<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"><channel><title>PUC-Campinas | Clipping Eletr&#244;nico</title><link>http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/clipping.asp</link><description>Clipping Eletr&#244;nico - Departamento de Comunica&#231;&#227;o, PUC-Campinas</description><language>pt-br</language><docs>http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/clipping.asp</docs><generator>Feeder Setor Internet</generator><managingEditor>webmaster@puc-campinas.edu.br</managingEditor><webMaster>webmaster@puc-campinas.edu.br</webMaster><image> <title>PUC-Campinas | Clipping Eletr&#244;nico</title>	<url>http://www.puc-campinas.edu.br/img/puc_color_med.gif</url>	<link>http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/clipping.asp</link>	<width>150</width>	<height>60</height>	<description>Clipping Eletr&#244;nico - Departamento de Comunica&#231;&#227;o, PUC-Campinas</description></image><item>	<title>		<![CDATA[ Campinas confirma o 1&#186; caso de H1N1 ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2010-03-12 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=51911 ]]>	</link>	<author>Diário do Povo</author>	<description>		<![CDATA[ 	A Secretaria de Saúde de Campinas confirmou o primeiro caso de gripe suína deste ano. Trata-se de uma gestante que permaneceu internada num hospital da cidade, recebeu alta e passa bem, segundo informações da Vigilância em Saúde (Visa).<br /><br />A mulher, cuja idade não foi revelada, mudou-se recentemente para Campinas, vinda de outro Estado, e não contraiu a doença na cidade. O medo da gripe suína tem provocado uma corrida às clínicas particulares de vacinação. Serviços privados ainda não dispõem da vacina, mas afirmam que a procura é intensa. “O telefone não para de tocar. Estamos contratando novos funcionários para atender a demanda telefônica de pessoas em busca de informações sobre a vacina”, diz Ana Cláudia Oliveira, da Multiclínicas. ]]>	</description></item><item>	<title>		<![CDATA[ PUC Folia: decis&#227;o da Prefeitura &#233; hoje ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2010-03-12 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=51910 ]]>	</link>	<author>Diário do Povo</author>	<description>		<![CDATA[ 	No primeiro dia de retirada dos abadás para a micareta PUC Folia mais de 2.500 pessoas compareceram ao Campinas Hall, mesmo com a incerteza da realização do evento. A Prefeitura ainda não concedeu o alvará para a organização da calourada universitária, marcada para amanhã, na Arena Dom Pedro, no Parque Imperador, na saída de Campinas no sentido Jaguariúna e Mogi Mirim. Na 3ª-feira, o Ministério Público, com base em informações da Polícia Militar e pedidos das concessionárias Rota das Bandeiras e Renovias, sugeriu que a Administração indeferisse o pedido por entender que o imóvel não oferece estrutura. Até ontem, cerca de 10 mil ingressos foram vendidos para a micareta. A Prefeitura decide hoje sobre o evento.  ]]>	</description></item><item>	<title>		<![CDATA[ Brasil segue no topo mundial do PIB  ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2010-03-12 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=51908 ]]>	</link>	<author>Correio Popular</author>	<description>		<![CDATA[ 	O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil caiu 0,2% em 2009, o primeiro resultado negativo desde 1992, sob o impacto da crise financeira internacional. Apesar da queda, o resultado foi o quarto melhor entre os 20 países da América e da Europa que já anunciaram o desempenho de suas economias no ano passado e, entre os países do Bric (Brasil, Rússia, Índia e China), o País superou o desempenho da Rússia.<br /><br />Além disso, segundo economistas, houve forte desempenho da economia no quatro trimestre do ano passado, garantindo um crescimento (carry over) de pelo menos de 2,7% a 3% em 2010 mesmo que a economia fique estagnada. Na segunda-feira passada, a mediana das projeções de mercado estava em 5,50%.<br /><br />“O mais provável é que o mercado revise para cima suas projeções para o PIB em 2010”, disse o economista da MCM, Antonio Madeira, para quem os dados divulgados hoje, também pelo IBGE, sobre as vendas no varejo, mostram que a atividade está muito longe da estagnação. Ao contrário, o ritmo de recuperação nos primeiros meses mostra-se forte e, o que é mais importante, sustentado por fundamentos como mercado de trabalho e renda, e não mais por estímulos fiscais. Ele aposta num carry over de 3% no ano.<br /><br />Já o economista-chefe da LCA Consultores, Bráulio Borges, começa o ano projetando um crescimento de 2,7% para o encerramento do exercício, que também constatou ser esta herança estatística a maior já registrada no País desde a passagem 1994 para 1995. Naquele momento, o carryover chegou a 6%.<br /><br />Segundo a gerente de contas trimestrais do IBGE, Rebeca Palis, os investimentos foram os principais responsáveis pela variação negativa do PIB. Ela fez uma abertura dos dados do PIB do ano passado, em termos de contribuições pelo lado da demanda, mostrando que os investimentos e os baixos estoques derrubaram a economia.<br /><br />Os investimentos, ou Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), caíram 9,9% em relação a 2008. A taxa de investimento (FBCF/PIB) total de 2009 ficou em 16,7% ante 18,7% em 2008.<br /><br />A taxa de investimento do ano passado foi a menor desde 2006, quando ela ficou em 16,4%. A formação bruta de capital fixo é constituída principalmente por máquinas e equipamentos e pela construção civil.<br /><br />A atividade da indústria teve queda de 5,5%, a agropecuária recuou 5,2%, enquanto o setor de serviços cresceu 2,6%. Mas o consumo das famílias subiu 4,1% e, do governo, 3,7%. “A queda dos investimentos foi o principal fator responsável pela queda do PIB, além da variação dos estoques, que caíram porque a produção da indústria diminuiu, apesar do aumento do consumo das famílias”, explicou Rebeca.<br /><br />Para a queda de 0,2% do PIB, a demanda interna contribuiu com -0,3 ponto porcentual, apesar da contribuição positiva do consumo das famílias (2,4 ponto porcentual) e do consumo do governo (0,7 pp).<br /><br />Ainda do lado da demanda interna, a FBCF teve uma contribuição negativa no dado final do PIB de -1,9 pp, enquanto a variação de estoques contribuiu, também negativamente, com -1,6 pp. (Da Agência Estado)<br /><br />A FRASE<br /><br />“Aquele vigor que a economia tinha antes da crise foi retomado. O crescimento é de boa qualidade.”<br /><br />GUIDO MANTEGA<br />Ministro da Fazenda<br /><br />Desempenho foi melhor que o da Suíça<br /><br />Com base em dados colhidos junto aos bancos centrais e institutos de estatística dos países listados, o IBGE mensurou o desempenho da economia brasileira no ano passado. Entre os 20 países cujos resultados do PIB no ano passado foram listados pelo IBGE, o Brasil teve a 4ª melhor resultado, ficando atrás apenas da China (8,7%), Índia (6,1%) e Peru (0,9%) Em 2009, o desempenho da economia brasileira foi melhor do que o registrado na Suíça (-1,5%), Chile (-1,7%), França (-2,2%), EUA (-2,4%), Canadá (-2,6%) e Espanha (-3,6%).  ]]>	</description></item><item>	<title>		<![CDATA[ Editorial ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2010-03-12 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=51909 ]]>	</link>	<author>Correio Popular</author>	<description>		<![CDATA[ 	Uma geração moldada por brigas de rua<br /><br />A violência que grassa hoje entre os jovens é um fator que preocupa a sociedade, surpreendida por uma onda de ataques e agressões que fazem vítimas de um comportamento condenável e que vai se arraigando nas pequenas comunidades. O fenômeno das gangues não é circunscrito à realidade brasileira, onde o pacto de agressão tem se tornado uma indesejável rotina. Em todo o mundo e através da história, os jovens costumam canalizar sua natural rebeldia em atitudes desafiantes, contestando o sistema, extravasando seu desejo de liberdade em atitudes ásperas, em maior ou menor grau de violência.<br /><br />As brigas entre jovens têm relevância porque agrupam pessoas em torno de bandeiras, as mais diversas, de times de futebol a pichadores de rua, criando uma fraternidade inconcebível, de frutos bem conhecidos. A morte de um jovem de 14 anos em confronto de gangues na Vila Aurocam, em Campinas, no fim de semana, foi mais um capítulo de uma triste história que se escreve com sangue, intolerância e irresponsabilidade. Segundo testemunhas, o encontro dos grupos rivais chegou a ser agendado através da internet – o que parece se tornou comum hoje em dia – e o conflito foi marcado por rojões disparados contra todos, agressões e, fatalmente, os tiros que atingiram o jovem no peito.<br /><br />A questão da violência é, sabidamente, consequência de uma mentalidade juvenil que pode se estender até a fase adulta, que invariavelmente leva a distúrbios de comportamento, atitudes intolerantes, desafios irracionais, que se completam com a necessidade adolescente de afirmação, de aprovação por um determinado grupo, de aumento da autoestima e de afirmação pessoal. Na falta de opções, o caminho escolhido nem sempre é o mais fácil e conveniente. Os jovens têm se mostrado vulneráveis a todo apelo de violência e vandalismo que se apresenta, precipitando-se em atitudes inconvenientes, agressivas e totalmente fora do controle de pais e responsáveis.<br /><br />A morte de jovens em brigas de rua, confrontos de torcidas e conflitos diversos é a constatação de um sistema falho na educação, da falta de políticas que proporcionem oportunidades para todos e de um apoio consistente às famílias. Há muito as escolas não são vetores de desenvolvimento de cidadania e de respeito ao próximo, deixando muitas vezes de oferecer um ensino de qualidade, uma norma de disciplina e um padrão de comportamento produtivo e interativo. Os jovens, abandonados e sem orientação, seguem seus impulsos e se organizam como podem.<br /><br />É preciso que sejam oferecidas a esses jovens opções de lazer sadio e seguro, a prática de esportes, envolvimento em causas sociais e ambientais, acesso a programas culturais, além de desenvolver sua capacidade criativa e atender à sua necessidade de socialização. Transformar cada um em cidadão de fato, em vez de moldar novos e agressivos meninos de rua. ]]>	</description></item><item>	<title>		<![CDATA[ Festa universit&#225;ria espera alvar&#225;  ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2010-03-12 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=51904 ]]>	</link>	<author>Correio Popular</author>	<description>		<![CDATA[ 	No primeiro dia de retirada dos abadás para a festa universitária “Pucc Folia”, mais de 2,5 mil pessoas compareceram ao Campinas Hall, mesmo com a incerteza da realização do evento. A Prefeitura ainda não concedeu o alvará para a micareta, marcada para amanhã, em um espaço chamado Arena Dom Pedro, no Parque Imperador — na saída de Campinas para Jaguariúna.<br /><br />Na terça-feira, o Ministério Público, com base em informações da Polícia Militar e após pedidos das concessionárias Rota das Bandeiras e Renovias, sugeriu que a administração indeferisse o pedido por entender que o local não oferece estrutura segura.<br /><br />A Secretaria de Urbanismo diz hoje se o evento terá ou não o alvará. Segundo o órgão, as responsáveis pela “Pucc Folia” ainda precisam apresentar um documento — sem detalhar qual. Três empresas organizam a festa: a Piromania Eventos, Raf Eventos e Salvetti Oliveira Eventos.<br /><br />Até ontem, cerca de 10 mil ingressos foram vendidos. “Todo mundo está comprando e também resolvi arriscar”, justificou Ana Carolina Guardia, de 16 anos, que mora em Mogi Mirim e veio a Campinas com a mãe, Silvia Guardia. “Ela e suas amigas virão de van ao evento e acho que não terá problema. Acredito que o evento vai ocorrer normalmente”, afirmou.<br /><br />Os amigos Augusto Gialluca, de 19 anos, e Murillo Dalbin, 19, também não se mostraram preocupados com o impasse em relação ao alvará. “Se a festa não acontecer, eles devem devolver o dinheiro”, ressaltou Gialluca, que está organizando um ônibus fretado para levar os participantes à festa. Já o amigo culpou a Prefeitura até mesmo pela confusão na retirada dos abadás. “Essa burocracia atrapalha na organização do evento”, defendeu.<br /><br />Muitas pessoas reclamaram da demora na retirada dos ingressos e da fila formada, alegando que houve atraso no início da distribuição.<br /><br />O organização negou a informação e disse que a demora ocorreu porque as pessoas foram ao local ao mesmo tempo. O advogado da “Pucc Folia”, Carlos Zappa, ainda disse estar tranquilo quanto a realização do evento. “Não teremos problemas com o alvará e estamos dentro da normalidade do procedimento.”<br /><br />Ainda segundo ele, na tarde de ontem, uma reunião com os moradores do Condomínio Resedas — que ameaçavam acionar a Justiça — definiu a criação de um via de acesso exclusivos aos moradores para evitar transtornos. Outra medida, desta vez para atender solicitação das concessionárias, é que a entrada do evento não será logo no início da Avenida Resedas, mas cerca de 500 metros a diante e com capacidade para a entrada simultânea de oito carros. A intenção é diminuir o fluxo na rodovias próximas (a Dr. Adhemar Pereira de Barros, SP-340, e a Dom Pedro I, SP-65). “Além disso teremos 400 seguranças contratados durante a festa.” A organização ainda reduziu de 15 mil para 12 mil o máximo de abadás. ]]>	</description></item><item>	<title>		<![CDATA[ Fi&#233;is veem imagem de santa em folha de bananeira ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2010-03-12 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=51905 ]]>	</link>	<author>Correio Popular</author>	<description>		<![CDATA[ 	A folha de uma bananeira está atraindo milhares de pessoas em Serra Negra, a 82 km de Campinas, e aguçando a curiosidade dos mais céticos. Isso porque, desde a última segunda-feira, a folha estaria refletindo a imagem de Nossa Senhora de Fátima. Quem esteve no local garante que viu viu o reflexo da santa.<br /><br />A imagem aparece por volta das 19h e vira a noite. Segundo relatos, a folha da bananeira fica branca e quem olha por baixo consegue ver a imagem da santa, desde sua face até o longo vestido. Durante o dia, quem olha vê apenas uma folha verde balançando com o vento, com alguns rasgos nas pontas.<br /><br />Milagre ou não, o fato é que desde que a notícia se espalhou, mais de 3 mil pessoas — segundo a Guarda Municipal — têm aparecido diante de um terreno baldio da Rua Adelino Humberto de Quency, no bairro Campo do Sete, na esperança de ver a imagem. Mas a visão detalhada da santa, segundo moradores, só é possível ver do quintal da casa de número 155, onde mora a dona de casa Ana Maria Guerra Ramalho, de 49 anos. Aliás, foi ela a segunda pessoa a ver o reflexo. “Minha funcionária saiu no quintal e depois me chamou. Ela apontou para a bananeira e perguntou o que eu via. Olhei e vi o reflexo da imagem de Nossa Senhora de Fátima. Na hora senti uma paz imensa. Minha família toda acabou vendo”, contou Ana. Segundo a GM, pelo menos 2 mil pessoas estiveram no local ontem à noite. Foi necessário interditar a rua. ]]>	</description></item><item>	<title>		<![CDATA[ Livro impresso em ascens&#227;o  ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2010-03-12 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=51902 ]]>	</link>	<author>Correio Popular</author>	<description>		<![CDATA[ 	Com a chegada ao Brasil dos leitores digitais de texto, como Kindle e o novo aparelho da Aplle – existe até um tupiniquim –, já instalou-se de novo a polêmica da previsão da queda do livro impresso.<br /><br />O engraçado é que, mesmo rolando aos quatro ventos o anúncio do fim do livro, a verdade é que as vendas dos volumes tradicionais, impressos, está em ascensão. Levantamento da Associação Nacional de Livrarias dão conta de que o crescimento de vendas atingiu mais de 10% nos últimos anos.<br /><br />Sabemos que, devagar, a adesão aos livros eletrônicos vai progredindo. E se, mesmo verificando-se que, apesar dos adeptos do Kindle e outros leitores eletrônicos, que já perfazem uma pequena fatia da venda e de consumo de e-books, o livro impresso continua aumentando suas vendas, quero crer que isso significa que o número de leitores de livros têm aumentado.<br /><br />Não é uma boa notícia, saber que o contingente de leitores aumentou, nesta nossa terra tupiniquim que carrega o estigma de ter um povo que não lê? Mesmo o livro sendo caro, as vendas estão num crescendo. Os e-books tentam ser mais baratos que o livro impresso, mas é preciso considerar que o aparelho para ler os arquivos digitais são, ainda, bem caros. E isso reflete no preço do e-book.<br /><br />A boa nova é a constatação de que o que tem provocado esse aumento na venda de livros nos últimos tempos é a leitura por parte do público mais jovem, leitores ainda em formação, poderia-se dizer. Mérito da escola, que está conseguindo incentivar a leitura em jovens e adolescentes? Talvez. Algumas escolas fazem um trabalho muito bom e eficiente.<br /><br />Mas o que tem motivado os novos leitores a consumirem mais livros são escritores como os autores de Harry Potter, Crepúsculo e tantas outras séries de aventuras surrealistas, que com sua imaginação prodigiosa criam situações e personagens fabulosos, que cativam e arrebanham mais adeptos para o livro. Leitores que enfrentam volumes de 400, 500 páginas ou mais com sofreguidão.<br /><br />A série Crepúsculo até foi protagonista de um feito inédito, recentemente: fez com o clássico O Morro dos Ventos Uivantes, que é citado em alguns volumes do romance, fosse parar na lista dos livros mais vendidos, nas últimas semanas.<br /><br />Não é ótimo saber que mais brasileiros estão lendo, consumindo literatura?<br /><br />Como já disse, não podemos ter a ilusão de que o livro eletrônico não vai ganhar terreno, em longo prazo. Alguém perguntaria: e esses campeões de vendas não migrarão para o e-book? Claro, mais cedo ou mais tarde eles estarão também nessa plataforma.<br /><br />Mas o livro impresso estará sempre aí, mesmo dividindo espaço com o livro eletrônico.<br /><br />Luiz Carlos Amorim é escritor ]]>	</description></item><item>	<title>		<![CDATA[ Prefeitura amplia licen&#231;a-maternidade ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2010-03-12 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=51907 ]]>	</link>	<author>Correio Popular</author>	<description>		<![CDATA[ 	Um decreto publicado esta semana pela Prefeitura de Campinas no Diário Oficial do Município (DO) permite às empresas municipais e autarquias a adaptação à legislação federal que permite a prorrogação da licença-maternidade de quatro para seis meses. Agora, empresas públicas como a Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento S.A. (Sanasa)  e a Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) já podem oferecer o benefício às funcionárias.<br /><br />O prefeito Hélio de Oliveira Santos (PDT) também pediu pressa na aprovação da emenda à Lei Orgânica do Município, de autoria dos vereadores Biléo Soares (PSDB) e Luiz Henrique Cirilo (PPS), que estende o benefício às servidoras da administração direta. No ano passado, a emenda foi aprovada em primeira discussão, mas o prefeito pediu a retirada da proposta para adequações à legislação federal.<br /><br />Desde janeiro deste ano, a licença-maternidade de seis meses é facultativa e depende dos empregadores adotarem ou não a medida. A lei que tornou opcional a extensão do benefício foi proposta pela senadora Patrícia Saboya (PDT-CE) e sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em setembro de 2008, mas as regras para que fosse posta em prática só foram definidas pela Receita Federal no final de janeiro.<br /><br />Além disso, uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que aumenta de quatro para seis meses o período obrigatório da licença-maternidade foi aprovada pela comissão especial que analisou o mérito da matéria. Pelo texto, a estabilidade para a trabalhadora após o nascimento do filho também será ampliada de cinco meses para sete meses. A PEC tem ainda que ser votada em dois turnos pelo plenário da Câmara e encaminhada à apreciação do Senado, onde também tem que ser aprovada em dois turnos para passar a integrar a Constituição.<br /><br />Segundo o vereador Cirilo, em âmbito municipal, a adequação à legislação federal já foi feita e o substitutivo do projeto de lei da emenda deve ser apresentado até a próxima segunda-feira à Câmara. O projeto deve entrar na pauta após dez dias e até o final de março deverá ser promulgado pela Mesa da Câmara, de acordo com Cirilo. Depois disso, funcionárias da Prefeitura que quiserem solicitar a prorrogação por 60 dias da licença-maternidade poderão fazê-lo.<br /><br />Para a assistente administrativa da Emdec Patrícia Conceição Rosa, de 31 anos, a mudança beneficia mães e bebês. “Nos primeiros seis meses, a criança precisa muito da gente”, disse Patrícia, que tem uma filha de 3 anos e planeja ter outro filho. A gerente de Recursos Humanos da Emdec, Silvia de Oliveira Seixas, afirmou que funcionárias interessadas no benefício já poderão pedi-lo. Na Sanasa, a assessoria de imprensa disse que a autorização passará por avaliação da diretoria. ( ]]>	</description></item><item>	<title>		<![CDATA[ Sa&#250;de confirma 1&#186; caso de gripe su&#237;na do ano  ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2010-03-12 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=51906 ]]>	</link>	<author>Correio Popular</author>	<description>		<![CDATA[ 	A Secretaria de Saúde de Campinas confirmou o primeiro caso de gripe suína deste ano. Trata-se de uma gestante que permaneceu internada em um hospital da cidade, recebeu alta e passa bem, segundo informações da Vigilância em Saúde (Visa). A mulher, cuja idade não foi revelada, mudou-se recentemente para Campinas, vinda de outro Estado e não contraiu a doença na cidade.<br /><br />O medo da gripe suína tem provocado uma corrida às clínicas particulares de vacinação. Os serviços privados ainda não dispõem da vacina, mas afirmam que a procura está intensa. “O telefone não para de tocar. Estamos contratando novos funcionários para atender a demanda telefônica de pessoas em busca de informações sobra a vacina”, disse Ana Cláudia Oliveira, da Multiclínicas.<br /><br />Segundo Ana Cláudia, as pessoas que estão fora dos grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde tentam fazer reserva da nova vacina. “Mas não estamos fazendo lista de espera. Não sabemos quando a vacina chega, a quantidade que vamos receber e nem o valor. E com esta demanda intensa é complicado se comprometer com reservas”, explicou. A orientação é que os interessados liguem na primeira quinzena de abril. A previsão é que o medicamento chegue aos serviços privados entre o final de março e início de abril.<br /><br />Em outras duas clínicas a situação é a mesma. “O telefone não para de tocar. E todos querem fazer reserva, mas não trabalhamos com lista. A oferta será mesmo por ordem de chegada”, informou Julieta Milan, da Cicamp. “Quem ficou fora dos grupos definidos pelo ministério está buscando proteção na rede privada. Mas não fazemos reservas”, disse Alexsandra Cristina, da Clínica Vacin. O valor da nova vacina não está definido. No ano passado, a aplicação contra a gripe sazonal custou em média R$ 50,00.<br /><br />Grupos<br /><br />Balanço divulgado ontem pela Secretaria de Saúde de Campinas mostra que 7.904 pessoas foram vacinados desde o início da campanha, em 8 de março. Novo balanço será divulgado na próxima quinta-feira, dia 18. A primeira etapa da vacinação, conforme norma do Ministério da Saúde, contempla os trabalhadores da saúde, responsáveis pela contenção da pandemia. “A campanha transcorre dentro do previsto, inclusive nas parcerias realizadas com hospitais da rede privada e, neste início, não foram registradas reações adversas à vacina”, explicou a coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Brigina Kemp.<br /><br />Os grupos prioritários que recebem a vacina na rede pública são os profissionais de saúde, gestantes, crianças entre seis meses e 1 ano e 11 meses, doentes crônicos, adultos entre 20 e 39 anos e idosos com doenças crônicas. ]]>	</description></item><item>	<title>		<![CDATA[ Anvisa faz manual para orientar utiliza&#231;&#227;o de plantas medicinais ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2010-03-12 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=51922 ]]>	</link>	<author>O Estado de São Paulo</author>	<description>		<![CDATA[ 	Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou uma resolução para orientar o uso terapêutico das chamadas drogas vegetais, como erva-cidreira e camomila, no alívio de sintomas de doenças de baixa gravidade. Passados de geração em geração, os conhecimentos de como curar utilizando plantas, folhas, cascas, raízes e flores agora estão sistematizados. O objetivo é esclarecer em quais situações essas drogas podem ser administradas.<br /><br />O trabalho da agência se baseou em estudos que comprovam os efeitos benéficos de 66 espécies vegetais, cujas ações terapêuticas mudam de acordo com a forma de preparo. Os usos também variam: elas podem ser ingeridas, inaladas, usadas em gargarejos ou em banhos de assento.<br /><br />Os resultados foram compilados numa tabela com informações que vão do nome científico da planta até as contraindicações para o uso e possíveis efeitos colaterais. A listagem saiu na edição de anteontem do Diário Oficial da União.<br /><br />A resolução traz novas regras para empresas. De cinco em cinco anos, elas terão de notificar a Anvisa sobre a fabricação, a importação e a comercialização dessas drogas vegetais. Os produtos deverão passar por testes para garantir sua identidade e qualidade. Nas embalagens, o consumidor encontrará uma espécie de bula, com informações a respeito do uso e advertências específicas para cada caso, datas de fabricação e validade, nome, endereço e CNPJ do fabricante.<br /><br />Tanto as drogas vegetais como os medicamentos fitoterápicos são obtidos de plantas medicinais, mas preparados de forma diferente.<br /><br />As drogas vegetais são constituídas da planta seca, inteira ou rasurada (partida em pedaços menores), utilizadas na preparação dos populares chás. Os medicamentos fitoterápicos são produtos tecnicamente mais elaborados, apresentados na forma final de uso - comprimidos, cápsulas e xaropes.  ]]>	</description></item><item>	<title>		<![CDATA[ Brasil recusar&#225; acordo com a AIEA, diz Jobim ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2010-03-12 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=51920 ]]>	</link>	<author>O Estado de São Paulo</author>	<description>		<![CDATA[ 	O governo brasileiro entrou ontem em choque mais uma vez com a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA). Em entrevista exclusiva ao Estado, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, anunciou que o Brasil - detentor da quarta maior reserva de urânio no mundo - vai recusar a proposta de acordo da AIEA em relação ao comércio do recurso natural. O chefe da pasta da Defesa está na Índia nesta semana para negociar acordos no setor militar.<br /><br />Jobim afirma ainda que o Irã tem o direito de enriquecer urânio a 20%, desde que seja para fins pacíficos (no caso, tratamento oncológico).<br /><br />A proposta, que está sendo circulada ainda de forma sigilosa e informal pela AIEA nesta semana, é que haja um acordo internacional sobre o fornecimento de urânio. A meta é conseguir que haja um controle mínimo sobre esse comércio, evitando que países considerados "irresponsáveis" tenham acesso ao material para bombas nucleares.<br /><br />Mas a condição imposta pela AIEA para esse comércio foi rejeitada por Jobim, que recebeu uma cópia da proposta na quarta-feira. Pelo esboço da resolução, um país pode fornecer urânio ao mercado internacional se ratificar um outro acordo já existente na AIEA para permitir inspeções de surpresa em suas usinas. Conhecido como "protocolo adicional", o tratado prevê inspeções mais frequentes e mais detalhadas. Promovido pelos EUA, o protocolo adicional dá maiores poderes aos inspetores e foi estabelecido depois que programas nucleares clandestinos foram descobertos na Coreia do Norte e Iraque nos anos 90.<br /><br />O Brasil não é signatário do protocolo e vem sendo pressionado por americanos a aderir ao mecanismo de maior controle. "Esse acordo é invasivo", afirmou Jobim. Já ratificaram o protocolo 94 países.<br /><br />Uma alternativa apresentada pela AIEA é a de que um país poderia exportar urânio se estivesse comprometido com algum tipo de acordo regional de controle de armas nucleares "enquanto" não aceite o protocolo adicional. O Brasil tem um acordo dessa natureza com a Argentina.<br /><br />Pelo rascunho da AIEA, o País teria a possibilidade de exportar urânio nessa condição. Ou seja, ao aceitar a proposta, o Brasil estaria indicando de forma implícita que em algum momento estará disposto a ratificar o Protocolo Adicional.<br /><br />"Não há por que aceitar tal proposta, pois não podemos falar que isso vale enquanto nós estivermos a caminho de aderir ao Protocolo Adicional. O Brasil não vai aderir ao acordo", explicou Jobim.<br /><br />Essa não é a primeira vez que o Brasil e a AIEA adotam posições diferentes. Há cinco anos, a agência passou a criticar abertamente o Brasil por cobrir partes de reatores nucleares e impedir o acesso visual aos inspetores internacionais.  ]]>	</description></item><item>	<title>		<![CDATA[ Cientista descobre como talidomida provoca m&#225;-forma&#231;&#227;o em fetos ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2010-03-12 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=51921 ]]>	</link>	<author>O Estado de São Paulo</author>	<description>		<![CDATA[ 	Cientistas japoneses desvendaram como a talidomida interfere no desenvolvimento de fetos e provoca má-formação. A descoberta abre as portas para o desenvolvimento de alternativas seguras ao remédio que mantenham eficácia terapêutica, mas sem efeitos adversos.<br /><br />A droga foi proibida na década de 60 depois que milhares de crianças nasceram com atrofia dos membros ou problemas cardíacos. Voltou ao mercado na década seguinte - sob rigorosa legislação -, pois constitui uma boa alternativa para tratamento de doenças como hanseníase, lúpus, câncer na medula óssea e artrite reumatoide.<br /><br />Hoje, a talidomida chega a ser indicada para até 60 tipos de tratamentos, que incluem alívio dos sintomas de portadores do HIV e diminuição do risco de rejeição em transplantes de medula. Contudo, o acesso é restrito a pacientes cadastrados nos programas públicos de saúde.<br /><br />O estudo mostrou como a talidomida liga-se a uma enzima chamada cereblon, muito importante nos dois primeiros meses do feto para o desenvolvimento dos membros. A ligação torna inativa a enzima, o que provoca a má-formação.<br /><br />"Agora queremos identificar os mecanismos químicos da talidomida responsáveis pelos efeitos anticâncer", afirma o coordenador da pesquisa, Hiroshi Handa, do Instituto de Tecnologia Tóquio. Dessa forma, os cientistas esperam criar derivados da talidomida que não reajam com a enzima cereblon, mas sejam eficazes no tratamento das doenças.<br /><br />"Já havia uma corrida das indústrias farmacêuticas para desenvolver um derivado seguro da talidomida", conta Lavinia Schüler Faccini, chefe do Departamento de Genética da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). "Afinal, é um medicamento com muitas aplicações."<br /><br />Lavinia aponta que a descoberta, divulgada na revista Science, deve acelerar as pesquisas na área. Ao Estado, Handa preferiu uma previsão conservadora. "Levarão vários anos para desenvolvermos alternativas e derivados mais seguros da talidomida", afirmou.<br /><br />Mesmo assim, Claudia Marques Maximino, da Associação Brasileira de Portadores da Síndrome da Talidomida, não escondeu a alegria ao conhecer a pesquisa. "A talidomida destruiu parte dos nossos sonhos, mas eu sei que ela ajuda outras pessoas a recuperarem seus sonhos aliviando muitas doenças", afirma Claudia. "Quando ela não apresentar mais riscos, todos poderão sonhar juntos."<br /><br />A associação foi uma das principais responsáveis pelas recentes vitórias legais das vítimas do medicamento (mais informações nesta página). Claudia sonha com o dia em que poderá fechar a entidade por não existirem mais casos de recém-nascidos com a síndrome. Lavinia recorda que o Brasil foi o único país que registrou casos de má-formação fetal causada por talidomida depois do ano 2000.<br /><br />Atualmente, a venda do medicamento é proibida. Só um laboratório público no País pode produzi-lo - a Fundação Ezequiel Dias (Funed), em Belo Horizonte. Além de levar a prescrição médica, o paciente precisa assinar um termo de responsabilidade antes de retirar o remédio nos postos de saúde.<br /><br />Segundo dados da Funed, a demanda anual do Ministério da Saúde é de 7 milhões de pílulas com 100 miligramas de talidomida cada uma.<br /><br />No ano passado, a fundação bateu o recorde de produção, com cerca de 8 milhões de unidades até novembro.<br /><br /><b>COBAIAS</b><br />Na década de 50, os testes pré-clínicos do medicamento foram realizados com ratos e camundongos. Contudo, os dois roedores são imunes aos efeitos adversos da talidomida. Por isso, só foi possível descobrir que o remédio não poderia ser administrado a mulheres grávidas quando surgiram os primeiros casos de bebês com problemas.<br /><br />Por isso, os pesquisadores japoneses utilizaram outros tipos de cobaias: o peixe-zebra - também conhecido como paulistinha - e galinhas. Os dois animais sofrem danos de má-formação análogos aos observados em humanos: nascem sem nadadeiras ou asas.<br /><br />Os cientistas desenvolveram variedades transgênicas desses animais que produziam um tipo de enzima cereblon incapaz de se ligar à talidomida. Expostos ao medicamento no início do seu desenvolvimento, peixes e aves transgênicos não apresentaram sinais de má-formação.  ]]>	</description></item><item>	<title>		<![CDATA[ Fraude no exame da OAB afetou Enem ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2010-03-12 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=51923 ]]>	</link>	<author>O Estado de São Paulo</author>	<description>		<![CDATA[ 	O ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou ontem que a decisão do governo de não realizar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no meio do ano levou em conta o recente cancelamento da segunda fase do exame nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) após a suspeita de vazamento do gabarito da prova. O cancelamento do Enem foi anunciado anteontem.<br /><br />"Temos de considerar a recomendação de especialistas em segurança. Não podemos negligenciar as recomendações da Polícia Federal nem desconsiderar que houve mais um episódio grave no País, em relação ao (cancelamento do) exame da Ordem dos Advogados do Brasil", afirmou Haddad, durante a inauguração de instalações da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O ministro não deixou claro se novas recomendações foram feitas pela PF após a suspensão da prova da OAB, anunciada no domingo.<br /><br />Haddad ressaltou que havia sido alertado pelo Centro de Seleção e Promoção de Eventos (Cespe), que organizou o último Enem e a prova da OAB, de que há quadrilhas que se organizam para fraudar exames. "Temos de continuar avançando, mas em condições realistas, sabendo que tem gente que dedica 100% do tempo ao crime."<br /><br /><b>SELEÇÃO</b><br />Pelo menos cinco universidades federais que contavam com o Enem no meio do ano para preencher vagas nos cursos no segundo semestre devem usar as notas do exame de 2009. Cerca de 4,5 mil vagas serão preenchidas por candidatos que não foram aprovados no início do ano no Sistema de Seleção Unificada (Sisu). O MEC informou que será possível reabrir o Sisu neste semestre caso as universidades queiram preencher as vagas por meio do sistema.<br /><br />Outras três universidades ainda estudam o que fazer ou optaram por organizar um vestibular. A Universidade Federal do Amazonas decidiu fazer um vestibular e a Universidade Federal de Alfenas prepara sua prova, embora ainda esteja considerando a hipótese de utilizar novamente o Sisu. Na Federal de Pelotas, a questão deve ser decidida na próxima semana.<br /><br />O Enem deste ano será realizado em novembro, após o segundo turno das eleições, mas ainda não foi formada a comissão organizadora para fazer a licitação da gráfica. Apesar de o governo ter conseguido, por questões de segurança, dispensar a licitação para a organização da prova, a impressão deverá ser licitada.  ]]>	</description></item><item>	<title>		<![CDATA[ Normas de descarte de lixo s&#227;o elogiadas ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2010-03-12 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=51924 ]]>	</link>	<author>O Estado de São Paulo</author>	<description>		<![CDATA[ 	A aprovação pela Câmara dos Deputados do projeto de lei que cria um marco regulatório para os resíduos sólidos no Brasil foi bem recebida por empresas privadas e entidades de defesa do consumidor. O texto, aprovado na noite de anteontem, propõe que a gestão do lixo seja compartilhada (mais informações nesta página). Na prática, todos passam a ter responsabilidade pelo destino final dos resíduos.<br /><br />"O consumidor terá a oportunidade de fazer sua parte nessa cadeia, separando seu lixo doméstico e também eletroeletrônicos para a reciclagem", diz Lisa Gunn, coordenadora executiva do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). "Atualmente, quem se dispõe a fazer a separação dos resíduos em casa nem sempre tem acesso à infraestrutura para destinar esse lixo de forma correta."<br /><br />O projeto de lei que institui a Política Nacional dos Resíduos Sólidos (PNRS) sofreu alterações e deve seguir para o Senado na semana que vem.<br /><br />Para a indústria, a aprovação da lei será benéfica, pois institui regras mais claras para o recolhimento e a reciclagem dos resíduos, especialmente os eletroeletrônicos. "A indústria queria um marco regulatório e participou ativamente da formulação dessa política", diz Armando Ennes do Valle, diretor de relações institucionais da fabricante de eletrodomésticos Whirlpool, dona das marcas Brastemp e Consul.<br /><br /><b>EMBALAGENS</b><br />Se aprovada no Senado, a lei também deve criar novos mecanismos para coleta e reciclagem de embalagens. "Atualmente as iniciativas que existem são voluntárias", diz Fernando Von Zuben, diretor de meio ambiente da fabricante de embalagens Tetra Pak.<br /><br /><br /><b>PRINCIPAIS PONTOS</b><br />O projeto institui a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos. Serão responsáveis pelo destino do lixo sólido fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes, consumidores e titulares dos serviços públicos de limpeza urbana e manejo<br /><br />Poder Público e empresas poderão fazer acordos setoriais. Fabricantes e vendedores terão dois anos de prazo para se preparar para recolher agrotóxicos, pilhas, baterias, pneus e óleos. Poderão fazer convênios com catadores. ]]>	</description></item><item>	<title>		<![CDATA[ Pa&#237;ses ampliam doa&#231;&#245;es para prevenir desflorestamento ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2010-03-12 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=51925 ]]>	</link>	<author>O Estado de São Paulo</author>	<description>		<![CDATA[ 	O volume de recursos internacionais para ações de Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação (Redd) nas maiores florestas do mundo cresceu 34% e pode chegar a US$ 4,7 bilhões (cerca de R$ 8,2 bilhões) até 2012. O acréscimo se deve às doações anunciadas por Alemanha e Espanha, além do fundo Global Environment Facility (GEF), durante a Conferência Internacional sobre Grandes Bacias Florestais, encerrada ontem em Paris. Na reunião, foram retomadas discussões por um acordo climático global e negociadores afirmaram que podem adotar uma meta mundial de redução do desflorestamento de 25% até 2015.<br /><br />As novas doações elevam o total de recursos previstos, de US$ 3,5 bilhões (R$ 6,2 bilhões), para financiamento de projetos a serem realizados até 2012. Esse volume - equivalente a 20% do total disponível para combater o aquecimento global - havia sido previsto pela 15ª Conferência do Clima e era baseado em doações de seis países: Noruega, EUA, Reino Unido, França, Austrália e Japão. Até 27 de maio, quando ocorre a segunda parte da Conferência Internacional sobre Bacias Florestais, em Oslo, Noruega, a expectativa é de que o valor chegue a US$ 6,9 bilhões (R$ 12,2 bilhões).<br /><br />Os mais de 30 ministros de Meio Ambiente e representantes de 64 países definiram ainda a criação de um grupo de cinco países, entre eles o Brasil, para articular um fórum sobre projetos e recursos para Redd. Até a conferência de Oslo deve ser definida a lista de projetos de combate ao desmatamento que serão candidatos aos recursos.<br /><br />O ministro brasileiro, Carlos Minc, destacou a mobilização para relançar as negociações para um novo tratado climático. "Não queremos esperar por um acordo na ONU para começar o Redd." Ele também informou aos parceiros que pretende reduzir o desmatamento da Amazônia em 90% (antes ele falava em 80%), além de proteger o Cerrado e a Caatinga.<br /><br />A conferência também foi marcada por duas propostas da França. A primeira diz respeito à criação de metas de médio prazo para a redução do desmatamento em nível mundial. "Nosso objetivo deve ser reduzir o desflorestamento em 25% até 2015, em 50% até 2020 e de acabar com ele até 2030", propôs o presidente francês, Nicolas Sarkozy.<br /><br />O chefe de Estado francês propôs ainda que os recursos obtidos pela criação de uma taxa sobre transações financeiras - que parte da União Europeia defende - sejam destinados a programas ambientais. Além do financiamento a programas de proteção das florestas, a comunidade internacional precisa criar meios de aplicar os US$ 30 bilhões que foram anunciados em Copenhague para projetos de combate ao aquecimento global.<br /><br /><b>CARGO NA ONU</b><br />Segundo o Estado apurou na reunião, o ex-ministro de Meio Ambiente da África do Sul, Marthinus van Schalkwik, é o favorito para substituir o holandês Yvo de Boer no cargo de secretário executivo da Convenção do Clima das Nações Unidas (UNFCCC). O Brasil, até o momento, não tem candidato. A escolha do substituto de Boer será anunciada pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, em julho.  ]]>	</description></item><item>	<title>		<![CDATA[ PIB caiu 0,2% em 2009, mas j&#225; cresce como antes da crise global ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2010-03-12 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=51918 ]]>	</link>	<author>O Estado de São Paulo</author>	<description>		<![CDATA[ 	O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro caiu 0,2% em 2009, no pior resultado desde 1992 (governo Collor), quando houve recuo de 0,5%. O PIB do último trimestre do ano passado, no entanto, cresceu 2% em relação ao trimestre anterior (8,2% anualizado), descontadas as influências sazonais.<br /><br />A economia, na verdade, já retomou um ritmo que é, no mínimo, equivalente ao dos três primeiros trimestres de 2008, quando o crescimento em 12 meses estava em torno de 6,5%. O nível absoluto do PIB já quase encostou no do terceiro trimestre de 2008, que corresponde ao ponto mais alto jamais alcançado. Os dados do PIB foram divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).<br /><br />O mau desempenho em 2009 foi puxado por dramáticas quedas na indústria e nos investimentos, de respectivamente 5,5% e 9,9%. Diretamente ligados à grande crise global deflagrada em setembro de 2008, esses resultados são os piores desde o início da atual série do PIB, em 1996. Na indústria, o pior desempenho em 2009 foi justamente o do coração do setor, a indústria de transformação, que recuou 7%.<br /><br />"Os números de 2009 devem-se a uma pancada muito forte, mas que já está superada, com essa recuperação muito rápida", comentou o economista Samuel Pessôa, do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getúlio Vargas (FGV) no Rio.<br /><br />O resultado brasileiro do ano passado, na realidade, representa mais uma estagnação do que uma queda, já que está muito próximo a zero. Numa comparação global de países de economia relevante, o Brasil figura entre os de performance menos ruim. Em valores, o PIB do Brasil em 2009 registrou R$ 3,143 trilhões.<br /><br />Apesar do PIB decepcionante de 2009, o consumo das famílias continuou a crescer, registrando expansão de 4,1%. Isso significa uma quebra na aceleração entre 2004 e 2008, período no qual o indicador subiu em ritmo crescente de 3,8% até 7%. Ainda assim, como nota Pessôa, o crescimento do consumo das famílias de 4,1% fez com que a população sentisse os efeitos da crise de forma muito atenuada: "É o que explica a manutenção em alta da popularidade do governo".<br /><br />Também ligado ao bom ritmo do consumo das famílias, o setor de serviços sobressaiu-se em 2009, sendo o único que apresentou variação positiva, com crescimento de 2,6%. O maior destaque nos serviços foi o segmento de intermediação financeira, que inclui crédito bancário, seguros, planos de saúde e previdência complementar, que cresceu 6,5% .<br /><br />A agropecuária teve recuo de 5,2% no ano passado, prejudicada pela queda na produção de lavouras importantes. Houve quedas ainda na pecuária e na exploração florestal. Rebeca Palis, gerente de Contas Trimestrais do IBGE, nota que a agropecuária caiu em todos os trimestres de 2009, comparados a iguais períodos de 2008. "Todas as lavouras sofreram bastante no ano passado, não só pela crise mas também por causa das chuvas", comentou Rebeca.<br /><br />O IBGE também anunciou ontem revisões em quatro dos três trimestres anteriores ao último de 2009 - exatamente o período que compreende a crise global, desde a quebra do Lehman Brothers, em setembro de 2008. A revisão mostra um PIB que cai mais no primeiro momento, mas também se recupera mais velozmente.<br /><br />Assim, o resultado (sempre na comparação com o trimestre anterior, em base dessazonalizada)do último trimestre de 2008 passou de queda de 2,9% para 3,5%; o do primeiro trimestre de 2009 manteve-se em queda de 0,9%; o crescimento no segundo trimestre do ano passado aumentou de 1,1% para 1,4%; e o do terceiro trimestre subiu de 1,3% para 1,7%.<br /><br />Rebeca explicou que não houve nenhuma revisão dos dados em si, mas que essas mudanças decorrem do método de dessazonalização, que sempre acarreta mudanças quando novo resultado trimestral é divulgado.<br /><br />Na realidade, o mercado já esperava que houvesse revisões, e acertou em cheio o resultado do PIB de 2009, com a mediana das projeções colhidas pela Agência Estado batendo exatamente em recuo de 0,2%. ]]>	</description></item><item>	<title>		<![CDATA[ Serra j&#225; tem cronograma para lan&#231;amento de candidatura ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2010-03-12 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=51919 ]]>	</link>	<author>O Estado de São Paulo</author>	<description>		<![CDATA[ 	O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), planeja deixar o posto no fim do mês em cerimônia sóbria e sem grande alarde. Mas essa será apenas a mudança burocrática no Palácio dos Bandeirantes, para atender à formalidade da chamada "desincompatibilização". O verdadeiro lançamento da candidatura de Serra ao Planalto será realizado depois da Semana Santa - até para fugir do dia 29 de março, quando o presidente Lula e sua candidata à Presidência, ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), lançam, com pompa, circunstância e barulho, o PAC 2.<br /><br />Depois de amargar quatro meses de espera pelo anúncio que não veio, a cúpula do PSDB não quer dividir a cena nem a mídia com o PT. Ao contrário, a ideia é esticar o lançamento em mais de uma etapa, para potencializar o ganho político do ingresso do governador na corrida presidencial e compensar o desgaste, virando a página dos protestos por tamanha demora. Serão duas solenidades para Serra brilhar: em São Paulo, a despedida do governo e o anúncio da candidatura de Geraldo Alckmin a governador; e o lançamento nacional em grande estilo, com aliados e tucanos de todo o Brasil reunidos em Brasília, para mostrar unidade do partido em torno do candidato.<br /><br />Até lá a direção do PSDB vai costurando as alianças nos Estados e tentando contornar a agonia de aliados de peso como o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), que esta semana desistiu da reunião que ele mesmo havia pedido a Serra. Inconformado com decisão de arrastar por mais três semanas o anúncio oficial da candidatura, Jarbas chegou a divulgar uma nota na quarta-feira, para dizer que não quer conversa até lá. "Pretendo vincular minha eventual candidatura (a governador de Pernambuco) à dele, mas dispenso a audiência. Vou esperar", disse o senador.<br /><br />As articulações Brasil afora continuam porque o PSDB trabalha para ampliar a aliança nacional e assim potencializar o efeito político do lançamento. Além da presença de todos os candidatos que vão garantir bons palanques a Serra nos Estados, o tucanato quer mostrar que a festa não é particular, mas da aliança.<br /><br />Depois da crise que atingiu o principal aliado, com o único governador eleito pelo DEM - José Roberto Arruda, do Distrito Federal - na cadeia, o caminho para minimizar o peso do escândalo do "mensalão do DEM" sobre a coligação de Serra é apressar a ampliação da aliança. O ideal é que isso ocorra já a partir do lançamento da candidatura em Brasília.<br /><br />Para dar cara múltipla à coligação, os tucanos querem não apenas dirigentes do DEM e do PPS compondo a mesa solene da festa em Brasília. O esforço é para que, em torno de Serra, também estejam os presidentes nacionais do PTB, Roberto Jefferson, e do PSC, Vitor Nósseis. O empenho do tucanato para fechar acordo com as duas legendas na campanha presidencial é grande porque a contabilidade política desse apoio é dobrada, com repercussão no palanque eletrônico de Serra e Dilma.<br /><br />Como o PTB participa do governo Lula e é aliado do PT no Congresso, os articuladores da candidatura de Dilma contam com o tempo de propaganda eleitoral gratuita do partido no rádio e na televisão. Se o PSDB for bem sucedido, os 42 segundos do PTB serão subtraídos do programa do PT e transferidos a Serra. Somados aos segundos que cabem ao PSC, a articulação tucana pode render ao candidato da oposição um minuto a mais em cada bloco de propaganda que irá ao ar, em rede nacional de televisão, totalizando 7m48s, contra 8m21s da coligação de Dilma - sem contar o tempo do PSB, que ainda pode se bandear para a candidatura governista no caso de desistência do deputado Ciro Gomes. ]]>	</description></item><item>	<title>		<![CDATA[ CNBB defende reserva de vagas nas universidades ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2010-03-12 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=51913 ]]>	</link>	<author>Folha de São Paulo</author>	<description>		<![CDATA[ 	A CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) defendeu ontem as cotas raciais no ensino superior, tema em debate no STF. O presidente da entidade, d. Geraldo Lyrio Rocha, disse que "os negros foram historicamente excluídos no país e precisam ter condições iguais". Contra as cotas, argumenta-se que a ideia contraria o princípio de que todos são iguais perante a lei. ]]>	</description></item><item>	<title>		<![CDATA[ Conselho Monet&#225;rio Nacional reduz Fies para 3,4% ao ano ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2010-03-12 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=51912 ]]>	</link>	<author>Folha de São Paulo</author>	<description>		<![CDATA[ 	O CMN (Conselho Monetário Nacional) reduziu em 0,1 ponto percentual a taxa de juros anuais do Fies, programa do governo federal que financia o estudo de alunos de baixa renda em universidades particulares.<br />A resolução determina ainda que os juros de 3,4% se aplicam ao saldo devedor dos contratos antigos. Segundo Jeferson Bittencourt, do Tesouro Nacional, o ajuste foi feito porque o entendimento sobre a aplicação dos juros novos a todos os contratos "não era unânime". ]]>	</description></item><item>	<title>		<![CDATA[ Economia se recupera no final de 2009 ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2010-03-12 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=51914 ]]>	</link>	<author>Folha de São Paulo</author>	<description>		<![CDATA[ 	A crise global restringiu investimentos, reduziu exportações, abalou a indústria e desacelerou o consumo em 2009.<br /><br />A turbulência empurrou a economia brasileira para perto da estagnação: o Produto Interno Bruto (a medida da produção e da renda nacional) registrou variação negativa de 0,2% no ano passado, a primeira contração desde 1992.<br /><br />Naquele ano, o país vivia ainda sob a hiperinflação de mais de 20% ao mês e se via às voltas com o impeachment do então presidente Fernando Collor de Mello -evitado pela renúncia do mandatário.<br /><br />Embora tenha vindo com sinal negativo, o resultado de 2009 é encarado mais como de interrupção do crescimento do que de encolhimento, pelo IBGE. "Variações entre mais meio ponto e menos meio ponto são equivalentes a zero", afirmou Rebeca Palis, gerente de Contas Nacionais do IBGE, ao anunciar o PIB.<br /><br />A avaliação é compartilhada por analistas. "O fato econômico relevante é que houve estagnação. Essencialmente, a economia em 2009 foi igual à de 2008, ou seja, um ano perdido", disse o economista Armando Castelar, analista da Gávea Investimentos.<br /><br />Desde o fim do ano passado, o cenário mudou: a economia está aquecida e cresce atualmente num ritmo entre 5% e 6% anuais, segundo especialistas. "Esse crescimento para 2010 está dado até por conta da fraca base de comparação", avaliou Sérgio Vale, economista da MB Associados.<br /><br />Já no quarto trimestre, o PIB avançou 2% na comparação livre de influências sazonais com o terceiro trimestre. Ante o mesmo período de 2009, o crescimento foi de 4,3%.<br /><br />Para este ano, está prevista uma forte recuperação da indústria -que teve queda recorde de 5,5% em 2009, a maior da nova série do PIB, iniciada em 1996- e dos investimentos -com retração de 9,9%, também a mais expressiva da nova série.<br /><br />Olhando para o retrovisor, a economia padeceu em 2009 com a redução extrema do crédito, a fraca demanda mundial e o menor otimismo de empresários -e de consumidores, em menor escala.<br /><br /><b>Consumo</b><br />Medidas como a desoneração de tributos em artigos como carros, geladeiras, fogões e móveis e a expansão do crédito em bancos públicos conseguiram atenuar esses efeitos e impulsionar o consumo das famílias -que cresceu 4,1%, o menor nível desde 2004 (3,8%).<br /><br />Foi esse consumo, mesmo abaixo da média recente, que impediu uma freada mais forte da economia. O governo também ampliou gastos como forma de fazer política anticíclica: seu consumo aumentou 3,7% em 2009.<br /><br />Sob a ótica da produção, o setor de serviços, menos sujeito às crises e embalado pelo consumo interno, avançou 2,6% em 2009 e atenuou a queda do PIB.<br /><br />A crise travou também o comércio exterior do país: as exportações recuaram 10,3%. As importações cederam com mais intensidade: 11,4%. Desse modo, o país teve a primeira contribuição positiva do setor externo para a economia desde 2005, com acréscimo de 0,1 ponto percentual.<br /><br /><b>Indústria e investimentos</b><br />Já a queda da indústria foi tão forte que o setor perdeu peso no PIB: de 27,3% em 2008 para 25,4% em 2009. O mesmo ocorreu com os investimentos -cuja taxa como proporção do PIB cedeu de 18,7% em 2008 para 16,7% em 2009.<br /><br />No sentido inverso, serviços e consumo das famílias ganharam participação na economia do país.<br /><br />Para 2010, a indústria e os investimentos devem liderar o crescimento, em boa medida graças à enfraquecida base de comparação.<br /><br />Nem mesmo a prevista alta da taxa básica de juros, dizem especialistas, vai abortar o crescimento deste ano -seus efeitos, preveem, serão mais notados em 2011.<br /><br />"O consumo ainda deve permanecer forte, mas não vai sustentar o nível do último trimestre, quando tivemos antecipação de consumo por conta da expectativa do fim dos incentivos fiscais. Permanece elevado, porém, porque vem sustentado por uma classe média emergente, que quer consumir e que não teve a renda abalada pela crise", avalia Bernardo Wjuniski, economista da Tendências Consultoria. ]]>	</description></item><item>	<title>		<![CDATA[ Governos inauguram obra velha e at&#233; ordem de servi&#231;o ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2010-03-12 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=51917 ]]>	</link>	<author>Folha de São Paulo</author>	<description>		<![CDATA[ 	Assim como os presidenciáveis José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT), os governadores que deixarão os cargos até 2 de abril para disputar o Senado também correm para inaugurar "obras" -muitas inexistentes até no papel- antes de saírem. Assim, promovem a si e a seus candidatos à <br />sucessão. Os governos negam que os eventos tenham caráter eleitoral.<br /><br />Em todo o país, são pelo menos 160 obras até o fim do prazo de desincompatibilização.<br /><br />Só no Rio Grande do Norte, governado por Wilma de Faria (PSB), a intenção é inaugurar cerca de cem obras até o fim do mês. O candidato de Wilma à sucessão, o vice Iberê Ferreira (PSB), luta contra o favoritismo de Rosalba Ciarlini (DEM).<br /><br />"Está todo mundo feito doido aqui, ninguém dorme, ninguém faz mais nada", disse Frederico Mesquita, do Gabinete Civil.<br /><br />Para eleger o sucessor, o atual vice Antonio Anastasia, o governador mineiro Aécio Neves (PSDB) também cumpre intensa agenda. Até para "inaugurar" uma unidade de saúde em São João del Rei que deve funcionar apenas em maio.<br /><br />Até o final do mês, ele participa de pelo menos outras duas inaugurações. Na agenda, também estão anúncios de obras em duas fábricas e visitas a pelo menos seis cidades do interior.<br /><br />Em Santa Catarina, desde o início do ano o governador Luiz Henrique (PMDB) vai a cerimônias -muitas de assinatura de ordens de serviço e entrega de terrenos para futuras obras.<br /><br />No dia 30, ele inaugura 29 obras de melhorias em escolas da região de Blumenau -algumas delas, porém, já estão prontas desde 2007.<br /><br />A agenda do governador chegou a incluir, no fim do mês, a inauguração da mesma quadra de esportes aberta ontem pelo vice Leonel Pavan (PSDB), que é pré-candidato ao governo.<br /><br />O governador do Espírito Santo, Paulo Hartung (PMDB), só anuncia no fim de março se disputará o Senado. Enquanto isso, programou duas cerimônias para lançar obras que serão entregues em 2011 e 2012.<br /><br />Pré-candidato ao Senado, o governador de Mato Grosso, Blairo Maggi (PR), investe em cerimônias parecidas a comícios. Ao lado do vice e pré-candidato ao governo, Silval Barbosa (PMDB), percorre o Estado para entregar máquinas agrícolas a prefeitos.<br /><br />Blairo chegou a inaugurar em dezembro -um ano antes do previsto- um trecho de uma rodovia que, três meses após o descerramento da placa, não foi entregue. Pior: o asfalto não resistiu às chuvas, cedeu e há buracos em vários trechos.<br /><br /><b>Obras inacabadas</b><br />No Amazonas, o governador Eduardo Braga (PMDB), pré-candidato ao Senado, deve inaugurar uma estação de tratamento de água que ainda não tem concluída a parte elétrica e a rede de distribuição.<br /><br />Ele também deve inaugurar um hospital cujo anexo, que será destinado ao atendimento das mulheres, não está pronto.<br /><br />Em Rondônia, as chuvas fizeram com que o governador Ivo Cassol (PP) só tenha na agenda a inauguração de um aeroporto. Ele esperava inaugurar também um centro administrativo nos moldes do construído por Aécio em Minas, mas promete só fazer a festa se a empreiteira vencer o mau tempo.<br /><br />Sua assessoria afirmou que ele só inaugura "obra pronta e não plaquinha ou maquete".<br /><br />O governador do Paraná, Roberto Requião (PMDB), também intensificou sua agenda. No primeiro trimestre, ele deverá participar de 50% mais inaugurações do que no mesmo período do ano passado. Seu pré-candidato ao governo é o também peemedebista e atual vice Orlando Pessuti. ]]>	</description></item><item>	<title>		<![CDATA[ Pesquisa reprova atendimento em delegacias do pa&#237;s ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2010-03-12 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=51903 ]]>	</link>	<author>Folha de São Paulo</author>	<description>		<![CDATA[ 	A maioria das delegacias do país presta atendimento inadequado à população, segundo pesquisa da Terceira Semana de Visitas às Delegacias da Altus, aliança de ONGs e centros acadêmicos de vários países.<br /><br />Apenas Brasília e Rio têm unidades adequadas. O estudo avaliou serviços de 235 delegacias de nove Estados e 1.014 de outros 18 países, em outubro de 2009. A pesquisa avalia atendimento e eficiência policial, como resolução de crimes.<br /><br />"As delegacias divulgam muito pouco do que fazem. Não é divulgado o número de crimes, o número de inquéritos apurados e, principalmente, os meios de a população reclamar", afirma a coordenadora nacional da pesquisa, Ludmila Ribeiro<br /><br />Para ela, as condições de detenção são precárias na maioria das delegacias. Foram avaliados os Estados de São Paulo, Rio, Minas, Distrito Federal, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Ceará, Pará e Goiás.<br /><br />Em primeiro lugar no país ficou a 23ª DP, no Méier, zona norte do Rio, mas foi avaliada apenas como "adequada", em uma classificação que tem "totalmente inadequada", "inadequada", "adequada", "mais do que adequada" e "excelente".<br /><br />Segundo Ribeiro, a 23ª DP possui condições materiais excepcionais, é limpa e organizada, além de estar de acordo com as regras mínimas para o tratamento do preso provisório. O delegado faz reuniões semanais com lideranças na tentativa de aproximar-se da comunidade.<br /><br />Em segundo lugar ficou a 2ª DP de Porto Alegre, seguida pela 37ª DP (Campo Limpo), de São Paulo -nesta última foi destaque a criação de uma brinquedoteca. Nesse quesito, destacou-se ainda a 12ª DP (Copacabana), do Rio, que oferece defesa pessoal aos idosos. ]]>	</description></item><item>	<title>		<![CDATA[ Pi&#241;era toma posse em meio a novo tremor ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2010-03-12 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=51916 ]]>	</link>	<author>Folha de São Paulo</author>	<description>		<![CDATA[ 	A posse do novo presidente do Chile, Sebastián Piñera, ontem, foi marcada por um terremoto de magnitude 6,9 ocorrido 20 minutos antes da transmissão da faixa presidencial e a ameaça de um tsunami na cidade em que ocorria a cerimônia, o balneário de Valparaíso, onde o Congresso chileno tem sua sede. O abalo foi um dos mais fortes tremores secundários que sacodem o Chile desde o devastador terremoto de magnitude 8,8 do último dia 27, que deixou cerca de 500 mortos e causou profunda destruição.<br /><br />A terra tremeu em Valparaíso enquanto chegavam ao Congresso os últimos convidados para a solenidade e a presidente Michelle Bachelet, que deixa o cargo, aproximava-se do local, desfilando em carro aberto.<br /><br />A solenidade foi mantida, sob evidente clima de tensão e pressa. O terremoto do dia 27 de fevereiro causou danos ao prédio do Congresso. <br />Enquanto Piñera, seus ministros e presidentes da região estavam no plenário, foi dado alerta oficial da probabilidade de tsunami.<br /><br />Com a ordem de evacuar a população para as regiões mais altas da cidade, a polícia ajudou os idosos e enfermos com dificuldades de locomoção. <br />Os demais correram a pé ou em carros para os morros. Houve engarrafamento, buzinaço e episódios de pânico e histeria.<br /><br />Recebida a faixa presidencial, Piñera retornou ao Palácio Presidencial de Cerro Castillo, na vizinha Viña del Mar, onde abreviou o almoço que ofereceria aos chefes de Estado e anunciou a primeira medida no poder -decretou estado de "exceção constitucional por catástrofe" na região do epicentro do tremor de poucas horas antes.<br /><br />"A natureza nos está machucando com muita força. Nada nos foi dado facilmente. Tudo foi conquistado com esforço. Peço aos meus compatriotas que enfrentem isso com muita força. A manutenção da ordem pública e dos serviços básicos será prioridade absoluta deste governo", disse Piñera, primeiro político de centro-direita a governar o país desde a redemocratização, em 1990.<br /><br />O ministro do Interior, Rodrigo Hinzpeter, deixou ainda mais clara a intenção de marcar a diferença com a gestão de Bachelet, cujo desempenho na administração da catástrofe Piñera criticou. Hinzpeter disse que o estado de exceção era uma medida preventiva "para evitar saques e distúrbios como os ocorridos após o terremoto de 27 de fevereiro".<br /><br />Piñera voou de helicóptero até a cidade de Rancagua, epicentro do novo terremoto, e de lá para Constitución (sul), onde foi registrado o maior número de mortos pelo terremoto seguido de tsunami do dia 27.<br /><br />Em discurso à população de Constitución, antes de assinar projeto de lei para conceder um bônus governamental de US$ 80 a cada filho dos que tiveram perdas materiais com o terremoto, referiu-se ao almoço abreviado com os chefes de Estado visitantes. "Tive de deixá-los sentados à mesa com minha mulher, porque senti que meu dever era estar aqui."<br /><br />Às 21h de uma noite que classificou de "histórica e trágica", Piñera chegou ao Palácio de La Moneda, em Santiago. Vestido com a faixa presidencial, disse que "de certa forma, todos somos sobreviventes dessa tragédia". Prometeu "reconstruir o Chile, pedra por pedra"; sublinhou que "o caráter de um povo é posto à prova em tempos de adversidade". Em seguida, propôs pacto em torno "da nobre missão de reconstruir o que foi destruído sobre a rocha, não sobre a areia" e convocou a "uma nova transição, a caminho de um Chile desenvolvido".<br /><br />Pela manhã, Bachelet quebrou o protocolo das posses presidenciais, discursando das escadarias do palácio a multidão que a aplaudia entusiasticamente. "Esta Moneda nunca mais será a casa dos presidentes, mas dos presidentes e das presidentes do Chile", disse. ]]>	</description></item><item>	<title>		<![CDATA[ Universo deselegante ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2010-03-12 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=51915 ]]>	</link>	<author>Folha de São Paulo</author>	<description>		<![CDATA[ 	A tentativa da física de explicar toda a natureza com um único conjunto de regras é a encarnação científica do monoteísmo. Essa é a tese que o físico Marcelo Gleiser -professor do Dartmouth College, de New Hampshire (EUA), e colunista da Folha- defende agora.<br /><br />Em seu novo livro, "A Criação Imperfeita" (Ed. Record), ele explica por que acredita que fenômenos físicos em desequilíbrio revelam mais coisas sobre a origem do Universo do que as leis simétricas que sábios constroem para descrever o mundo desde a Grécia Antiga. Invertendo a máxima do poeta Vinicius de Moraes, Gleiser diz que "beleza não é fundamental" e que a elegante matemática que vem sendo usada para unificar a física não consegue ser mais do que metafísica.<br /><br />O principal ataque do brasileiro é contra as teorias que tentam unir a relatividade de Einstein com a física quântica. Essa empreitada, considerada hoje o Santo Graal da ciência, uniria todas as forças da natureza (gravidade, eletromagnetismo e as forças nucleares) numa única explicação. O esforço para tal reúne desde físicos de partículas até cosmólogos.<br /><br />Contudo, a chamada teoria das supercordas -a principal candidata ao cálice sagrado- existe há décadas sem conseguir propor um experimento que possa testá-la. No livro, Gleiser explica por que acha que os físicos estão apostando fichas demais numa linha de pesquisa ao assumir de antemão que há uma essência única subjacente a toda a realidade.<br /><br />A criatividade na ciência, é claro, depende de uma certa liberdade de especulação, mas Gleiser nega estar tolhendo isso. Seu argumento é mais uma espécie de reverência à criatividade da natureza. Com seu talento narrativo, ele conta como gregos, renascentistas e físicos quânticos foram driblados pela realidade, uma vez após outra, sempre que acreditavam estar perto da "teoria final" capaz de explicar a essência de tudo. ]]>	</description></item><item>	<title>		<![CDATA[ OAB pode remarcar exame da Ordem para o dia 18 de abril ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2010-03-11 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=51929 ]]>	</link>	<author>Terra</author>	<description>		<![CDATA[ 	 A segunda fase do exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) poderá ser remarcada para o dia 18 de abril e não mais no dia 11, como havia sido cogitado inicialmente. Segundo informações da instituição, o dia 11 coincide com concursos públicos em todo o país. No entanto, a OAB afirma que ainda está discutindo a nova data.<br /><br />A remarcação se deve em função da anulação da primeira prova realizada no dia 28 de fevereiro. Durante a aplicação do exame, um candidato de Osasco (SP) foi flagrado com as respostas das questões de Direito Penal. As anotações, feitas no livro usado para consulta e em um pedaço de papel, apresentavam relação direta com as perguntas da prova, caracterizando indício de que houve vazamento das questões. O caso está sendo investigado pela Polícia Federal a pedido do Cespe/UnB e da OAB.<br /><br />Depois da anulação da prova prático-profissional do 3.° Exame de Ordem de 2009 por fraude, a Cespe/UnB sugere que a reaplicação da etapa esteja sob sua inteira responsabilidade. A estimativa é de que sejam gastos mais de R$ 1 milhão.<br /><br />"Essa é uma condição importante para que possamos responder por toda a segurança do evento", afirma Ricardo Carmona, Diretor-Geral do Cespe/UnB, acrescentando que a ideia é trabalhar como nos concursos, que contam somente com a equipe do Centro na execução.<br /><br />A estimativa é de que o custo para a reaplicação da prova fique em torno de R$ 1,3 milhão, mesmo valor da aplicação ocorrida no dia 28 de fevereiro mas o orçamento ainda não está fechado. A decisão sobre qual instituição vai assumir esse custo só deverá sair após a conclusão da investigação da Polícia Federal. O ônus da reaplicação caberá à instituição responsável pelo fato que motivou a anulação.<br /><br />O Cespe/UnB propõe que os valores relativos à reaplicação em cada estado sejam divididos igualmente entre o Centro e as seccionais. "O objetivo é dar continuidade ao processo mesmo não tendo havido a apuração de responsabilidades sobre o ocorrido" destaca Carmona. O ressarcimento ou não de uma das instituições ocorreria após a conclusão das investigações.<br /><br />Essas propostas foram encaminhadas à OAB nesta semana e devem ser discutidas pelas duas instituições nos próximos dias, quando também deverá ser confirmada a data de reaplicação das provas (prevista para 11 de abril em todo o Brasil), nas áreas de Direito Administrativo, Direito Civil, Direito Constitucional, Direito do Trabalho, Direito Empresarial e Direito Penal ou Direito Tributário. ]]>	</description></item><item>	<title>		<![CDATA[ B2W quer aumentar participa&#231;&#227;o no varejo em 2010 ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2010-03-12 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=51926 ]]>	</link>	<author>Último Segundo</author>	<description>		<![CDATA[ 	  SÃO PAULO (Reuters) - A B2W, empresa resultante da fusão entre Americanas.com e Submarino, vai priorizar a otimização de suas operações este ano, com o objetivo de aumentar sua participação no varejo total. No demonstrativo de resultados do quarto trimestre e do ano de 2009, divulgado nesta sexta-feira, a companhia afirma que vai operar a partir de dois centros de distribuição distintos em 2010, com estoques integrados entre si e atendendo suas três marcas --Americanas.com, Submarino e Shoptime.<br />Com isso, a B2W planeja "minimizar os riscos da operação, além de possibilitar a otimização dos estoques e contribuir para melhoria do capital de giro".<br /><br />No quarto trimestre de 2009, a empresa teve um lucro líquido de 14,1 milhões de reais, crescimento de 386 por cento sobre o mesmo período em 2008 (2,9 milhões de reais). Já no acumulado do ano passado, os ganhos da companhia recuaram 23 por cento, para 47,6 milhões de reais.<br /><br />O Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) somou 174 milhões de reais no trimestre encerrado em dezembro, volume 49 por cento maior na comparação anual. A margem Ebitda sobre a receita líquida ficou em 15,2 por cento.<br /><br />Em 2009, o Ebitda foi de 488,7 milhões, alta de 20 por cento, com margem de 12,9 por cento.<br /><br />No último trimestre do ano passado, a B2W apurou uma receita líquida 31 por cento maior, de 1,145 bilhão de reais. Em todo o ano, a receita cresceu 22 por cento, para 3,793 bilhões.<br /><br />"Para 2010, a expectativa é que o patamar de crescimento de venda da B2W seja superior ao apresentado em 2009", afirma a empresa.<br /><br />Além da otimização das operações, a B2W informou que vai iniciar este ano a expansão da venda de ingressos online para a rede Cinemark no país, após realizar um projeto piloto na Cidade do México.<br /><br />"Iniciamos também a prospecção de novos países na América Latina para replicar o modelo de negócio e continuar a expansão internacional do serviço de venda de ingressos online", acrescenta a companhia. ]]>	</description></item><item>	<title>		<![CDATA[ Consumo das fam&#237;lias cresce pelo 6&#186; ano seguido ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2010-03-12 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=51927 ]]>	</link>	<author>Último Segundo</author>	<description>		<![CDATA[ 	 O consumo das famílias cresceu 4,1% em 2009 e revelou-se o mais resistente e importante dos componentes da demanda brasileira diante da crise econômica global. Enquanto a indústria despencava, investimentos eram cancelados e o comércio exterior sofria quedas superiores a 10% tanto das exportações quanto das importações, os brasileiros prosseguiram comprando, impulsionados pela expansão do crédito, pelo aumento da massa salarial e pelas isenções tributárias.<br />Em 2009, houve um aumento de 3,3% da massa salarial em termos reais, e uma expansão nominal de 19,7% nas operações de crédito para as pessoas físicas no segmento de taxas livres.<br /><br />O consumo das famílias vem se revelando um componente de grande fôlego e regularidade. Na comparação com o trimestre anterior, em base dessazonalizada, com exceção do quarto trimestre de 2008, quando recuou 1,8% (para uma contração do PIB de 3,5%), o consumo das famílias cresce ininterruptamente desde o terceiro trimestre de 2003.<br /><br />Na comparação com os mesmos trimestres dos anos anteriores, o consumo das famílias completou, de outubro a dezembro de 2009, o vigésimo-quinto crescimento trimestral seguido. O avanço de 7,7%, ante a base deprimida do último trimestre de 2008, foi o terceiro maior desse longo período de bonança dos consumidores brasileiros.<br /><br />"O consumo das famílias voltou a crescer no mesmo patamar anterior à crise", comentou Rebeca Palis, gerente de Contas Trimestrais do IBGE. Ela se referiu ao fato de que, entre o quatro trimestre de 2008 e o terceiro de 2009, houve desaceleração do crescimento do consumo das famílias, que, mesmo assim, permaneceu em níveis significativos, considerando a intensidade da crise global.<br /><br />A força do consumidor deixou marcas no padrão de desempenho setorial da economia em 2009. Na indústria, por exemplo, que sofreu uma queda dramática, os poucos setores que se saíram bem estão diretamente ligados ao consumo, como os eletrodomésticos, beneficiados pelas isenções, e os produtos farmacêuticos e de perfumaria, higiene e beleza.<br /><br />Nos serviços, o subsetor de intermediação financeira, o de maior crescimento em 2009 (6,5%), está ligado à forte expansão do crédito, e também ao desempenho dos seguros e planos de saúde. Os serviços de informação, que cresceram 4,9%, incluem a telefonia celular, em processo contínuo de crescimento.<br /><br />Mesmo o comércio, que teve um recuo de 1,2%, ainda registrou desempenho muito superior ao de fatias importantes do PIB, como agropecuária, construção civil e indústria de transformação, que caíram mais de 5%.<br /><br /><b>IMPOSTOS</b><br />A crise global também foi sentida nos impostos sobre a produção, que recuaram 0,8% em 2009, puxados pela queda de 11,9% no Imposto de Importação e de 2,9% no IPI - em consonância com o recuo da indústria e das importações. No quarto trimestre, porém, com a recuperação desses setores, os impostos sobre os produtos cresceram 6,2%. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo. ]]>	</description></item><item>	<title>		<![CDATA[ Jovens competem e buscam espa&#231;o no mercado em jogos do conhecimento no Rio ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2010-03-12 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=51928 ]]>	</link>	<author>Último Segundo</author>	<description>		<![CDATA[ 	 Rio de Janeiro, 11 mar (EFE).- Mais de 600 estudantes de 13 países competem esta semana no Rio Centro, no Rio de Janeiro, numa espécie de olimpíada científica, em que mostram habilidade em várias áreas técnicas e encontram uma vitrine para um futuro emprego.<br />A competição, que começou na terça-feira passada e terminará no sábado, se divide em duas partes. Na Olimpíada do Conhecimento, participam 562 jovens brasileiros de cursos de formação profissional, enquanto a WorldSkills Americas conta com 81 estudantes de 12 países americanos, mais a Holanda como convidada.<br /><br />O evento, patrocinado por dezenas de empresas e multinacionais, põe a toda prova os conhecimentos técnicos dos estudantes para 41 ocupações industriais e cinco dos setores de comércio e serviços, de mecânica, eletrônica e robótica, até cozinha, maquiagem e confecção.<br /><br />Durante os cinco dias de provas, os concorrentes devem encarar situações que poderiam ter pela frente em um ambiente de trabalho real. Por isso, o torneio é considerado uma vitrine por estudantes e profissionais.<br /><br />"São jovens que não podem ser maiores de 22 anos, mas que estão totalmente habilitados para entrar no mercado de trabalho, com o nível de competência de qualquer profissional com experiência", disse hoje à Agência Efe José Luis Gonçalves, coordenador da Olimpíada, organizada pelo Senai.<br /><br />A Comissão Nacional de Indústria (CNI) considera a Olimpíada do Conhecimento uma parte do processo de formação de mão-de-obra qualificada e, segundo José Luis, 92% dos estudantes de formação profissional do Senai encontram trabalho quando acabam os estudos.<br /><br />A competição acolhe também uma mostra de projetos planejados e fabricados por estudantes e professores, entre os quais se destacam os destinados a proteger o meio ambiente, como um separador de resíduos inteligente.<br /><br />É a sexta edição da Olimpíada do Conhecimento, competição classificatória para a WorldSkills, que será realizada em Londres em outubro de 2011 e que reúne estudantes de cursos de formação profissional do mundo todo.<br /><br />No ano passado, os 24 alunos do Senai conseguiram a terceira posição na WorldSkills 2009, realizada na cidade de Calgary (Canadá). A delegação brasileira ficou atrás dos estudantes da Coreia do Sul e da Irlanda.  ]]>	</description></item><item>	<title>		<![CDATA[ Faltam 12 mil professores de espanhol na rede p&#250;blica do pa&#237;s ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2010-03-11 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=51930 ]]>	</link>	<author>R7.com</author>	<description>		<![CDATA[ 	A partir deste ano, tornou-se obrigatório o ensino do espanhol na rede pública de todo o país. Mas nem todas as escolas possuem professores da área.<br /><br />De acordo com o Ministério da Educação, existem 26 mil vagas para professor de espanhol em todo o país, mas apenas 14 mil estão preenchidas.<br /><br />Mesmo em Curitiba, que é a capital do Mercosul, o mercado comum dos países da América do Sul, faltam professores da disciplina.<br /><br />Para o coordenador de um centro de idiomas do Paraná, a rede pública estadual pode recorrer aos centros de idioma para preparar professores já concursados para o ensino do espanhol:<br /><br />- Assim, os professores que já estão concursados e efetivos poderiam fazer uma nova graduação de língua espanhola em menos tempo, tendo em vista que eles já têm uma formação na área de humanas. ]]>	</description></item><item>	<title>		<![CDATA[ Maior empresa de bebidas da Am&#233;rica Latina faz acordo com ONG para preservar bacias hidrogr&#225;ficas ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2010-03-11 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=51931 ]]>	</link>	<author>R7.com</author>	<description>		<![CDATA[ 	A AmBev, maior fabricantes de bebidas da América Latina, vai anunciar oficialmente no Dia Mundial da Água (22 de março) uma parceria com a ONG (Organização Não Governamental) WWF que vai acompanhar a situação de algumas bacias hidrográficas brasileiras que servem às suas fábricas e financiar projetos de preservação para esses locais.<br /><br />A companhia não informa a quantidade de bacias atingidas pelo programa Água para a Vida – Conservação e Gestão de Água Doce, mas diz que os trabalhos começam em Brasília, na bacia Corumbá-Paranoá.<br /><br />Sandro Bassili, diretor de sustentabilidade da companhia, conta que a ideia é juntar informações para promover melhor aproveitamento da água pela indústria e pelas comunidades da região.<br /><br />- 95% da cerveja é feita de água. Como temos fábricas em bacias hidrográficas, queremos atuar para conscientizar sobre o a conservação e o reflorestamento com a ajuda de ONGs como a WWF, usando a comunidade para medir a qualidade dos rios ou no replantio, por exemplo.<br /><br />Há ainda outra parceria, com a unidade da USP (Universidade de São Paulo) de São Carlos e com a ONG holandesa Water Footprint Network. A empresa vai calcular o consumo de água em todas as suas etapas de produção. No caso das cervejas, do plantio da cevada até o ponto de venda. Com isso, fornecedores, parceiros e comerciantes receberão dados para que estabeleçam metas contra o desperdício. ]]>	</description></item><item>	<title>		<![CDATA[ Programas gratuitos ajudam portadores de necessidades especiais a usar o computador ]]>	</title>	<date>		<![CDATA[ 2010-03-11 ]]>	</date>	<link>		<![CDATA[ http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe.asp?id=51932 ]]>	</link>	<author>R7.com</author>	<description>		<![CDATA[ 	As pessoas com deficiência motora vão poder usar o computador sem as mãos, apenas com movimentos do rosto, como piscar de olhos e abrir e fechar de boca. A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) e a empresa espanhola Indra fizeram um acordo para distribuir gratuitamente dois programas que dispensam o uso manual do teclado e do mouse.<br /><br />Os softwares Headmouse e Teclado Virtual poderão ser baixados a partir desta quinta-feira (11) nos sites dos Correios e do Ministério das Comunicações.<br /><br />O estudante de jornalismo Eduardo Sousa dos Santos George, de 22 anos, que possui uma má formação congênita e mobilidade reduzida, fez hoje uma demonstração do recurso, durante a cerimônia de lançamento da parceria entre Correios e a empresa espanhola que desenvolveu o programa. Eduardo, que antes usava uma vareta presa à boca para acionar o teclado, navegou sozinho, com movimentos faciais, pelo site dos Correios e consultou o número do CEP de sua casa, em Interlagos, São Paulo.<br /><br />Para a utilização do software, é preciso ter uma webcam instalada no computador para captar os movimentos faciais. O cursor do mouse e a função "arrastar" são acionados pelo movimento da cabeça e a função "click" é ativada por gestos, como piscar de olhos.<br /><br />- Ajudou bastante. Eu antes usava uma ponteira.<br /><br />Ele tem computador em casa, mas acessa a web via conexão discada, por causa dos preços altos da banda larga.<br /><br />Durante a cerimônia, o estudante recebeu um convite para trabalhar como monitor dos Correios na divulgação dos programas. A empresa colocará à disposição dos interessados uma equipe de suporte para esclarecer dúvidas sobre a instalação e o funcionamento dos recursos.<br /><br />Hélio Costa, ministro das Comunicações, lembrou na cerimônia, que 24,5 milhões de pessoas no Brasil têm algum tipo de deficiência. Ele destacou que o Ministério tem no seu quadro de funcionários 80 pessoas com necessidades especiais. Costa citou ainda o projeto que permitiu a instalação de 1.800 telefones desenvolvidos para deficientes auditivos em escolas frequentadas por alunos com necessidades especiais. ]]>	</description></item></channel></rss>