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| 21 DE OUTUBRO DE
2008 (3ª FEIRA) |
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DESCRIÇÃO |
LOCAL |
| 17:00 às 19:00 |
Utilização de Técnicas de Microscopia e de
Espectroscopia acoplada à Microscopia para a Caracterização de
Materiais (Profª. Dr.ª Elizabeth Fátima de
Souza)
EMENTA: •
Princípios de operação e equipamentos utilizados nas técnicas
de microscopia de tunelamento, de força atômica e de óptica de
campo-próximo. • Fundamentos de espectroscopia
Raman e utilização da técnica acoplada à
microscopia. • Aplicações das técnicas de
microscopia e espectroscopia Raman à caracterização de
materiais utilizados nas áreas de Ciência Exatas e da
Saúde. OBJETIVOS: Apresentar
e exemplificar a utilização das microscopias de força atômica
(AFM), de tunelamento (SPM) e óptica de campo-próximo (NFOM) e
da espectroscopia Raman como ferramentas para a caracterização
de propriedades físicas e químicas de
materiais.
CONTEÚDO
PROGRAMÁTICO: 1. Princípio das
microscopias de varredura (AFM e SPM): interações entre o tip
e o substrato e descrição básica dos componentes de
microscópios de força atômica e de
tunelamento. 2. Princípio da
microscopia de campo-próximo: interações entre uma pequena
fonte de luz e o substrato e descrição dos componentes de
microscópios ópticos de
campo-próximo. 3. Princípio da
espectroscopia Raman: espalhamento inelástico da luz incidente
e alterações nos modos de vibração molecular e descrição dos
componentes de um micro-espectrômetro
Raman. 4. Exemplos de aplicações dos
equipamentos na determinação de morfologia, de propriedades
elétricas, de propriedades magnéticas, de coeficientes de
fricção, de resistência mecânica, de características químicas
de amostras de materiais inorgânicos, orgânicos, compósitos e
biológicos (células, exopolissacarídeos, peptídeos, DNA,
etc.).
REFERÊNCIAS: 1. Hla, S.-W.
Scanning Tunneling Microscope Atom and Molecule Manipulations:
Realizing Molecular Switches and Devices. Japanese Journal of
Applied Physics, 47, 6063-6069, 2008.
2. Mojumdar, S.; Raki, L.; Mathis,
N.; Schimdt, K.; Lang, S. Thermal, spectral and AFM studies of
calcium silicate hydrate-polymer nanocomposite material.
Journal of Thermal Analysis and Calorimetry, 85, 119-124,
2006. 3. Satyanarayana, N.; Rajan, K.;
Sinha, S.; Shen, L. Carbon Nanotube Reinforced Polyimide
Thin-film for High Wear Durability. Tribology Letters, 27,
181-188, 2007. 4. SOUZA, E.F.;
TESCHKE, O. Imaging and characterization of self-assembled
soft nanostructures by atomic force microscopy. Solid State
Phenomena, Diffusion and defect data, Part B, 121-123,
829-833, 2007. 5. Vermaas, W.F.J.;
Timlin, J.A.; Jones, H.D.T.; Sinclair, M.H.: Nieman, L.T.;
Hamad, S.W.; Melgaard, D.K.; Haaland, D.M. In vivo
hyperspectral confocal fluorescence imaging to determine
pigment localization and distribution in cyanobacterial cells.
Proceedings of the National Academy of Sciences of the United
States of America (PNAS), 105, 4050–4055, 2008. |
Campus I Sala A105 Prédio CT |
| 17:00 às 19:00 |
Recursos online: orientações para pesquisa (Profª.
Dr.ª Lia Lorena
Pimentel)
EMENTA: Aborda
recursos de pesquisa disponibilizados pela Biblioteca da PUC
tanto para acesso ao acervo quanto para levantamento de dados
em periódicos eletrônicos propiciando ao aluno conhecimento
para o desenvolvimento de pesquisa científica e/ou técnica.
OBJETIVOS: Levar aos alunos
conhecimentos sobre: • técnicas de
pesquisa; • orientações sobre recursos online
para levantamento de dados; • Indicações sobre
normalização técnica de informação e documentação
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.
Catálogo Online 2. Bases de
dados 3. Livros
eletrônicos 4. Periódicos
eletrônicos 5. Bibliotecas virtuais e
digitais
REFERÊNCIAS: 1. ASSOCIAÇÃO
BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520: informação e
documentação - apresentação de citações em documentos. Rio de
Janeiro, 2002. 6p. 2. ASSOCIAÇÃO
BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: informação e
documentação - trabalhos acadêmicos - apresentação. Rio de
Janeiro, 2005. 14p. 3. ASSOCIAÇÃO
BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e
documentação - referências - elaboração. Rio de Janeiro,
2002b. 24p. 4. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE
NORMAS TÉCNICAS. NBR 6022: informação e documentação - artigo
em publicação periódica científica impressa - apresentação.
Rio de Janeiro, 2003. 5p. 5. ASSOCIAÇÃO
BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6024: informação e
documentação - numeração progressiva das seções
de um documento escrito - apresentação. Rio de Janeiro,
2003. 3p. 6. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE
NORMAS TÉCNICAS. NBR 6027: informação e documentação
- sumário - apresentação. Rio de Janeiro, 2003.
2p. 7. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS
TÉCNICAS. NBR 6022: informação e documentação - artigo em
publicação periódica científica impressa - apresentação. Rio
de Janeiro, 2003. 5p. 8. ASSOCIAÇÃO
BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 15287: informação e
documentação - projeto de pesquisa - apresentação.
Rio de Janeiro, 2005. 6p 9. MATOSO,
Maria Cristina; DUBOIS, Maria Célia de Toledo. Orientações
para apresentação de trabalhos acadêmicos. 2.ed. Campinas:
Pontifícia Universidade Católica de Campinas, 2008.
43p.
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Campus I Sala A201 Prédio CT |
| 17:00 às 19:00 |
Política e Rebeldia Escrava na Província de São
Paulo das últimas décadas da escravidão (Prof. Dr. Artur José
Renda
Vitorino)
EMENTA: Estudo
da agência escrava e as escolhas políticas feitas,
primordialmente, nas últimas décadas da
escravidão.
OBJETIVOS: Enfocar o
entendimento da rebeldia escrava da perspectiva da relação
entre movimentos sociais e partidos, por meio do cotejo
bibliográfico sobre o tema da rebeldia escrava. Deste modo,
recuperar-se-á o debate estabelecido, principalmente, entre
Célia Azevedo, M. H. Machado e Jonas Marçal, cujas duas
primeiras autoras escreveram seus trabalhos em contraposição à
idéia da “coisificação” do cativo, estabelecendo críticas à
escola sociológica de São Paulo, buscando refletir sobre a
agência escrava e as escolhas políticas feitas pelos agentes
históricos nas últimas décadas de escravidão. Jonas Marçal,
por sua vez, preocupado em recuperar os projetos políticos e
as lutas partidárias e sua relação com o processo de
emancipação dos escravos, servirá de fio condutor para a nossa
análise, que retomará esses últimos argumentos através da
leitura documental (de fontes periódicas) abrangendo os anos
1864-1888. O debate girará, portanto, em torno da questão das
revoltas escravas e de sua relação com a política, como o fim
de contribuir para os estudos do tema da resistência
escrava.
CONTEÚDO
PROGRAMÁTICO: Ao retomar o debate sobre a
agência escrava, interrogar-se sobre a função política dos
conflitos sociais no processo histórico, a fim de trazer uma
contribuição para os estudos do tema da resistência escrava
por meio da história social da escravidão e do seu diálogo com
a história cultural, que inspirou análises cada vez mais
pormenorizadas sobre o significado de termos
classificatórios utilizados no período, notadamente, revendo
dados sobre procedências africanas, cores, condições e lugares
sociais.
REFERÊNCIAS: 1.
AZEVEDO, Célia Maria Marinho. Onda Negra, Medo
Branco: O Negro no Imaginário das Elites do Século XIX.
2ª ed. São Paulo, Annablume, 2004. 2.
MACHADO, Maria Helena P. T. Escravos e Cometas:
Movimentos Sociais na Década da Abolição. São Paulo, USP, Tese
de Doutoramento, 1991. 3. QUEIROZ, Jonas
Marçal de. Da Senzala à República: tensões sociais e
disputas partidárias em São Paulo (1869-1889). Campinas,
Unicamp, Dissertação de Mestrado,
1995. 4. SCHWARTZ, Stuart B. A
historiografia recente da escravidão brasileira, in:_____,
Escravos, roceiros e rebeldes. Bauru (SP), EDUSC,
2001. 5. VITORINO, Artur J. R. e SOUSA,
Eliana B. de. O pássaro e a sombra: instrumentalização das
revoltas escravas pelos partidos políticos na província de São
Paulo das últimas décadas da escravidão. Estudos
Históricos, Rio de Janeiro, nº 42, 2008/2, (no
prelo).
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Campus I Sala A204 Prédio
CT |
| 22 DE OUTUBRO DE
2008 (4ª FEIRA) |
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| HORÁRIO |
DESCRIÇÃO |
LOCAL |
| 10:00 às 12:00 |
Lógica Fuzzy e Aplicações de Biomatemática (Profª.
Dr.ª Maria Beatriz Ferreira
Leite)
EMENTA: A Lógica
Fuzzy e a Modelagem Matemática de fenômenos incertos e
subjetivos. Aplicações na área das Ciências
Biológicas.
OBJETIVOS: •
Apresentar a lógica fuzzy como alternativa para a Modelagem
Matemática, possibilitando representar fenômenos incertos e
conceitos vagos, levando em conta a subjetividade, o
conhecimento e a experiência de especialistas em outras áreas
do conhecimento. • Exemplificar a utilização
da Lógica Fuzzy e de variáveis lingüísticas a partir de
problemas relacionados com a área das Ciências Biológicas,
como Biologia e Medicina.
CONTEÚDO
PROGRAMÁTICO: 1. Introdução a
Modelagem Matemática: etapas do
processo. 2. Características da Lógica
Fuzzy. 3. Variáveis lingüísticas e as
funções de pertinência. 4. Relações
Fuzzy. 5. Apresentação de alguns modelos
matemáticos.
REFERÊNCIAS: 1.
BARROS, L.C., BASSANEZI, R.C. Tópicos de Lógica Fuzzy e
Biomatemática, 1ª.ed., Campinas: IMECC-UNICAMP, 2006.
2. BARROS, L. C.; BASSANEZI, R. C.;
LEITE, M. B. F. The SI Epidemiological Models with a Fuzzy
Transmission Parameter. Computers & mathematics with
applications, Estados Unidos, p. 1619-1628, 2003.
3. BARROS, L.C.; LEITE, M.B.F.;
OLIVEIRA, R. Z.; BASSANEZI, R.C. Modelo SIS com dinâmica vital
e população total não constante baseado em regras fuzzy.
Biomatemática (Unicamp), v. 18, p. 81-90. Campinas,
2008. 4. BASSANEZI, R. C.
Ensino-aprendizagem com Modelagem Matemática. Ed. Contexto,
São Paulo, 2002. 5. MASSAD, E., ORTEGA,
N. R. S.; BARROS, L.C., STRUCHINER, C. J. Fuzzy Logic in
Action: Applications in Epidemiology and Beyond. Studies in
Fuzziness and Soft Computing. New York: Springer, 2008. |
Campus I Sala A102 Prédio CT |
| 10:00 às 12:00 |
O diálogo das religiões monoteístas como
contribuição à construção da paz mundial (Prof. Dr. Pe.
Paulo Sérgio Lopes
Gonçalves)
EMENTA: Conceitua
teologicamente diálogo inter-religioso, apresenta as
características específicas das religiões monoteístas, seus
pontos de encontro e sua contribuição do referido diálogo à
construção de uma política mundial da
paz.
OBJETIVOS: • Despertar os
participantes à situação atual da política mundial da paz e à
sensibilidade para a contribuição das religiões, em especial
as monoteístas, no processo histórico de construção da
paz. • Conceituar teologicamente o diálogo
inter-religioso e apresentar os pontos de encontro das
religiões monoteístas e, conseqüentemente a contribuição
específica à edificação da paz.
CONTEÚDO
PROGRAMÁTICO: Status quaestionis:
a política mundial da paz e o diálogo
inter-religioso: a) Guerra e paz na
era contemporânea b) As religiões
monoteístas na guerra e na paz c) O
significado do diálogo inter-religioso na
atualidade As religiões
monoteístas a) Identidade específica
de cada religião b) Os pontos de
encontro das religiões monoteístas c)
Possibilidade do diálogo inter-religioso monoteísta
O diálogo inter-religioso a)
O diálogo das religiões
monoteístas b) a contribuição do
diálogo das religiões monoteístas à construção de uma política
mundial da paz REFERÊNCIAS:
1. BINGEMER, Maria Clara Lucchetti –
ARAGÃO, Gilbraz. “Teologia, transdisciplinaridade e física:
uma nova lógica para o diálogo inter-religioso”, in
REB 66 (2006), pp.
631-649. 2. HOBSBAWN, Eric.
Globalização, democracia e terrorismo. Companhia das
Letras: São Paulo, 2007. 3. HOGAN,
Linda - D’ARCY MAY, John. “Construção da dignidade humana no
diálogo inter-religioso”, in Concilium 300 (2003),
pp. 77-89. 4. KÜNG, Hans. O mundo
da religiões. Verus: Campinas,
2004. 5. SCHREITER, Robert. “A
religião como fonte e recurso para a reconciliação”, in
Concilium 303 (2003), pp.
112-21. 6. TEIXEIRA, Faustino. “A
teologia do pluralismo religioso em questão”. In REB
59 (1999), pp. 591-617. |
Campus I Sala A201 Prédio CT |
| 10:00 às 12:00 |
Fundamentalismo Religioso, um Desafio Atual (Prof.
Dr. Walter Ferreira
Salles)
EMENTA: Reflete
sobre o fundamentalismo religioso como um desafio à paz
mundial, à luz da teologia hermenêutica
cristã.
OBJETIVOS: Analisar
alguns dos dilemas inerentes ao pluralismo religioso que é
simultaneamente uma riqueza e uma ameaça à construção de uma
identidade pessoal e coletiva. CONTEÚDO
PROGRAMÁTICO: 1. O pluralismo
religioso e as religiões em
conflito. 2. O pluralismo religioso e
a cultura plural. 3. Chances e
desafios para a construção de uma identidade religiosa em um
mundo plural.
REFERÊNCIAS: 1.
AMALADOSS, Michael. Promover harmonia. Vivendo em um
mundo pluralista. São Leopoldo: Editora Unisinos, 2006.
2. BINGEMER, Maria Clara Lucchetti
(org.). Violência e religião: cristianismo, islamismo e
judaísmo: três religiões em confronto e diálogo. Rio de
Janeiro – São Paulo: Editora PUC-Rio – Loyola,
2001. 3. GEFFRÉ, Claude. A crise da
identidade cristã na era do pluralismo religioso. In
Concilium – Revista Internacional de Teologia, 311
(2005):13-28. 4. SANCHEZ, Wagner
Lopes. Pluralismo religioso: as religiões num mundo plural
– Temas contemporâneos. São Paulo: Paulinas,
2004. 5. TEIXEIRA, Faustino. O
pluralismo religioso como novo paradigma para as religiões. In
Concilium – Revista Internacional de Teologia, 319 (2007):
24-32. |
Campus I Sala A205 Prédio CT |
| 10:00 às 12:00 |
A Pesquisa-Ação na Graduação: Múltiplas
Possibilidades (Profª. Dr.ª Graziela Giusti
Pachane)
EMENTA: Estuda
o potencial da pesquisa-ação na formação de alunos de
graduação por sua interseção com ensino, pesquisa e extensão,
promovendo maior intercâmbio da universidade com seu entorno e
melhoria na relação teoria-prática-teoria no processo
formativo do
aluno.
OBJETIVOS: Reconhecer as
características e ser capaz de lançar mão da pesquisa-ação em
sua prática universitária, seja na realização de tarefas nas
disciplinas (estágio, TCC, práticas) ou nos programas de
pesquisa e extensão.
CONTEÚDO
PROGRAMÁTICO: 1. O que é
pesquisa-ação 2. Diferença da
pesquisa-ação e outras modalidades de
pesquisa 3. Potencial da pesquisa-ação
para ensino, pesquisa e extensão na
universidade 4. Elementos e momentos na
realização de uma pesquisa-ação 5.
Exemplos de pesquisa-ação 6. Limites e
cuidados na condução de uma
pesquisa-ação
REFERÊNCIAS: 1.
FRANCO, Maria Amélia Santoro. Pedagogia da pesquisa-ação.
Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 31, n. 3, 2005. Disponível
em:
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext& pid=S1517-97022005000300011&Ing=pt&nrm=iso>.
Acesso em: 16 Set 2008. 2. GERALDI,
C. M., FIORENTINI, D. PEREIRA, E. M. A. (org). Cartografias do
Trabalho Docente. Campinas, SP: Mercado das Letras: ALB, 1998.
3. MIRANDA, Maria Gouvea de; RESENDE,
Anita C. Azevedo. Sobre a pesquisa-ação na educação e as
armadilhas do praticismo. Rev. Bras. Educ., Rio de Janeiro, v.
11, n. 33, 2006. Disponível em:
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttex&pid=S1413-247820060003
00011&Ing=pt&nrm=iso>. Acesso em 16 Set 2008.
4. PACHANE, Graziela Giusti; SCHULZ,
Almiro. A perspectiva formativa e mediadora da pesquisa-ação
na universidade: suas possíveis contribuições ao ensino, à
pesquisa e à extensão. Anais do XIII ENDIPE (Encontro
Nacional de Didática e Prática de Ensino). Recife: UFPE,
2006. p.1 a 15. 5. TRIPP, David.
Pesquisa-ação: uma introdução metodológica. Educ. Pesqui., São
Paulo, v. 31, n. 3, 2005. Disponível em:
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttex&pid=S1517-97022005000300009&Ing=pt&nrm=iso>.
Acesso em: 16 Set 2008. |
Campus I Sala A206 Prédio CT |
| 10:00 às 12:00 |
Habilidades Comunicativas para Apresentação de
Trabalho Científico (Profª. Dr.ª Emilse
Servilha)
EMENTA: Aborda
a comunicação em público para apresentação de trabalho
científico e fornece orientações para aperfeiçoamento de
habilidades comunicativas para tal
fim.
OBJETIVOS: • Propiciar
condições para que os participantes avaliem suas habilidades
comunicativas. • Oferecer sugestões para
aperfeiçoamento dessas habilidades para a apresentação oral.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.
Avaliação das Habilidades comunicativas dos participantes por
eles próprios e pelos colegas. 2.
Habilidades Comunicativas: recursos verbais (linguagem,
fala e voz) e recursos não verbais (contato visual, postura,
gestos e mímica facial). 3.
Experimentação de estratégias de apresentação oral nos
aspectos lingüísticos, posturais e vocais antes e no momento
da apresentação
oral. REFERÊNCIAS: 1.
Carmo JS, Prado PST. Apresentação de trabalho em eventos
científicos: comunicação oral e painéis. Interação em
Psicologia, 2005, 9(1):131-142. 2.
Gonçalves N. A importância do falar bem. A expressividade
do corpo, da fala e da voz valorizando a comunicação.
SãoPaulo: Lovise, 2000 3. Polito R.
Superdicas para falar bem em conversas e apresentações. São
Paulo: Saraiva, 2005. 4. Santos EF,
Pereira MG. Qualidade dos Resumos Estruturados Apresentados em
Congresso Médico. Rev Assoc Med Bras 2007; 53(4):
355-9 5. Targino MG, Neyra ONB.
Dinâmica de apresentação de Trabalhos em eventos científicos.
Inf. & Soc. 2006;16(2):13-23 |
Campus II Sala B24 |
| 10:00 às 12:00 |
Tecnologia e Aprendizagem da Leitura (Profª. Dr.ª
Maria Helena Mourão Alves
Oliveira)
EMENTA: Uso da
tecnologia e melhora no como e o que se aprende. Aplicações de
diferentes tecnologias no apoio às quatro características
fundamentais do aprendizado: construção ativa do conhecimento
combinando experiência, interpretação e interação estruturada;
aprendizagem a partir da participação em grupo; modelo e
freqüência de interação e feed back; conexão com o mundo
real.
OBJETIVOS: Ao final do
curso o aluno deverá saber como criar um contexto de
aprendizagem da leitura usando tecnologias; como aplicá-las
nas diferentes áreas do currículo escolar.
CONTEÚDO
PROGRAMÁTICO: 1. Características da
tecnologia e do potencial para melhorar o aprendizado
acadêmico; 2. aprendizagem e inclusão de
tecnologia em sala de aula; 3. conexão
entre linguagem oral e linguagem
impressa; 4. compreensão de leitura do
texto escrito e da mídia 5.
procedimentos e recursos para a aprendizagem da
leitura. 6. procedimentos e recursos
para seleção e utilização de
texto.
REFERÊNCIAS: 1.
Braunger, J. & Lewis, J.P.L. 2005.Building a knowledge
base in reading. Newark: IRA 2.
Farstrup,A.E.,Samuels,S.J. 2002. What Research has to Say
about Reading Instruction.Newark: IRA. 3.
Paris,A. H. & Paris,S.G. 2003. Assessing narrative
comprehension in young children. Reading Research Quarterly,
38 (1): 36-76. 4. Pressley,M. 2003. A
few things reading educators should know about instructional
experiments.The Reading Teacher, 57 (1):64-71
5. Servilha, B.B. 2005. Discurso oral
e escrito de escolares do ensino fundamental. Dissertação
Mestrado Psicologia Escolar, PUC Campinas. |
Campus II Sala
B27 |
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