas e levar o dinheiro.<br /><br />Campinas é a segunda cidade com maior número de agências bancárias no Estado, totalizando 239 unidades, segundo a Febraban. A cidade perde apenas para a Capital. A maior concentração dessas agências está na área de atuação do oitavo BPM, que compreende bairros como Centro, Chapadão, Castelo, Taquaral, Sousas, Joaquim Egídio e áreas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Pontifícia Universidade Católica (<b>PUC-Campinas</b>). Outra preocupação da PM tem sido os chamados crimes de “saidinhas”, quando o ladrão aborda o cliente na saída da agência. ]]>	</description></item><item>	<title>		<![CDATA[ Tr&#226;nsito muda a partir de hoje (01/04) no Primavera ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2011-04-01 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=58926 ]]>	</link>	<author>Cosmo </author>	<description>		<![CDATA[ 	Começam a vigorar nesta sexta-feira (01/04) as mudanças de trânsito na região das Chácaras Primavera e Mansões Santo Antônio, em Campinas. A Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) realiza a alteração de mão em vias, implantação de binários e o ordenamento de acessos e fluxos de veículos. <br /><br />A Rua Hermantino Coelho, que era mão dupla, passa a ter mão única, no trecho entre as ruas Isabel Negrão Bertolli até a Rua Adelino Martins, no sentido CPFL-Shopping D. Pedro. A Rua Jasmim, que atualmente era mão dupla e por onde circulam 25 mil veículos por dia, terá sentido único no trecho da Rua Adelino Martins até a Rua Isabel Negrão Bertoli, no sentido Shopping D. Pedro-CPFL. No trecho entre as ruas Isabel Negrão Bertoli e Luis Otávio, a Hermantino Coelho permanecerá com sentido único. <br /><br />Já a Jasmim terá sentido duplo apenas entre as ruas Isabel Negrão Bertoli e Luis Otávio. Para permitir a ligação entre as duas ruas, será implantado sentido único na Rua Adelino Martins entre a Jasmim e a Hermantino Coelho, na direção bairro-Centro. Nas duas ruas que atravessam o bairro só será permitido estacionamento em um dos lados da via. <br /><br />O projeto prevê ainda sentido único de direção em uma quadra na Rua Girassol, entre as ruas Emerson José Moreira e Aglair Buratto Vilas Boas, no sentido Shopping D. Pedro. O trecho restante da via permanece com mão dupla. As outras vias perpendiculares à Jasmim e à Girassol continuam com mão dupla de direção. <br /><br />Segundo a Emdec, nos próximos dois meses os técnicos vão avaliar o comportamento do trânsito com as novas regras e, posteriormente, poderão ser implantados semáforos em pelo menos dois cruzamentos — Rua Jorge de Figueiredo Corrêa com Jasmim e Rua Hermantino Coelho com Adelino Martins. <br /><br />As mudanças são uma exigência antiga dos moradores do local, que afirmam que entrar ou sair de casa em alguns pontos dos bairros é uma tarefa difícil. Além disso, na última década, os dois bairros passaram por um intenso processo de verticalização e receberam diversos polos que geraram transtornos no trânsito. <br /><br />Segundo a Emdec, na primeira semana das novas regras, dez agentes vão orientar e monitorar os motoristas. Além disso, 200 novas placas de regulamentação e advertência foram instaladas para orientar e informar os motoristas e pedestres. Para o projeto de alteração no trânsito foram investidos cerca de R$ 60 mil em serviços de sinalização horizontal e vertical.<br /><br />Ônibus<br />Com as alterações no trânsito, quatro linhas do Sistema InterCamp passarão por mudanças em seus trajetos — 3.07 Interbairros; 3.32 Terminal Barão Geraldo/Terminal Metropolitano; 3.51 <b>PUC-Campinas</b>/Corredor Central e 3.77 Vila Marieta/Shopping D. Pedro. A linha 3.08, que também circula nessa região, não sofrerá alterações. ]]>	</description></item></channel></rss>
