O oferecimento do Curso de Engenharia Ambiental da PUC-Campinas foi impulsionado a partir da criação da Área Engenharia Ambiental pelo Ministério da Educação (MEC) através da Portaria número 1963 de 05 de dezembro de 1994.
A elaboração do Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Ambiental e sua conseqüente grade curricular foi um trabalho que contou com a participação, além da comunidade interna (professores e alunos), também da comunidade externa: ex-alunos da Faculdade que atuam na área Ambiental, representantes de outras Instituições de Ensino, representantes de Entidades de Classe e Empresários dos setores públicos e privado.
A estrutura curricular do Curso de Engenharia Ambiental da PUC-Campinas está em consonância com as novas Diretrizes Curriculares da Comissão de Especialistas para o Ensino de Engenharia da SESu/MEC (Secretária de Educação Superior do MEC); desta forma, as disciplinas do Curso estão divididas em 3 núcleos: núcleo básico, núcleo profissionalizante e núcleo complementar.
O Curso de Engenharia Ambiental deve fortalecer a formação científica de seus alunos, para fomento às atividades produtivas, de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico.
A formação que se pretende, não é a da especialização pura e simples, seguindo as demandas imediatas da produção e dos serviços, mas sim uma formação científica e tecnológica sólida, mais generalista, onde o profissional seja capaz de absorver as mudanças rapidamente.
Assim, deverão ser valorizados, ao longo do Curso, mecanismos que desenvolvam no aluno a cultura investigativa e que propiciem uma abordagem multidisciplinar, integrada e sistêmica de todas as questões de Engenharia.
O Engenheiro Ambiental tem características específicas no campo da Engenharia, com atuação compromissada com o equilíbrio entre desenvolvimento socio-econômico e a manutenção das condições de sustentabilidade do Meio Ambiente.
O profissional formado no Curso de Engenharia Ambiental da PUC-Campinas estará apto para desenvolver atividades de planejamento, projeto, direção, supervisão, vistoria, avaliação, consultoria, fiscalização e execução de obras e serviços, orçamentos e operação nas áreas de:
- sistemas de abastecimento de água;
- sistemas de coleta e tratamento de efluentes líquidos;
- sistemas de drenagem urbana e rural;
- sistemas de tratamento de efluentes atmosféricos;
- avaliação de impactos ambientais;
- controle do meio físico;
- planejamento e gestão de bacias hidrográficas;
- educação ambiental;
- obras hidráulicas;
- controle de vetores;
- estudos e ações referentes à melhoria da saúde pública;
- resíduos sólidos;
- recuperação de áreas degradadas.
O mercado de trabalho para o Engenheiro Ambiental é bastante amplo; vários segmentos produtivos necessitam deste profissional, entre eles: Empresas de Saneamento, Órgãos Públicos de controle ambiental, Indústrias, Serviços Públicos municipal, estadual e federal, Empresas de Projetos, Obras e Consultoria, Prefeituras, Agências de regulação de serviços públicos, Institutos de pesquisa e desenvolvimento, entre outros.
Perspectivas Profissionais
A necessidade de profissionais nesta área é crescente, dada a amplitude e complexidade dos problemas ambientais e também as necessidades de uma sociedade cada vez mais consciente e exigente quanto à eficiência tecnológica e eficácia de soluções, também as Legislações Ambientais no seu conjunto demandarão um número cada vez maior de profissionais.










